Investigação

busca e apreensão

Alvo é uma organização criminosa acusada de fraude na licitação para a exploração de cantinas em penitenciárias do estado
27/12/2018

MP faz operação contra fraude envolvendo alimentação em presídios do Rio

Investigação

MP faz operação contra fraude envolvendo alimentação em presídios do Rio

Alvo é uma organização criminosa acusada de fraude na licitação para a exploração de cantinas em penitenciárias do estado

O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp) do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) cumpre nesta quinta (27) oito mandados de busca e apreensão em uma investigação contra fraudes envolvendo a alimentação em presídios do Rio. Segundo nota divulgada pelo MPRJ, o alvo é uma organização criminosa acusada de fraude na licitação para a exploração de cantinas em penitenciárias do estado do Rio de Janeiro. Ainda de acordo com o MPRJ, também participam da ação a Corregedoria da Polícia Militar e a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, responsável pelos presídios fluminenses. (ABr)
20/12/2018

Polícia Federal faz buscas na casa da mãe do senador Aécio Neves

Autorizada pelo STF

Polícia Federal faz buscas na casa da mãe do senador Aécio Neves

Operação investiga lavagem de dinheiro e corrupção passiva

A Polícia Federal cumpre na manhã desta quinta (20) três mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao senador Aécio Neves (PSDB-MG). Os agentes estão na casa da mãe do parlamentar; na casa de Frederico Pacheco, primo de Aécio Neves; e em uma empresa de comunicação que seria de Pacheco e da irmã do senador, Andrea Neves. De acordo com a Polícia Federal, a operação busca elementos que indiquem lavagem de dinheiro e corrupção passiva. A ação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello. Ainda não se sabe se a operação desta quinta tem relação com a ação da última terça (11), quando imóveis do senador e deputado eleito Aécio Neves (PSDB) e da irmã Andréa Neves, tanto no Rio de Janeiro quanto em Minas Gerais, foram alvos de mandado de busca e apreensão. Na ocasião, também foram alvos de busca o deputado federal e presidente nacional do Solidariedade, Paulinho da Força, e a deputada federal Cristiane Brasil (PTB). Ambos teriam emitido notas frias para Aécio Neves. Os senadores Antonio Anastasia (PSDB-MG) e Agripino Maia (DEM-RN), além do deputado federal Benito da Gama (PTB-BA), também estão envolvidos na operação. De acordo com as delações do executivos da J&F Joesley Batista e Ricardo Saud, o senador tucano teria recebido quase R$ 110 milhões em propina. Ainda segundo as investigações, Aécio comprou o apoio político do Solidariedade por R$ 15 milhões; empresários paulistas teriam contribuído com doações de campanha e caixa 2, por meio da emissão de notas frias. A operação da última terça tinha ligação com a operação Patmos, deflagrada em maio de 2017, baseada em um áudio entregue à PGR por Joesley Batista no qual Aécio pede ao empresário R$ 2 milhões para pagar sua defesa na Lava Jato. A entrega do dinheiro foi gravada pela Polícia Federal. Nesta operação foram presos a irmã de Aécio, Andréa Neves; o primo do senador tucano Frederico Pacheco de Medeiros; o procurador do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Ângelo Goulart Villela; o assessor do senador Zeze Perrela e uma irmã do doleiro Lucio Funaro.
19/12/2018

Polícia Federal faz buscas na sede da Ancine no Rio de Janeiro

Nesta quarta

Polícia Federal faz buscas na sede da Ancine no Rio de Janeiro

Policiais estão autorizados a apreender computadores, documentos e outros itens de cinco integrantes da entidade, incluindo o presidente

A Polícia Federal cumpre na manhã desta quarta (19) mandado de busca e apreensão na sede da Agência Nacional do Cinema (Ancine), no Rio de Janeiro. Os agentes estão autorizados a recolher recolher computadores, HDs, livros contábeis e outros itens utilizados por cinco integrantes da entidade, incluindo o presidente, Christian de Castro. Outro alvo da ação desta quarta é o advogado Marcos Tavolari, que atua como secretário de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual no Ministério da Cultura e é ligado ao ministro Sérgio Sá Leitão. A polícia tem autorização ainda para apreender objetos de Magno de Aguiar Maranhão Junior, assessor do presidente da Ancine, Ricardo Alves Vieira Martins, da secretaria executiva da entidade, e a ouvidora Carolina de Lima Cazarotto Pereira. Apesar do processo correr em sigilo, por meio do mandado, é possível perceber que o Judiciário está atrás também de valores em espécie em quantias a R$ 10 mil e de registros das câmeras de segurança. Registros, livros contábeis, comprovantes de pagamento e recebimento, prestações de contas, cartas, atas de reunião, contratos, pareceres, computadores, pen drives, documentos eletrônicos, joias, carros, relógios e obras de artes ligados a essas pessoas e encontrados na sede da Ancine também são abarcados no mandado. (Com informações da FolhaPress)
19/12/2018

Ministro Gilberto Kassab é alvo de mandado de busca e apreensão em SP

Mesada da JBS

Ministro Gilberto Kassab é alvo de mandado de busca e apreensão em SP

Ele teria recebido mesada de R$350 mil em 2009, quando prefeito

O ministro da Ciência e Tecnologia e indicado para a Casa Civil no governo de João Doria (PSDB), Gilberto Kassab (PSD), é alvo de mandado de busca e apreensão. Agentes da Polícia Federal estão no apartamento do político, em São Paulo, na manhã desta quarta (19). Os policiais também fazem buscas no apartamento de Renato Kassab, irmão do ministro. A ação é baseada em um acordo de delação premiada firmada por Wesley Batista e Ricardo Saud, executivos da JBS, que afirmam que Kassab recebeu uma mesada de R$ 350 mil em 2009, quando era prefeito de São Paulo. Em troca da propina, o agora ministro defendia os interesses da JBS. Em seis anos, Kassab teria recebido R$ 20 milhões. Os pagamentos a Gilberto Kassab teriam sido feitos por meio de contratos do grupo J&F com as empresas Yape Transportes e Yape Consultoria, ligadas ao político. O ministro também é investigado por suposta compra de apoio político do PSD pelo PT para a reeleição de Dilma Rousseff em 2014. Segundo a PF, parte dos recursos foi repassada para campanha de um determinado candidato ao governo do Rio Grande do Norte e a um deputado federal, ambos eleitos. A suspeita é que os valores eram recebidos por empresas por meio da simulação de serviços que não foram efetivamente prestados e para os quais foram emitidas notas fiscais falsas. Os mandados que estão sendo cumpridos nesta quarta foram autorizados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, com base no inquérito que investiga Kassab por passiva, lavagem de dinheiro e caixa-dois. Em nota, o ministro afirmou que “seus atos seguiram a legislação e foram pautados pelo interesse público”. Kassab disse ainda estar à disposição para prestar esclarecimentos. “O ministro confia na Justiça brasileira, no Ministério Público e na imprensa, sabe que as pessoas que estão na vida pública estão corretamente sujeitas à especial atenção do Judiciário, reforça que está sempre à disposição para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários, ressalta que todos os seus atos seguiram a legislação e foram pautados pelo interesse público”, diz na nota. (Com informações da Agência Brasil)