Visitantes de 4 países

Boa Vista-SCPC

Modelo foi implementado no ano passado apenas para turistas dos Estados Unidos, Canadá, Japão e Austrália
25/03/2019

Entrada de turistas beneficiados com vistos eletrônicos cresce 15%

Visitantes de 4 países

Entrada de turistas beneficiados com vistos eletrônicos cresce 15%

Modelo foi implementado no ano passado apenas para turistas dos Estados Unidos, Canadá, Japão e Austrália

A chegada de turistas beneficiados com vistos eletrônicos cresceu 15% em 2018. O modelo eletrônico, implementado no ano passado apenas para turistas dos Estados Unidos, Canadá, Japão e Austrália impulsionou a chegada de visitantes desses países, divulgou hoje (25) o Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), autarquia do Ministério do Turismo responsável pela promoção internacional do turismo brasileiro. No total foram mais de 715 mil turistas dos quatro países, 15,7% a mais que em 2017, segundo levantamento realizado pelo Ministério do Turismo, com base nos dados fornecidos pela Polícia Federal. Os EUA enviaram 13% a mais no total de turistas, passando de 538.532 turistas em 2018 para 475.232 em 2017. Do Canadá, o aumento proporcional foi ainda maior, 45%, passando de aproximadamente 49 mil, em 2017, para 71.160 em 2018. Da Austrália, o crescimento foi de 25%, passando de 33.862 para 42.235 no ano passado. O Japão teve crescimento de 5%, com três mil turistas a mais, chegando a 63.708 em 2018. De acordo com a Embratur, a economia brasileira já ganhou com o primeiro ano de funcionamento do visto eletrônico para cidadãos australianos, americanos, canadenses e japoneses. O crescimento na entrada desses viajantes no território nacional resultou em uma injeção de R$ 450 milhões no país, segundo o órgão. “Vemos esses dados com felicidade e otimismo de que estamos tomando as medidas certas para que o potencial turístico brasileiro, reconhecido em todo o mundo, seja efetivamente concretizado. Assim, poderemos dar uma resposta concreta aos milhares de brasileiros que buscam um emprego e que veem no turismo o caminho a seguir”, disse o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. A presidente da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), Teté Bezerra, ressaltou que “a confirmação do crescimento na chegada de turistas destes quatro países prioritários, mostra que a iniciativa de facilitação de vistos é válida, e pode trazer resultados ainda melhores, agora que haverá, a partir de junho, a isenção da necessidade de vistos”. “É um grande passo para estarmos ainda mais competitivos em um panorama internacional cada vez mais acirrado”, acrescentou. Dispensa de visto A partir do dia 17 de junho deste ano, canadenses, australianos, japoneses e norte-americanos terão isenção do visto de entrada. No último dia 18, o governo federal publicou, no Diário Oficial da União, decreto dispensando o visto de entrada no país para essas nacionalidades, com fins turísticos, de negócio, esportivos ou artísticos, sem intenção de estabelecer residência. As novas regras serão aplicadas para quem permanecer em território brasileiro por até 90 dias, prorrogáveis pelo mesmo período, desde que não ultrapassem 180 dias a cada 12 meses.  A estimativa do Ministério do Turismo é que a dispensa de visto aumente ainda mais a presença destes turistas estrangeiros no Brasil. Segundo os dados divulgados do Ministério do Turismo, os quatro países beneficiados pela isenção (Estados Unidos, Japão, Canadá e Austrália) foram responsáveis por 11% (715.635) do total de estrangeiros que vieram ao país em 2018. No ano anterior, o Brasil recebeu 618.387 turistas dessas quatro nacionalidades. O ano de 2018 teve um novo recorde na chegada de turistas internacionais no geral, alcançando 6.621.376 de visitantes, número maior que a antiga marca de 6.588.770, registrada em 2017. De acordo com a Embratur, está sendo realizada uma grande campanha internacional de divulgação da isenção de vistos para cidadãos americanos, australianos, canadenses e japoneses. “No plano, estão previstas ações digitais, de relações públicas e de publicidade para anunciar aos turistas e operadores de viagens dos países beneficiados pela nova medida que facilita a entrada no Brasil”, divulgou o órgão. Busca pelo Brasil A busca pelo Brasil como destino cresceu nesses quatro países, segundo dados do portal internacional de viagens Kayak. O levantamento do site mostrou que, desde a divulgação da medida, australianos, canadenses, japoneses e norte-americanos reforçaram buscas por passagens aéreas para o país. A maior alta foi registrada na Austrália (36%), seguida de Estados Unidos (31%), Canadá (19%) e Japão (4%). A pesquisa, baseada em dados colhidos em 21 de março, considerou voos partindo de todos os aeroportos da Austrália, Canadá, Japão e Estados Unidos com destino aos terminais do Brasil. Os números são resultado da comparação entre a média diária de buscas de 1º a 15 de março e o período de 18 a 20 do mesmo mês, para viagens de 1º de abril a 31 de dezembro de 2019. (ABr)
03/12/2018

Micro, pequenos e médios empresários esperam faturamento maior em 2019

Boa Vista SCPC

Micro, pequenos e médios empresários esperam faturamento maior em 2019

De acordo com pesquisa da Boa Vista SCPC, os empresários desses portes têm expectativa de faturar mais no próximo ano

Houve uma melhora do otimismo entre micro, pequenos e médios empresários em relação ao faturamento para o próximo ano, de acordo com a pesquisa ‘Perspectivas Empresariais’, da Boa Vista SCPC, realizada no terceiro trimestre deste ano. Do total de entrevistados, 54% dos médios empresários acreditam que terão um faturamento maior em 2019. No mesmo período do ano passado, o índice era de 40%. Em relação aos micro e pequenos empresários, em 2018, 42% esperam faturar mais — em 2017, apenas 35% dos empresários desses portes previam uma melhora. Com o recorte de setor de atividade, a pesquisa aponta que os mais otimistas com relação ao faturamento são os empresários do setor de Serviços: 48% dos entrevistados deste segmento esperam faturar mais no ano que vem. A Indústria também registrou alta no otimismo, passando de 40% para 42%. Já o setor de Comércio permaneceu estável em relação ao ano passado, com 42%. Os empresários pesquisados também se mostraram otimista em relação aos investimentos para 2019: 35% dos microempresários preveem investir mais no próximo ano; o índice é de 38% entre os pequenos empresários e de 35% para os donos de médias empresas. Nos setores de Serviço e da Indústria, são esperados bons investimentos para o ano que vem. O setor de Comércio vai na contramão do otimismo dos outros dois segmentos, se mantendo praticamente estável em relação ao que se esperava para este ano. Inadimplência e endividamento Os mais pessimistas em relação à inadimplência do negócio para o ano que vem são os donos das grandes empresas: 49% acreditam no crescimento da inadimplência. Já 50% das médias, 40% das pequenas e 32% das microempresas acreditam que ficará igual a 2018. Por segmento, os mais pessimistas com a inadimplência — ou seja, quando não é possível pagar as dívidas em dia — estão na Indústria (33%), seguido pelo Comércio (26%) e Serviços (28%). Já em relação ao endividamento — quando a receita mensal cobre a dívida para aquele mês — a percepção é mais otimista para 2019. Entre os microempresários, 38% acreditam em um endividamento menor. Nas pequenas empresa o índice é de 34% e nas médias, 43%. De acordo com a pesquisa, 30% das grandes empresas esperam uma diminuição no endividamento. Por setor, a expectativa de que o endividamento caia é de 40% para a Indústria, 43% para o Comércio e 30% para os Serviços.
05/11/2018

Pedidos de falência caem 14,8% no acumulado do ano, diz Boa Vista SCPC

Atividade econômica

Pedidos de falência caem 14,8% no acumulado do ano, diz Boa Vista SCPC

Já para os pedidos de recuperação judicial houve alta de 6,3%

Os pedidos de falência recuaram 14,8% no acumulado do ano (janeiro a outubro de 2018 comparado ao mesmo período de 2017), segundo dados com abrangência nacional da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Mantida a base de comparação, as falências decretadas registraram alta de 12,5% e os pedidos de recuperação judicial subiram 6,3%. As recuperações judiciais deferidas apontaram queda de 0,4%. Na comparação mensal os pedidos de falência subiram 18,9% em relação a setembro, assim como os pedidos de recuperação judicial (12,8%), falências decretadas (25,8%) e recuperações judiciais deferidas (5,7%). De acordo com os resultados acumulados do ano, os pedidos de falência continuam recuando. O movimento de queda está atrelado a melhora nas condições econômicas desde o ano passado, que permitiu às empresas apresentarem sinais mais sólidos nos indicadores de solvência. A continuidade desse recuo dependerá de uma retomada mais acelerada da atividade econômica nos próximos períodos. Metodologia O indicador de falências e recuperações judiciais é construído com base na apuração dos dados mensais registrados na base de dados da Boa Vista SCPC, oriundos dos fóruns, varas de falências e dos Diários Oficiais e da Justiça dos estados.
18/10/2018

Número de novas empresas sobe 4,5% no 3° trimestre, segundo Boa Vista SCPC

Microempreendedor Individual

Número de novas empresas sobe 4,5% no 3° trimestre, segundo Boa Vista SCPC

Na classificação por forma jurídica, as MEIs (Microempreendedor Individual) cresceram 7,1%

O número de novas empresas cresceu 4,5% no 3° trimestre em relação ao trimestre anterior, segundo levantamento da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), com abrangência nacional. Desta forma, os valores acumulados no ano avançaram 11,7% quando comparados ao mesmo período do ano anterior. Forma jurídica Na classificação por forma jurídica, a variação em relação ao 2° trimestre mostrou que as MEIs (Microempreendedor Individual) continuam com papel de destaque, crescendo 7,1%. Já os demais tipos de empresas caíram 3,4%, mantida a base de comparação. Já em termos de composição, no resultado acumulado do ano as MEIs representam 77,8% dos casos.   Setores Quando analisada a composição das novas empresas por setores, o levantamento da Boa Vista mostrou que o setor de Serviços atingiu 57,9% de representatividade no acumulado até o 3º trimestre, estando maior que os 55,8% observados no mesmo período de  2017. O Comércio teve queda na participação, chegando a 33,8%. O setor Industrial também perdeu espaço, passando de 8,2% para 7,4% dos casos no período.     Regiões Ainda na análise acumulada até o 3° trimestre, apenas a região Norte registrou queda (-0,6%) em relação a 2017. As Regiões Sul (13,7%) e Sudeste (13,3%) foram as que registraram maior crescimento, como pode ser visto no gráfico 4. No mesmo sentido, houve avanço nas regiões Centro-Oeste (9,6%) e Nordeste (9,8%). Metodologia O levantamento é realizado trimestralmente pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) a partir das novas empresas registradas na Receita Federal, considerando todo o território nacional.