Crescimento de 1,5%

aumento

Crescimento foi de 1,5% de janeiro a outubro
06/12/2018

Porto de Santos movimenta 110 milhões de toneladas de carga em 2018

Crescimento de 1,5%

Porto de Santos movimenta 110 milhões de toneladas de carga em 2018

Crescimento foi de 1,5% de janeiro a outubro

A movimentação de cargas no Porto de Santos, o maior do país, cresceu 1,5% de janeiro a outubro de 2018, em relação ao mesmo período no ano passado, alcançando 110,6 milhões de toneladas. Foram 4.026 atracações de navios, queda de 0,4%. Os dados foram divulgados pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp). O número de contêineres aumentou 8,8%, atingindo 3,5 milhões TEU (medida padrão equivalente a um contêiner de 20 pés). O total de embarques foi de 78,98 milhões de toneladas, uma diminuição de 0,5% em relação ao ano passado. Entre os produtos embarcados, a soja (grãos e farelos) foi a campeã, com 24,98 milhões de toneladas, alta de 20,8%. O segundo lugar ficou com o açúcar, com a marca de 12,89 milhões de toneladas, resultado 27,5% menor. Na terceira posição, está o milho com 8,37 milhões de toneladas, queda de 21,2%. Celulose teve 3,76 milhões de toneladas embarcadas, crescimento de 56,1%. Sucos cítricos registraram 1,92 milhões, subindo 13,6%. No fluxo de desembarques, foram 31,67 milhões de toneladas, crescimento de 6,7% em relação a 2017, marca recorde no Porto de Santos. O produto de maior movimentação foi o adubo, com 3,27 milhões, elevação de 1,2%. A segunda carga mais desembarcada foi o enxofre, com 1,74 milhões (18,3% de crescimento). Em seguida, estão óleo diesel (1,56 milhão), trigo (1,13 milhão) e soda cáustica (815,7 mil). Outubro No mês de outubro, foram registradas 10,25 milhões de toneladas, queda de 9,8% em comparação ao mesmo mês de 2017. As atracações somaram 380 navios, 6,9% menos que em outubro do ano passado. Nos embarques, o volume ficou 14,2% menor, com destaque para o milho (1,5 milhão de toneladas). Nos desembarques, houve crescimento de 1,9%, alcançando 3,15 milhões de toneladas. O adubo foi o produto com maior movimentação (396,2 mil). (ABr)
04/12/2018

Governo francês suspende reajuste no preço da gasolina após série de protestos

Coletes amarelos

Governo francês suspende reajuste no preço da gasolina após série de protestos

Suspensão da alta da alíquota deve ser acompanhada de outros anúncios para apaziguar o movimento dos "coletes amarelos"

O primeiro-ministro da França, Edouard Philippe, deve anunciar ainda nesta terça (4) a suspensão do aumento da taxa sobre os combustíveis, que entraria em vigor no país a partir de 1º de janeiro do próximo ano. A medida deve ser acompanhada de outros anúncios com o objetivo de apaziguar o movimento que ficou conhecido como “coletes amarelos”, por causa da vestimenta usada pelos manifestantes. Milhares de pessoas foram às ruas e rodovias do país nos últimos dias para protestar contra o aumento do imposto. Muitos desses protestos acabaram de maneira violenta, com destruição de objetos, prisões e pessoas feridas. Mais de 280 mil pessoas se juntaram ao movimento. O recuo do governo francês é uma derrota para o presidente Emmanuel Macron, que até então mantinha o discurso de que não iria revogar o reajuste. O aumento do imposto tinha como objetivo o financiamento da transição energética francesa para fontes limpas. (Com informações da FolhaPress)
28/11/2018

Confiança do comércio sobe e atinge maior patamar desde março de 2014

Economia

Confiança do comércio sobe e atinge maior patamar desde março de 2014

Índice subiu 6,9 pontos de outubro para novembro e chegou a 99,4 pontos

O Índice de Confiança do Comércio (Icom), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 6,9 pontos de outubro para novembro e chegou a 99,4 pontos, em uma escala de zero a 200. Esse é o maior valor do indicador desde março de 2014 (101,9). A alta atingiu empresários de dez dos 13 segmentos comerciais pesquisados pela FGV. O Índice de Situação Atual, que mede a satisfação com o momento presente, subiu 5,1 pontos, indo para 93,3. Já o Índice de Expectativas, que mede a confiança do empresariado no futuro, cresceu 8,4 pontos e chegou a 105,5, o maior valor desde setembro de 2012 (106 pontos). Argumentação De acordo com o pesquisador da FGV Rodolpho Tobler, o resultado sugere que “o pior pode ter ficado para trás. A alta expressiva de novembro confirma a recuperação da confiança do setor, um resultado que parece ter sido influenciado principalmente pela melhora das expectativas com o encerramento do período eleitoral”. Segundo ele, novos avanços da confiança dependerão da continuidade da recuperação do mercado de trabalho e da redução adicional da incerteza. A FGV explicou que o desconforto do empresariado tem diminuído em relação à redução das reclamações de demanda insuficiente. Em julho, 37% das empresas relatavam a demanda como limitação à melhora dos negócios; em novembro, esse número foi de 27,5%, o menor valor desde janeiro de 2015 (26,3%). (ABr)
27/11/2018

Emissões globais de gases estufa aumenta em 2017, segundo ONU

Alerta

Emissões globais de gases estufa aumenta em 2017, segundo ONU

Cientistas dizem que temperatura pode subir até 3º C até fim do século

As emissões de gases de efeito estufa aumentaram no ano passado, depois de três anos de estabilização, segundo relatório das Nações Unidas divulgado hoje (27) em Paris. O estudo mostra que as emissões globais atingiram níveis históricos de 53,5 gigatoneladas de gás carbônico equivalente. Os cientistas alertam que, se persistir a tendência atual, até o fim do século, a temperatura global poderá subir pelo menos 3º Celsius (º C). Diante do crescimento das emissões globais de gás carbônico equivalente em 2017, o relatório projeta que os países devem triplicar os esforços para alcançar a meta de manter o aquecimento global até 2030 abaixo de 2º C ou quintuplicar as ações para limitar o aumento da temperatura abaixo de 1,5° C, conforme prevê o Acordo de Paris. Apenas 57 países, que representam 60% das emissões globais, estão no caminho para atingir a meta em 2030, informa o documento da ONU. O resultado apresentado nesta terça-feira pelo Programa das Nações Unidas pelo Meio Ambiente (UN Environment) leva em consideração as medidas e intenções que os mais de 190 países-membros da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima apresentaram voluntariamente nas chamadas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), como resultado do Acordo de Paris, firmado em 2015. No acordo, cada nação estabeleceu um compromisso diferente de redução das emissões de carbono com metodologias variadas de acordo com sua realidade. No caso do Brasil, a meta ratificada pelo governo, prevê que até 2025 as emissões de gases de efeito estufa sejam reduzidas a 37% em relação a 2005, ano em que o país emitiu aproximadamente 2,1 bilhões de toneladas de gás carbônico (CO2). Para 2030, a meta é que a redução seja de 43%. Ao lado de China e Japão, o Brasil é citado no relatório como um dos três países integrantes do G-20 que, seguindo as políticas adotadas atualmente, podem atingir as metas estabelecidas nacionalmente para 2030. A busca da redução do desmatamento ilegal é uma das principais medidas brasileiras para alcançar a meta. A poucos dias do início da 24ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, que será realizada de 2 a 14 de dezembro, em Katowice, Polônia, o relatório da ONU aponta ainda que a lacuna para atingir a meta de mitigação das mudanças climáticas pode ser reduzida com revisão das ações no setor privado e aproveitamento máximo do potencial de inovação e financiamento sustentável. A organização também conclama representantes de cidades, estados, empresas, investidores, instituições de educação e organizações da sociedade civil para se comprometer com ações climáticas significativas. O relatório também sugere que os governos adotem políticas fiscais de subsídio a alternativas de baixa emissão de carbono e que sobretaxem o uso de combustíveis fósseis para estimular investimentos no setor de energia e reduzir as emissões de carbono. (ABr)