Nas refinarias

aumento

Com o aumento, a gasolina passa a custar R$ 2,045 nas refinarias
30/04/2019

Petrobras anuncia aumento médio de R$ 0,07 no preço do litro da gasolina

Nas refinarias

Petrobras anuncia aumento médio de R$ 0,07 no preço do litro da gasolina

Com o aumento, a gasolina passa a custar R$ 2,045 nas refinarias

A Petrobras anunciou, na noite desta segunda-feira (29), um aumento médio de R$ 0,07 por litro de gasolina às distribuidoras. Os novos valores passarão a valer a partir da meia-noite desta terça-feira (30). Com o aumento, a gasolina passa a custar R$ 2,045 nas refinarias. O litro do diesel não sofrerá aumento. O preço final ao consumidor atende às leis de mercado e não depende da Petrobras, podendo ficar acima ou abaixo do aumento nas refinarias. Sobre o valor pago pelos motoristas nas bombas, incidem tributos estaduais e municipais, além do valor da mão de obra, custos de operação e margem de lucro de cada distribuidora e de cada posto de combustível. “Nossa política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos”, explicou a estatal em nota. Segundo a companhia, a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis. São os combustíveis tipo A: gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel sem adição de biodiesel. “Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis”, explicou a Petrobras. (ABr)
17/04/2019

Casos de sarampo têm aumento de 300% no mundo, diz OMS

Surto mundial

Casos de sarampo têm aumento de 300% no mundo, diz OMS

Os casos de sarampo na África aumentaram em aproximadamente 700%, em comparação ao mesmo período do ano passado

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que o número de casos de sarampo no mundo aumentou cerca de 300% no primeiro trimestre deste ano em comparação ao mesmo período de 2018. Dados preliminares divulgados pela OMS indicam que foram registrados mais de 112 mil casos de sarampo em 170 países nos três primeiros meses de 2019. A entidade informou que os recentes surtos da doença causaram muitas mortes, principalmente de crianças. Os casos de sarampo na África aumentaram em aproximadamente 700%, em comparação ao mesmo período do ano passado. Na Europa, o crescimento foi de 300%, apesar do uso de vacinas na região ser mais difundido. Segundo a OMS, o sarampo é quase totalmente evitável por meio de duas doses de uma vacina segura e eficaz. Mas a organização afirmou que somente 67% da população mundial tomaram a segunda dose. A OMS aconselha que as pessoas tomem as duas doses da vacina. A organização também pede que os países garantam que todas as crianças sejam vacinadas, uma vez que o sarampo pode afetá-las mais duramente. (ABr)
11/04/2019

Aumento de 3,4% na produção de grãos garante safra de 235,3 milhões de toneladas

Agronegócio

Aumento de 3,4% na produção de grãos garante safra de 235,3 milhões de toneladas

Segundo a Conab, essa é a maior safra dos últimos 41 anos

A produção de grãos no Brasil no período 2018/2019 deve alcançar 235,3 milhões de toneladas, após crescimento de 3,4% em relação à safra passada. Os dados são do 7º Levantamento da Safra de Grãos, divulgado nesta quinta (11) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Segundo a companhia, essa é a maior safra dos últimos 41 anos. Soja, milho, arroz e algodão representam 94,5 % da safra produzida no país. Com exceção do arroz, essas culturas contribuíram com a elevação de 2,1% na área de plantação em relação à safra anterior. Também contribuiu para o resultado positivo da safra atual a melhora na produção de milho na segunda safra: é prevista uma colheita de 68,1 milhões de toneladas. A colheita prevista para o milho é de 94 milhões de toneladas, um aumento de 16,5% em relação ao registrado na safra anterior. O algodão em pluma também registrou um bom desempenho, com um aumento de 32% em relação à safra 2017/2018, chegando a 2,6 milhões de toneladas. A Conab aponta retrações nas safras de arroz, feijão, milho na primeira safra e girassol. O arroz registrou queda de 11,7% na área, com uma produção de 10,7 milhões. Já o milho primeira safra perdeu espaço para o feijão, cana-de-açúcar e pastagens, de acordo com o superintendente de Informações do Agronegócios da Conab, Cleverton Santana.
09/04/2019

Bolsonaro defende aumento de recursos para o Fundo de Participação dos Municípios

Orçamento

Bolsonaro defende aumento de recursos para o Fundo de Participação dos Municípios

Presidente falou ainda sobre a criação de um novo pacto federativo

O presidente Jair Bolsonaro defendeu nesta terça (9) a construção de um novo pacto federativo e o aumento dos recursos para o Fundo de Participação dos Municípios (FPM). “Nós temos pouco, mas queremos dividir o pouco que temos com vocês”, disse a prefeitos, vereadores e gestores municipais na abertura da 22ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. O evento é organizado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e, de 8 a 11 de abril, reúne cerca de 8 mil municipalistas na capital federal em busca do fortalecimento dos governos locais. Ao pedir apoio para a reforma da Previdência, Bolsonaro falou sobre suas recentes viagens internacionais e a importância de sinalizar aos mercados que o país pode equilibrar suas contas e diversificar sua economia. A proposta do pacto federativo, que desvincula, desindexa e retira diversas obrigações do orçamento, foi sugerida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, entre outras medidas, para impulsionar a recuperação da economia e garantir mais recursos para os estados e municípios. Reforma da Previdência Ao lado do presidente Jair Bolsonaro, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, foi enfático ao defender a reforma da Previdência para que o governo federal abra mais espaço no orçamento e direcione mais recursos para os entes federativos. De acordo Maia, as despesas previdenciárias crescem R$ 50 bilhões a cada ano. “Nós precisamos enfrentar o debate das despesas, o problema é a estrutura cara do governo federal, do Congresso Nacional e do Judiciário. Temos que compreender que, nos últimos 30 anos, o Congresso Nacional atendeu muitas corporações públicas e privadas que capturaram o orçamento da União e hoje o governo federal tem poucos recursos para realizar os próprios investimentos. De cada R$ 100, R$ 94 são despesas obrigatórias”, disse Maia. O presidente da Câmara explicou aos prefeitos que está dialogando com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para dar andamento nas pautas municipalistas após a discussão da reforma da Previdência, como o aumento dos repasses federais ao FPM, compensação da Lei Kandir e cessão onerosa de recursos do pré-sal. “Pedir apoio à reforma da Previdência não é para o governo federal, é para que possamos mudar a curva de recessão que o país vive nos últimos anos. A gente só vai poder inverter essa pirâmide quando as despesas federais pararem de crescer como elas crescem”, disse. Em nome dos prefeitos, o presidente da CNM, Glademir Aroldi, também defendeu a reforma, mas sem as mudanças na aposentadoria rural e no Benefício de Prestação Continuada (BPC). De acordo com ele, a economia de muitos municípios, principalmente os menores, também depende das aposentadorias dos trabalhadores rurais. (ABr)