50 mortos

atentado

Segundo a primeira-ministra, lei vai entrar em vigor em 11 de abril
21/03/2019

Após atentado, Nova Zelândia vai proibir venda de armas de estilo militar

50 mortos

Após atentado, Nova Zelândia vai proibir venda de armas de estilo militar

Segundo a primeira-ministra, lei vai entrar em vigor em 11 de abril

Após o duplo ataque a mesquitas na Nova Zelândia, a primeira-ministra Jacinda Ardern anunciou que armas semi-automáticas e automáticas de estilo militar não serão mais vendidas no país. O ataque provocou 50 mortos e muitos feridos. Segundo Ardern, a lei deve entrar em vigor em 11 de abril. O governo estuda propostas para incentivar donos de armas deste tipo a entregá-las às autoridades. “Toda arma semi-automática usada no ataque terrorista na sexta-feira será proibida”, disse ela. No último dia 15, pela manhã, fiéis muçulmanos estavam reunidos em mesquitas quando atiradores entraram, utilizando armas semi-automáticas e automáticas de estilo militar. Quatro homens foram presos e um deles é considerado o principal responsável pela violência. A proibição será aplicada a todos os semi-automáticos estilo militar (MSSA) e rifles de assalto, juntamente com peças usadas para converter armas em MSSAs e todas as revistas de alta capacidade. (ABr)
19/03/2019

Neozelandeses entregam voluntariamente suas armas após atentado no país

Mesquitas de Christchurch

Neozelandeses entregam voluntariamente suas armas após atentado no país

Cinquenta pessoas foram mortas após ataques em mesquitas da cidade de Christchurch

Muitos donos de armas na Nova Zelândia estão entregando seus armamentos após o ataque a tiros de sexta-feira (15) em Christchurch. Cinquenta pessoas foram mortas quando Brenton Tarrant, nascido na Austrália, abriu fogo indiscriminadamente contra duas mesquitas na cidade neozelandesa. Tarrant foi preso e acusado de homicídio. Durante o ataque, ele portava cinco armas legalmente registradas. O governo da Nova Zelândia iniciou um processo para alterar a lei de controle de armas do país em meio aos crescentes pedidos da população por um controle mais rigoroso. Muitos neozelandeses, chocados com o massacre, estão entregando voluntariamente suas armas à polícia. Desde ontem, a polícia tem pedido que a população entre em contato com a delegacia mais próxima e se informe sobre como transportar suas armas com segurança. Estima-se que existam 1,1 milhão de armas de fogo no país, uma proporção de uma arma para cada quatro habitantes, incluindo armamentos para caça. (ABr)
19/03/2019

Polícia apreende suspeito de planejar massacre terrorista em Suzano

Na Grande SP

Polícia apreende suspeito de planejar massacre terrorista em Suzano

'Dimenor' de 17 anos é acusado de atuar no planejamento do massacre

A polícia apreendeu nesta terça (20) um menor suspeito de ter participado da organização do atentado terrorista que levou ao massacre de seis estudantes e dois funcionários da Escola Estadual Raul Brasil, na última quarta-feira (13), na cidade de Suzano, em São Paulo. Como se trata de um menor de idade, portanto inimputável, ele ficará à disposição da Justiça e, se considerado culpado, pamanecerá apenas três anos em “medida sócio-educativa” numa instituição para “menores em conflito com a lei”. Após esse período sairá – certamente pior que entrou – com ficha limpa. O pedido de apreensão foi formulado pela polícia. Num primeiro momento, o Ministério Público foi contra, mas a polícia insistiu e agora obteve com a Justiça a tutela do Estado.
15/03/2019

Ataques a duas mesquitas na Nova Zelândia deixam pelo menos 49 mortos

Massacre

Ataques a duas mesquitas na Nova Zelândia deixam pelo menos 49 mortos

Quatro terroristas (três homens e uma mulher) também deixaram 48 feridos

Ataques simultâneos em duas mesquitas na cidade de Christchurch, na Nova Zelândia, deixaram pelo menos 49 mortos e 48 feridos — 12 deles em estado grave —, nesta sexta (15). Os dois alvos foram as mesquitas Masjid Al Noor e de Linwood — as duas lotadas para a tradicional oração de sexta-feira, a chamada Jumu’ah. Segundo as autoridades locais, quatro pessoas envolvidas no ataque foram presas. Três homens e uma mulher. A polícia, no entanto, ainda não descartou a hipótese de que mais pessoas estariam envolvidas no massacre. Explosivos foram encontrados em um veículo pela polícia neozelandesa e já foram desarmados. Há a orientação para que todas as mesquitas do país fechem suas portas até que um novo aviso seja feito pelas autoridades. Em uma das mesquitas, a Masjid Al Noor, o atirador transmitiu o ataque ao vivo, pelo Facebook. A rede social informou que está trabalhando para tirar as cópias do vídeo do massacre, e que a conta do terrorista já foi desativada. Antes de iniciar a transmissão, o mesmo terrorista — que se declarou australiano — divulgou um manifesto em que chama imigrantes de “invasores”. A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, afirmou que este é um dos dias mais “sombrios e sangrentos” da história do país. Ardern afirmou que o ataque terrorista foi bem planejado pelos envolvidos e que nenhum dos detidos estava no radar dos serviços de inteligência neozelandeses. A primeira-ministra declarou ainda que a visão extremista compartilhada pelos terroristas não tem lugar na Nova Zelândia. As escolas da cidade em que ocorreram os ataques foram fechadas, assim como estradas de Christchurch.