Acolhimento

atendimento psicológico

No local, a intenção é abrigar parte dos serviços de atendimento psicológico e acolhimento
10/01/2019

Governo do Distrito Federal irá reabrir a Casa da Mulher Brasileira

Acolhimento

Governo do Distrito Federal irá reabrir a Casa da Mulher Brasileira

No local, a intenção é abrigar parte dos serviços de atendimento psicológico e acolhimento

A Casa da Mulher Brasileira vai ser reaberta após reforma em parte do prédio, inaugurado há quase quatro anos. Segundo o governo do Distrito Federal, o prédio está com graves problemas estruturais e as reformas para a reabertura da casa custará R$ 14 milhões aos cofres públicos. No local, a intenção do governo é abrigar parte dos serviços de atendimento psicológico e de acolhimento. Outro pontos de apoio serão criados nas estações do metrô, onde estariam concentrados os atendimentos da Polícia Civil, Defensoria Pública, Ministério Público, entre outros. Já dei a determinação para o secretário de Obras e a secretária Ericka para iniciar as obras emergenciais. Por que nossa intenção é atender mais rápido e de forma prioritária essas mulheres”, afirmou o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), ao lamentar os altos índices de violência doméstica registrados no DF. “Para mim esses crimes deveriam ser considerados hediondos. Não podem ficar sem punição.” Ainda de acordo com o governador, um convênio entre a Secretaria de Justiça do DF e a Defensoria Pública foi firmado para reforçar o atendimento jurídico do Próvitima. Em visita à Casa da Mulher Brasileira, a secretária da Mulher, Ericka Filippelli, afirmou que estuda a construção de outras unidades da Casa da Mulher. “É determinação do governador levarmos essas unidades para as cidades. Ele mesmo sugeriu iniciarmos por Ceilândia e Planaltina. Estamos avaliando tudo isto, para viabilizar o quanto antes.” (Com informações da Agência Brasília)
04/07/2018

Cármen Lúcia assina acordo para ampliar atendimento a mulher vítima de violência doméstica

Atendimento psicológico

Cármen Lúcia assina acordo para ampliar atendimento a mulher vítima de violência doméstica

Em parceria com o Conselho Federal de Psicologia, objetivo é aprimorar atendimento psicológico as vítimas

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Cármen Lúcia, assinou nesta quarta (4) um protocolo, junto ao presidente do Conselho Federal de Psicologia (CFP), para ampliar e aprimorar o atendimento psicológico a mulheres vítimas de violência doméstica e familiar. O acordo prevê a cooperação entre o CNJ e o CFP em parcerias entre as Coordenadorias da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar dos Tribunais de Justiça e serviços-escola de psicologia para promover assistência psicológica às mulheres vítimas desse tipo de violência. A ministra destacou casos em que o juiz determinou o acompanhamento psicológico para agressores de mulheres. “Muitos homens consideram a esposa sua propriedade, acham normal agredi-la e não sabem que estão fazendo uma coisa errada. Podemos construir juntos algo transformador para a sociedade”, completou. Em 2017, o CNJ instituiu a Política Judiciária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, por meio de uma portaria que tem como objetivo viabilizar o atendimento integral e multidisciplinar às mulheres e respectivos dependentes em situação de violência doméstica e familiar.