Contra armas ilegais

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Tratado visa fim do comércio ilícito de armamentos e equipamentos para finalidade não autorizada
27/04/2019

Trump promete saída dos Estados Unidos do Tratado sobre Comércio de Armas

Contra armas ilegais

Trump promete saída dos Estados Unidos do Tratado sobre Comércio de Armas

Tratado visa fim do comércio ilícito de armamentos e equipamentos para finalidade não autorizada

Os Estados Unidos prometem abandonar o Tratado sobre Comércio de Armas (TCA). O anúncio foi feito pelo presidente norte-americano, Donald Trump, em reunião da Associação Nacional do Rifle (NRA), ocorrida que em Indianápolis (Nordeste dos EUA), nesta sexta-feira (26). “Jamais deixaremos que burocratas estrangeiros pisem nas liberdades garantidas pela segunda emenda” da Constituição, explicou Trump ao comunicar sua intenção. O tratado visa pôr fim ao comércio ilícito de armamentos e equipamentos para finalidade não autorizada. Conforme o termo, são proibidas exportações de armamentos caso haja conhecimento de uso contra civis, em crimes de guerra, ou se houver risco de apropriação pelo crime organizado. Os países signatários do tratado devem reforçar o controle interno para que não haja venda de armamentos e equipamentos, desde de pistolas a mísseis, aviões e navios de guerra. A decisão de Trump foi criticada pelas Nações Unidas. Conforme o porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric, o TCA “é o único instrumento em escala mundial que busca melhorar a transparência e a responsabilidade no comércio internacional de armas”. O acordo foi aprovado há seis anos por 154 países em assembleia das Nações Unidas (ONU), com o voto dos Estados Unidos e também do Brasil. À época, votaram contra o tratado países não alinhados aos norte-americanos como a Coreia do Norte, Síria e Irã. Rússia e China se abstiveram. Até o momento, o tratado foi ratificado por 101 países. No Brasil, o termo foi assinado em junho do ano passado pelo então presidente da República Michel Temer. (ABr)
15/03/2019

Embaixador confirma viagem de Bolsonaro a Israel em março deste ano

Dia 31

Embaixador confirma viagem de Bolsonaro a Israel em março deste ano

Objetivo da visita seria aumentar intercâmbio entre os países na área comercial, de ciência e tecnologia, segurança pública e defesa

O presidente Jair Bolsonaro viaja no dia 31 de março para Israel, quando se encontra com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. A informação foi confirmada nesta sexta (15) pelo embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley, após ser recebido por Bolsonaro e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, no Palácio do Planalto. De acordo com Shelley, o objetivo da visita é aumentar o intercâmbio entre o Brasil e Israel na área comercial, em ciência e tecnologia e na cooperação em segurança pública e defesa. “É o primeiro passo para emergir os negócios que estão na mesa”, disse. A visita se estende até o dia 3 de abril. No dia 31, Bolsonaro será recepcionado por Netanyahu em um jantar privado. Ele viaja acompanhado do chanceler Ernesto Araújo. Ainda não há confirmação de outros integrantes da comitiva. Netanyahu veio a primeira vez ao Brasil, para posse de Bolsonaro, em 1º de janeiro. Com relação à mudança da embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém, que está em discussão no governo federal, Shelley disse apenas que é uma questão de soberania do governo brasileiro. “O presidente é um grande líder, ele sabe o que precisa fazer”, disse. A cidade de Jerusalém está no centro de confrontos e disputas entre palestinos e israelenses, pois ambos reivindicam o local como sagrado. Para evitar o agravamento da situação, os países consideram Tel Aviv como a capital administrativa de Israel, onde ficam as representações diplomáticas internacionais. (ABr)
14/03/2019

Para receber indenização de R$ 100 mil, famílias não poderão processar o Estado

Massacre em escola

Para receber indenização de R$ 100 mil, famílias não poderão processar o Estado

Doria anunciou hoje recurso; Cinco alunos e duas funcionárias da escola morreram durante o massacre

O governador João Doria (PSDB) anunciou nesta quinta (14) que pagará indenização de cerca de R$ 100 mil para cada uma das famílias das sete vítimas do ataque na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo. Como os cinco alunos e as duas funcionárias estavam em uma escola estadual, suas famílias serão indenizadas pelo governo do estado em até 30 dias. No entanto, caso optem por receber os R$ 100 mil, as famílias terão que assinar um documento se comprometendo a não acionar a Justiça para processar o governo do estado. Segundo Doria, essa possibilidade não pesou em sua decisão de indenizar. O governador disse ter tomado a decisão “independentemente de qualquer recurso judicial”, e que as famílias poderão optar por não receber a indenização e acionar judicialmente o governo. O massacre deixou ao menos oito mortos, incluindo o tio de um dos atiradores. Antes de irem à escola, Luiz Henrique de Castro e Guilherme Taucci Monteiro foram a um lava-jato, às 9h30, e atiraram no proprietário, que era tio de Guilherme e teria descoberto o plano da dupla. Eles, então, entraram em um carro alugado, um Onix branco que aparece em imagens de câmeras de vigilância. Na sequência, os dois foram até o colégio, na mesma rua, onde chegaram por volta das 9h40. Um vídeo de câmera de segurança mostra que o primeiro a entrar foi Guilherme. Vestido de preto, usando um lenço com estampa de caveira e com uma mochila, ele sacou um revólver e começou a disparar em direção a um grupo de alunos e à coordenadora pedagógica, Marilena Ferreira Umezu, uma das vítimas. O crime ocorre em meio ao debate sobre posse de armas e chama a atenção por seu longo planejamento e por ter sido cometido em dupla. O presidente Jair Bolsonaro lamentou o atentado seis horas após ocorrido. (FolhaPress)
21/02/2019

Nicolás Maduro anuncia fechamento da fronteira entre Venezuela e Brasil

Crise política

Nicolás Maduro anuncia fechamento da fronteira entre Venezuela e Brasil

Ditador estuda ainda uma medida semelhante em relação à fronteira da Colômbia

O ditador venezuelano, Nicolás Maduro, anunciou nesta quinta (21) que irá fechar a fronteira da Venezuela com o Brasil ainda esta noite. Maduro estuda ainda o fechamento da fronteira com a Colômbia. O anúncio ocorre em meio à tentativas do autoproclamado presidente interino do país, Juan Guaidó, de permitir a entrada de ajuda humanitária no país. Guaidó já pediu para diversos países, que o reconheceram como presidente interino, enviem doações. Nesta quarta (20), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que uma força-tarefa brasileira levará ajuda humanitária à Venezuela, que passa por uma grave crise política e econômica. Um dia antes, o porta-voz da Presidência da República já havia anunciado a instalação de centrais de distribuição de doações em Boa Vista e Pacaraima, cidades do estado de Roraima. A entrada de ajuda humanitária no país vinham sendo dificultada pela presença do exército venezuelano na fronteira do país. Além da falta de alimentos, a Venezuela sofre com a escassez de medicamentos e vacinas. Casos de sarampo e malária se tornaram comuns desde o agravamento da crise econômica no país.