Dia 31

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Objetivo da visita seria aumentar intercâmbio entre os países na área comercial, de ciência e tecnologia, segurança pública e defesa
15/03/2019

Embaixador confirma viagem de Bolsonaro a Israel em março deste ano

Dia 31

Embaixador confirma viagem de Bolsonaro a Israel em março deste ano

Objetivo da visita seria aumentar intercâmbio entre os países na área comercial, de ciência e tecnologia, segurança pública e defesa

O presidente Jair Bolsonaro viaja no dia 31 de março para Israel, quando se encontra com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. A informação foi confirmada nesta sexta (15) pelo embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley, após ser recebido por Bolsonaro e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, no Palácio do Planalto. De acordo com Shelley, o objetivo da visita é aumentar o intercâmbio entre o Brasil e Israel na área comercial, em ciência e tecnologia e na cooperação em segurança pública e defesa. “É o primeiro passo para emergir os negócios que estão na mesa”, disse. A visita se estende até o dia 3 de abril. No dia 31, Bolsonaro será recepcionado por Netanyahu em um jantar privado. Ele viaja acompanhado do chanceler Ernesto Araújo. Ainda não há confirmação de outros integrantes da comitiva. Netanyahu veio a primeira vez ao Brasil, para posse de Bolsonaro, em 1º de janeiro. Com relação à mudança da embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém, que está em discussão no governo federal, Shelley disse apenas que é uma questão de soberania do governo brasileiro. “O presidente é um grande líder, ele sabe o que precisa fazer”, disse. A cidade de Jerusalém está no centro de confrontos e disputas entre palestinos e israelenses, pois ambos reivindicam o local como sagrado. Para evitar o agravamento da situação, os países consideram Tel Aviv como a capital administrativa de Israel, onde ficam as representações diplomáticas internacionais. (ABr)
14/03/2019

Para receber indenização de R$ 100 mil, famílias não poderão processar o Estado

Massacre em escola

Para receber indenização de R$ 100 mil, famílias não poderão processar o Estado

Doria anunciou hoje recurso; Cinco alunos e duas funcionárias da escola morreram durante o massacre

O governador João Doria (PSDB) anunciou nesta quinta (14) que pagará indenização de cerca de R$ 100 mil para cada uma das famílias das sete vítimas do ataque na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo. Como os cinco alunos e as duas funcionárias estavam em uma escola estadual, suas famílias serão indenizadas pelo governo do estado em até 30 dias. No entanto, caso optem por receber os R$ 100 mil, as famílias terão que assinar um documento se comprometendo a não acionar a Justiça para processar o governo do estado. Segundo Doria, essa possibilidade não pesou em sua decisão de indenizar. O governador disse ter tomado a decisão “independentemente de qualquer recurso judicial”, e que as famílias poderão optar por não receber a indenização e acionar judicialmente o governo. O massacre deixou ao menos oito mortos, incluindo o tio de um dos atiradores. Antes de irem à escola, Luiz Henrique de Castro e Guilherme Taucci Monteiro foram a um lava-jato, às 9h30, e atiraram no proprietário, que era tio de Guilherme e teria descoberto o plano da dupla. Eles, então, entraram em um carro alugado, um Onix branco que aparece em imagens de câmeras de vigilância. Na sequência, os dois foram até o colégio, na mesma rua, onde chegaram por volta das 9h40. Um vídeo de câmera de segurança mostra que o primeiro a entrar foi Guilherme. Vestido de preto, usando um lenço com estampa de caveira e com uma mochila, ele sacou um revólver e começou a disparar em direção a um grupo de alunos e à coordenadora pedagógica, Marilena Ferreira Umezu, uma das vítimas. O crime ocorre em meio ao debate sobre posse de armas e chama a atenção por seu longo planejamento e por ter sido cometido em dupla. O presidente Jair Bolsonaro lamentou o atentado seis horas após ocorrido. (FolhaPress)
21/02/2019

Nicolás Maduro anuncia fechamento da fronteira entre Venezuela e Brasil

Crise política

Nicolás Maduro anuncia fechamento da fronteira entre Venezuela e Brasil

Ditador estuda ainda uma medida semelhante em relação à fronteira da Colômbia

O ditador venezuelano, Nicolás Maduro, anunciou nesta quinta (21) que irá fechar a fronteira da Venezuela com o Brasil ainda esta noite. Maduro estuda ainda o fechamento da fronteira com a Colômbia. O anúncio ocorre em meio à tentativas do autoproclamado presidente interino do país, Juan Guaidó, de permitir a entrada de ajuda humanitária no país. Guaidó já pediu para diversos países, que o reconheceram como presidente interino, enviem doações. Nesta quarta (20), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que uma força-tarefa brasileira levará ajuda humanitária à Venezuela, que passa por uma grave crise política e econômica. Um dia antes, o porta-voz da Presidência da República já havia anunciado a instalação de centrais de distribuição de doações em Boa Vista e Pacaraima, cidades do estado de Roraima. A entrada de ajuda humanitária no país vinham sendo dificultada pela presença do exército venezuelano na fronteira do país. Além da falta de alimentos, a Venezuela sofre com a escassez de medicamentos e vacinas. Casos de sarampo e malária se tornaram comuns desde o agravamento da crise econômica no país.
09/12/2018

Ricardo Salles é anunciado como ministro do Meio Ambiente de Bolsonaro

22º nome

Ricardo Salles é anunciado como ministro do Meio Ambiente de Bolsonaro

Advogado e administrador, Ricardo Salles foi secretário de Geraldo Alckmin

O presidente eleito Jair Bolsonaro definiu neste domingo (9) o último integrante da Esplanada dos Ministérios, que terá 22 pastas. Em comunicado nas suas redes sociais, Bolsonaro informou que o advogado e administrador Ricardo de Aquino Salles será o ministro do Meio Ambiente. “Comunico a indicação do sr. Ricardo de Aquino Salles para estar à frente do futuro Ministério do Meio Ambiente”, escreveu no Twitter. Salles foi apontado como um dos nomes mais fortes para assumir a pasta pela Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder. O professor da USP contesta os profetas do apocalipse do “aquecimento global”. Salles é vinculado ao ex-governador de São Paulo, o tucano Geraldo Alckmin, derrotado nas eleições presidenciais deste ano. Entre 2013 e 2014, foi secretário particular de Alckmin. De 2016 a 2017, Salles foi secretário de Meio Ambiente de São Paulo. Nas eleições deste ano, Salles concorreu a uma cadeira na Câmara dos Deputados pelo partido NOVO, mas não foi eleito. Em 2006 participou da fundação do Movimento Endireita Brasil (MEB), juntamente com quatro amigos. A entidade ficou conhecida por criar o Dia da Liberdade de Impostos em São Paulo, em 2010, evento que ocorre no mês de maio. O futuro ministro  é formado em direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, cursou pós-graduação nas universidades de Coimbra e de Lisboa, além de ter especialização em administração de empresas pela Fundação Getulio Vargas. Em 2012, juntamente com o advogado Guilherme Campos Abdalla, pediu o impeachment do ministro Dias Toffoli, atual presidente do Supremo Tribunal Federal, por crime de responsabilidade, no julgamento da ação penal do mensalão. Salles é réu por improbidade administrativa em ação movida pelo Ministério Público de São Paulo. O futuro ministro e outras duas pessoas são acusadas de esconder alterações em mapas do zoneamento ambiental do rio Tietê, na Grande São Paulo, em 2016. A ação aguarda uma decisão na 3ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo. Saiba quem são os 22 ministros do governo Bolsonaro: – Onyx Lorenzoni (Casa Civil); – Paulo Guedes (Economia); – General Augusto Heleno (Segurança Institucional); – Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia); – Sérgio Moro (Justiça); – Tereza Cristina (Agricultura); – General Fernando Azevedo e Silva (Defesa); – Ernesto Araújo (Relações Exteriores); – Roberto Campos Neto (Banco Central); – Wagner Rosário (Transparência e CGU); – Luiz Henrique Mandetta (Saúde); – André Luiz de Almeida Mendonça (AGU); – Gustavo Bebianno (Secretaria Geral da Presidência); – Ricardo Vélez Rodríguez (Educação); – General Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo); – Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura); – Gustavo Canuto (Desenvolvimento Regional); – Osmar Terra (Ministério da Cidadania); – Marcelo Álvaro Antônio (Turismo); – Bento Costa Lima (Minas e Energia); – Dalmares Alves (Mulheres, Família e Direitos Humanos); – Ricardo de Aquino Salles (Meio Ambiente). (Com informações da Agência Brasil)