Chuvas insuficientes

alimentos

A colheita do ano passado na Coreia do Norte foi a pior em 10 anos e as chuvas não serão suficientes este ano
17/05/2019

Seca poderá agravar escassez de alimentos na Coreia do Norte

Chuvas insuficientes

Seca poderá agravar escassez de alimentos na Coreia do Norte

A colheita do ano passado na Coreia do Norte foi a pior em 10 anos e as chuvas não serão suficientes este ano

O jornal do partido governista da Coreia do Norte informa que o volume de chuva, o menor registrado no país desde 1917, poderá agravar a escassez de alimentos. Citando um especialista em meteorologia, a edição de hoje (17) do jornal Rodong Sinmun diz que a média de precipitação pluviométrica no país foi de apenas 56,3 milímetros entre o dia 1º de janeiro e 15 de maio. O número equivale a cerca de 40% do nível normal. O especialista acrescentou que não irá chover o suficiente para superar a estiagem, e que as atuais condições meteorológicas poderão continuar até o início de junho. O Programa Mundial de Alimentos anunciou, em relatório divulgado este mês, que a colheita do ano passado na Coreia do Norte foi a pior em 10 anos. O presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, vem dando indicações de que um auxílio em alimentos deve ser oferecido à Coreia do Norte, apesar da estagnação das conversações sobre a desnuclearização do país. A iniciativa de Moon poderá, no entanto, enfrentar oposição, uma vez que Pyongyang reiniciou recentemente o lançamento de mísseis balísticos, violando resoluções do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas. (ABr)
10/04/2019

Inflação oficial sobe para 0,75% em março puxado por alimentos transporte, diz IBGE

IPCA

Inflação oficial sobe para 0,75% em março puxado por alimentos transporte, diz IBGE

É a maior taxa para o mês desde 2015; o acumulado do ano é o maior para um primeiro trimestre desde 2016

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial subiu para 0,75% em março deste ano. Em fevereiro, a taxa havia sido de 0,43%. A taxa também ficou acima do 0,09% de março do ano passado. Segundo dados divulgados hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula taxas de inflação de 1,51% no ano e 4,58% em 12 meses. A taxa de março foi a maior para o mês desde 2015 (1,32%). O acumulado do ano é o maior para um primeiro trimestre desde 2016 (2,62%). O acumulado em 12 meses é o maior desde fevereiro de 2017 (4,76%). Segundo o IBGE, a inflação de março foi fortemente influenciada pelas altas de preços dos alimentos e bebidas (1,37%) e dos transportes (1,44%), que responderam por 80% da taxa de inflação no mês. Os alimentos para consumir em casa ficaram 2,07% mais caros no mês. Entre os produtos alimentícios que influenciaram o comportamento da inflação estão o tomate (31,84%), a batata-inglesa (21,11%), o feijão-carioca (12,93%) e as frutas (4,26%). A alta dos transportes foi influenciada pelo preço dos combustíveis, que subiram 3,49% no mês. A gasolina ficou 2,88% mais cara e o etanol, 7,02%. Outros grupos de despesa que registraram aumento da taxa de fevereiro para março foram artigos de residência (de 0,2% para 0,27%) e vestuário (de -0,33% para 0,45%). Quatro grupos de despesa continuaram registraram inflação em março, mas com taxas mais moderadas do que no mês anterior: habitação (que caiu de 0,38% para 0,25%), saúde e cuidados pessoais (de 0,49% para 0,42%), despesas pessoais (de 0,18% para 0,16%) e educação (de 3,53% para 0,32%). Comunicação foi o único grupo de despesas que registrou deflação (queda de preços) em março (-0,22%). Em fevereiro, havia registrado estabilidade de preços. (ABr)
06/12/2018

Alimentos da cesta básica estão mais caros em 16 capitais brasileiras

Dieese

Alimentos da cesta básica estão mais caros em 16 capitais brasileiras

As altas mais expressivas foram em Belo Horizonte (7,81%), São Luís (6,44%), Campo Grande (6,05%) e São Paulo (5,68%)

O preço dos alimentos da cesta básica aumentou em 16 das 18 capitais brasileiras pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos ( Dieese). As altas mais expressivas foram em Belo Horizonte (7,81%), São Luís (6,44%), Campo Grande (6,05%) e São Paulo (5,68%). Houve queda em Vitória (-2,65%) e Salvador (-0,26%). A cesta mais cara foi a de São Paulo (R$ 471,37), seguida pela de Porto Alegre (R$ 463,09), Rio de Janeiro (R$ 460,24) e Florianópolis (R$ 454,87). Os menores valores médios foram observados em Salvador (R$ 330,17) e Natal (R$ 332,21). Durante o ano de 2018, todas as capitais acumularam alta, com destaque para Campo Grande (14,89%), Brasília (13,44%) e Fortaleza (12,03%). De outubro a novembro deste ano, os alimentos que apresentaram alta na maior parte das capitais pesquisadas foram tomate, batata, óleo de soja, pão francês e carne bovina de primeira. Já o leite integral teve queda de preços em 16 capitais. Com base nesses valores, o Dieese estimou em R$ 3.959,98 o salário mínimo necessário para a uma família de quatro pessoas no mês de novembro, o equivalente a 4,15 vezes o mínimo atual, de R$ 954. Em outubro, o salário mínimo foi estimado em R$ 3.783,39. O tempo médio que um trabalhador levou para adquirir os produtos da cesta básica, em novembro, foi de 91 horas e 13 minutos. Em outubro de 2018, ficou em 88 horas e 30 minutos. (ABr)
13/11/2018

Puxada por alimentos, venda do varejo tem queda de 1,3% em setembro

Dados IBGE

Puxada por alimentos, venda do varejo tem queda de 1,3% em setembro

O maior impacto foi sentido nos hipermercados, supermercados, alimentos, bebidas e fumo

O volume de vendas do varejo brasileiro teve queda de 1,3%, frente a agosto, informou o IBGE nesta terça-feira (13). O maior impacto veio da queda na vendas de hipermercados, supermercados, alimentos, bebidas e fumo. A queda, que vem após alta de 2% no mês anterior, se deu em seis das oito atividades levantadas na Pesquisa Mensal de Comércio. O recuo de 1,2% nas vendas de hipermercados, supermercados, alimentos, bebidas e fumo marcou a maior retração no mês. Segundo a gerente da pesquisa, Isabella Nunes, o recuo foi impulsionado pelo fim da deflação dos preços dos alimentos. “A inflação estava em -0,7 em julho, -0,6 em agosto, e em setembro estabilizou em zero.” Nunes destaca também que o comércio apresenta estabilidade em comparação com setembro do ano passado (0,1%), quando o mercado de trabalho começou a dar sinais de recuperação. “Foi um mês especialmente forte, após dois anos de recessão, quando as famílias apertaram os cintos e postergaram as compras.” “Além disso, a liberação de recursos livres do FGTS permitiu que muitas pessoas pagassem suas dívidas e se tornassem mais propensas ao consumo. Isso gerou uma base de comparação bastante elevada”, disse a pesquisadora.(FolhaPress)