Exames estão normais

alimentação

Presidente apresentou quadro de náusea e vômito, segundo boletim médico
02/02/2019

Bolsonaro se sente mal e usa sonda para alimentação

Exames estão normais

Bolsonaro se sente mal e usa sonda para alimentação

Presidente apresentou quadro de náusea e vômito, segundo boletim médico

O presidente Jair Bolsonaro se sentiu mal na tarde de hoje (2), apresentado quadro de náusea e vômito, segundo boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein, na capital paulista. Ele usa uma sonda nasogástrica para se alimentar. Bolsonaro, apesar da indisposição, não tem febre e não sente dor. Exames laboratoriais feitos no presidente estão normais. Os médicos ainda orientam que as visitas sejam restritas. Apenas a esposa Michelle Bolsonaro e o filho Carlos Bolsonaro acompanham o presidente. Apesar do pedido da equipe médica para que o presidente evite emoções, Carlos Bolsonaro, revelou nas redes sociais que o pai assiste nesta tarde ao jogo do Palmeiras contra o Corinthians pelo Campeonato Paulista. Carlos Bolsonaro também pediu orações pela recuperação do pai. “Continuem com suas orações e apoio! Faz toda diferença!”, escreveu Carlos. (ABr)
11/01/2019

Medida pelo IPCA, inflação oficial fecha 2018 em 3,75%

Economia

Medida pelo IPCA, inflação oficial fecha 2018 em 3,75%

Principal responsável pela inflação de 3,75% em 2018 foi o aumento do custo com alimentos

A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou 2018 em 3,75%. Em 2017, ela havia ficado em 2,95%. Os dados foram divulgados nesta (11) no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A inflação ficou dentro da meta estabelecida pelo Banco Central para 2018, que varia de 3% a 6%. Em dezembro, o IPCA registrou inflação de 0,15%, taxa maior que a de novembro, que teve deflação de 0,21%. Em dezembro de 2017, o indicador havia registrado inflação de 0,44%. Com alta de 4,04%, alimentos puxam inflação O principal responsável pela inflação de 3,75% em 2018 foi o aumento do custo com alimentos, que tiveram alta de preços de 4,04% no ano passado. Em 2017, o grupo alimentação e bebidas registrou queda de preços de 1,87%. O resultado foi impactado pela greve dos caminhoneiros em maio, o que provocou desabastecimento de itens alimentícios e aumento de preços desses produtos. Os alimentos consumidos em casa ficaram 4,53% mais caros no ano, enquanto os preços dos alimentos consumidos fora de casa (em bares e restaurantes, por exemplo) subiram 3,17%. Os produtos alimentícios que tiveram maior impacto na inflação de 2018 foram o tomate (71,76% mais caros), frutas (14,1%), refeição fora de casa (2,38%), lanche fora (4,35%), leite longa vida (8,43%) e pão francês (6,46%). Outras despesas Outros grupos de despesas que tiveram impacto importante na inflação do ano passado foram habitação (4,72%) e transportes (4,19%). Entre os itens de transporte que ficaram mais caros estão passagem aérea (16,92%), gasolina (7,24%) e ônibus urbano (6,32%). Já entre os gastos com habitação, o principal impacto no aumento do custo de vida veio da energia elétrica (8,7%). Entre os nove grupos de despesa pesquisados, apenas comunicação teve deflação (-0,09%). Os demais grupos tiveram os seguintes índices de inflação: artigos de residência (3,74%), saúde e cuidados pessoais (3,95%), educação (5,32%), despesas pessoais (2,98%) e vestuário (0,61%). Dezembro Em dezembro, o IPCA registrou taxa de inflação de 0,15%. No mês, os alimentos também foram os principais responsáveis pela alta de preços, com uma inflação de 0,44%. Os transportes e os gastos com habitação, por outro lado, evitaram uma alta maior do IPCA no mês, ao acusarem deflação de 0,54% e 0,15%, respectivamente. Capitais Entre as regiões metropolitanas e capitais pesquisadas pelo IBGE, Porto Alegre foi a que acumulou maior inflação em 2018 (4,62%), seguida por Rio de Janeiro (4,3%), Vitória (4,19%) Salvador (4,04%) e Belo Horizonte (4%), todas acima da média nacional. As menores taxas de inflação foram observadas em Aracaju (2,64%), São Luís (2,65%), Recife (2,84%), Fortaleza (2,9%) e Campo Grande (2,98%). (ABr)
27/12/2018

MP faz operação contra fraude envolvendo alimentação em presídios do Rio

Investigação

MP faz operação contra fraude envolvendo alimentação em presídios do Rio

Alvo é uma organização criminosa acusada de fraude na licitação para a exploração de cantinas em penitenciárias do estado

O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp) do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) cumpre nesta quinta (27) oito mandados de busca e apreensão em uma investigação contra fraudes envolvendo a alimentação em presídios do Rio. Segundo nota divulgada pelo MPRJ, o alvo é uma organização criminosa acusada de fraude na licitação para a exploração de cantinas em penitenciárias do estado do Rio de Janeiro. Ainda de acordo com o MPRJ, também participam da ação a Corregedoria da Polícia Militar e a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, responsável pelos presídios fluminenses. (ABr)
07/11/2018

Considerado a inflação oficial, IPCA fica em 0,45% em outubro

Economia

Considerado a inflação oficial, IPCA fica em 0,45% em outubro

Essa é a maior taxa para o mês desde 2015, de acordo com o IBGE

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, fechou outubro em 0,45%, de acordo com dados divulgados nesta quarta (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa foi a maior taxa registrada para o mês desde 2005, quando o IPCA ficou em 0,82%. No acumulado em 12 meses, a inflação oficial ficou em 4,56%. Nos 12 meses anteriores, o índice fechou em 4,53%. Com o resultado, o IPCA se mantém acima da meta estipulada pelo Banco Central, que é de 4,5% para o ano — com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. O resultado foi puxado pelos setores de transportes e alimentos. Os preços relacionados ao transporte registraram alta de 0,92% no mês. O valor dos combustíveis registrou alta de 2,44%: etanol (4,07%), óleo diesel (2,45%), gasolina (2,18%) e gás veicular (0,06%). Ainda no setor de transportes, as passagens aéreas tiveram alta de 7,49%. Já o grupo de alimentação e bebidas teve aceleração de 0,59%. Somados, esses dois setores representam 43% dos gastos das famílias brasileiras. A alta foi puxada principalmente pelo preço do tomate, batata-inglesa, frango e carnes.