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Alckmin afirma que, eleito, vai avaliar a extinção do Ministério do Trabalho

Candidato tucano defende a reforma trabalhista

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Geraldo Alckmin foi o presidenciável que informou maior arrecadação até este momento: R$ 46,3 milhões, sendo 97,9% do Fundo Especial de Financiamento de Campanha. Foto: Reprodução/GloboNews

Pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin afirmou em entrevista à Globonews que, se for eleito, vai avaliar a extinção do Ministério do Trabalho, repartição cuja inutilidade se evidencia a cada dia e a cada escândalo..

Ele defendeu a nova lei trabalhista e não detalhou se algum órgão herdará as atividades da pasta. Cabe ao Ministério do Trabalho, por exemplo, definir e gerir as políticas de geração de emprego e de modernização das relações de trabalho, além da fiscalização e da política salarial.

A extinção do Ministério do Trabalho “é uma ideia que nós estamos amadurecendo2, disse Alckmin. “Um governo deve sair o máximo que ele puder. Esse é um assunto dos trabalhadores [a manutenção dos sindicatos]. Como fazerem o seu sindicato, a sua representação poder ter meios de subsistência? É um assunto deles, dos trabalhadores, eles que vão decidir”, completou.

Alckmin disse ainda que não vai retomar a obrigatoriedade do recolhimento do imposto sindical. “Imposto sindical é absurdo. […] O Brasil tem 17 mil sindicatos, [dos quais] 11,5 mil sindicatos de trabalhadores e 5,7 mil sindicatos patronais. [O imposto sindical] não voltará, nós somos contra”, afirmou o candidato.