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Controle mais firme

Rodrigo Cunha fiscalizará tragédias e corrupção à frente de comissão no Senado

Senador alagoano defende rigor contra atividades de risco e o poder público

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Senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL), líder na pesquisa para prefeito de Maceió. (Foto: Pedro França/Agência Senado)

Enquanto o ex-presidente do Senado Renan Calheiros (MDB-AL) amarga sucessivas derrotas no parlamento, o senador mais votado de Alagoas, Rodrigo Cunha (PSDB-AL), assumiu no fim da tarde de ontem (13) a Presidência da Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor do Senado. O senador tucano ressaltou que atuará contra tragédias e em busca de mais transparência para combater irregularidades e atos de corrupção, em sintonia com o clamor popular pelo controle social das políticas públicas.

Em seu primeiro mandato de senador, Rodrigo Cunha destaca a oportunidade de ficar à frente de debates sobre a má gestão de recursos públicos e as diversas tragédias que afetaram o Brasil, e defende a necessidade de haver atuação mais rigorosa do poder público para ampliar os controles e a fiscalização de casos como os de rompimento das barragens mineiras e do afundamento do bairro do Pinheiro, em Maceió (AL).

O senador alagoano citou os casos das mortes em Brumadinho (MG) e no Centro de Treinamento do Flamengo como exemplos da carência de controle mais firme das atividades econômicas que possam afetar a vida dos brasileiros, para evitar novas tragédias.

“A Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor tem um papel crucial. As tragédias recentes em Brumadinho e no Centro de Treinamento do Flamengo, que acontecem todas enquanto as tristes histórias de Mariana e do Incêndio do Museu Nacional no Rio ainda estão presentes, são prova do quanto é preciso endurecer na fiscalização e no controle das instalações e das atividades que aí estão”, afirmou Rodrigo Cunha.

Único alagoano a presidir uma comissão neste início de legislatura no Senado, Rodrigo Cunha também lembrou de seu papel de fiscalizar inúmeras obras paradas no Brasil, decorrentes da má gestão do dinheiro público. “O mau uso dos recursos públicos traz um prejuízo enorme à vida das pessoas”, concluiu.

O senador tucano também reencontra na comissão a área de atuação através da qual ganhou notoriedade política, quando foi superintendente do Procon de Alagoas, demonstrando sensibilidade às demandas relativas ao Direito dos Consumidores.

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