Celeridade

Maia vai pautar ajuda aos estados e medias provisórias na próxima semana

Presidente da Câmara quer dar celeridade às propostas de combate à pandemia de Covid-19

acessibilidade:
Para Rodrigo Maia, os índices mostram que a sociedade brasileira apoia o trabalho de Mandetta Foto: Luis Macedo

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), informou que deve pautar o Plano Mansueto no início da próxima semana. A proposta  estabelece um programa de ajuda financeira aos estados comprometidos com medidas de ajuste fiscal.

Maia também disse que vai organizar um calendário de votações de Medidas Provisórias na semana que vem para dar celeridade às propostas no combate à pandemia.

Rodrigo Maia também destacou que na próxima semana a Câmara deve analisar o texto aprovado pelo Senado que amplia o benefício de R$ 600, já sancionado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro.

A proposta estende os recursos para outras profissões e pessoas que não estavam na medida original, como trabalhadores intermitentes, ativos ou não. Para Maia, é preciso discutir com a equipe econômica o impacto da medida. “Para que a gente compreenda como ajudar a avançar na matéria sem ser um valor enorme e atendendo essa outra parte da sociedade”, explicou.

Pesquisa Datafolha
Questionado por jornalistas, Maia também comentou sobre a pesquisa publicada nesta sexta-feira (3) pelo Instituto Datafolha que mediu a aprovação do presidente Bolsonaro e das políticas do ministério da Saúde no combate à pandemia.

Na pesquisa, a aprovação do Ministério da Saúde, comandado por Luiz Henrique Mandetta, chega a 76%; enquanto a de Bolsonaro está em 33%. O presidente da República e o ministro da Saúde tem entrado em conflito em razão das medidas a serem tomadas em razão do enfrentamento do coronavírus no País.

Para Rodrigo Maia, os índices mostram que a sociedade brasileira apoia o trabalho de Mandetta. “A pesquisa mostra a condução firme, objetiva, transparente e corajosa do ministro no comando da crise, e mostrando ao Brasil suas qualidades como gestor público”, disse.(Com informações Agência Câmara)