Sem intimidação

Gilmar diz que MPF fez ‘gambiarra’ para levar o caso Paulo Preto a Curitiba

Ministro acha que sua alegada suspeição é só para intimidar

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O ministro Gilmar Mendes acusa procuradores de tentarem impedi-lo de julgar questões relativas ao tucano Aloysio Nunes e a Paulo Vieira de Souza (“Paulo Preto”) porque está sob seu exame uma reclamação acusando-os de recorrerem a uma “gambiarra” para transferir esse caso à Lava Jato em Curitiba. “Eles não conseguirão me intimidar”, diz ele, contra a alegação de suspeição. Gilmar é o relator, no Supremo Tribunal Federal (STF), das investigações sobre o ex-diretor da Dersa. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Para o MPF, Paulo Preto operou complexo esquema de lavagem de dinheiro de corrupção da Odebrecht, que é alvo central da Lava Jato.

Paulo Preto teria lavado dinheiro sujo com o Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, empreiteira preferida do PT e do PSDB.

O MPF quer Paulo Preto em Curitiba também por suas ligações a delatados pela Odebrecht, como o ex-ministro Aloysio Nunes.

Há casos como o do tríplex do Guarujá, que levou o ex-presidente Lula à cadeia: originalmente foi transferido de São Paulo para Curitiba.

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