Poder sem Pudor


19/01/2019

O sem-audiência

O sem-audiência

Depois de meses sem conseguir ser recebido pelo então ministro Patrus Ananias (Desenvolvimento Social), o deputado Givaldo Carimbão (PSB-AL) não contou conversa: saiu da recepção do ministro, foi a uma loja, comprou dez metros quadrados de lona preta e voltou. Sem dizer nada, começou a estender a lona no hall do ministério. Indagado por funcionários, esclareceu: iria acampar ali mesmo, até ser recebido pelo ministro. Patrus apareceu em sua frente no tempo recorde de 60 segundos.
18/01/2019

Duelo eleitoral

Duelo eleitoral

Certa vez, candidato contra João Cleofas em Pernambuco, Agamenon Magalhães encontrou o adversário e foi logo provocando: – Desta vez, vou te derrotar. – Nunca. Nem agora nem em qualquer outra eleição. – Por que? – Porque você tem usinas. Pensa dois terços do tempo em suas usinas e um terço em política. Eu, não. Penso em política 24 horas por dia. Só perdeu para a morte.
17/01/2019

Presidência como meta

Presidência como meta

Em 1950, um grupo conversava na casa da escritora Maria de Lourdes Lebert, em São Paulo, quando entrou uma linda jovem, olhos de gata, sem cumprimentar ninguém. Foi interceptada por um galanteador: – Você chega e não fala com ninguém. É só porque é bonita? – Não o conheço – respondeu ela – Quem é você? – Sou o futuro presidente da República… – …e eu sou Joana D’Arc – devolveu a moça – Já ouviu falar nela? A jovem era a modelo Nair, que depois se casaria com o tapeceiro Genaro de Carvalho. O rapaz era o deputado estadual gaúcho João Goulart.
16/01/2019

Fome de patrimônio

Fome de patrimônio

Numa roda, Heloísa Helena (PSOL-AL) pediu um chocolate ao líder do PMDB no Senado, Ney Suassuna (PB), rei das guloseimas, e brincou: – Agora, quero só 99% da sua fortuna. – Está vendo, Gabeira, como é essa esquerda? – reagiu Suassuna. – Dê 75% a ela, que está bom… – sugeriu o deputado. José Sarney observou a silhueta arredondada de Suassuna e tascou: – Sem dinheiro, Ney, você vai ficar tão leve…
15/01/2019

Em forma, na marra

Em forma, na marra

Durante a Cúpula com países árabes, certa vez, o então presidente do Paraguai, Nicanor Duarte Frutos, decidiu correr no Parque da Cidade, em Brasília, pelas 19h. Ele e o embaixador do Paraguai, Luiz Gonzalez Arias, trajados a rigor (tênis, bermuda, camiseta), perguntaram a um office-boy do Hotel Meliá Brasília como chegar ao parque. Solícito, o rapaz foi até a calçada e apontou a direção do parque, mas acabou “convocado” pelos seguranças a acompanhar os paraguaios. Correu os 40 minutos do “cooper” vestindo uniforme, com luvas e sapatos sociais.
14/01/2019

O ritmo da crise

O ritmo da crise

O senador gaúcho Pinheiro Machado saía do Senado, em uma tarde de forte crise política. Nas ruas, o povo estava inquieto. – Como é que eu devo dirigir, senador? – indagou o preocupado motorista. – Nem tão ligeiro que pareça covardia – respondeu o líder conservador – nem tão devagar que dê idéia de provocação…
13/01/2019

Correndo frouxo

Correndo frouxo

O então senador Mão Santa (PMDB-PI) fazia nova acusação a Lula: – Ele tirou o “Ordem e Progresso” da bandeira do Brasil e botou “Desordem e Regresso”! Presidindo a sessão, o senador Tião Viana (AC), ex-líder do governo, caiu na risada, como quase todo o plenário. Mas não saiu em defesa de Lula.
12/01/2019

Político pipoqueiro

Político pipoqueiro

Avesso a aparições e declarações públicas, o ex-governador mineiro Hélio Garcia acabara de votar, nas eleições municipais de 1996, quando foi cercado por jornalistas. Parou junto a um pipoqueiro e manteve a boca ocupada para não ter que responder a perguntas. Mas perdeu a paciência com uma repórter de rádio: em vez de engolir pipocas, neutralizou a jornalista insistente colocando “gentilmente” as pipocas na boca dela.
11/01/2019

Visita de uma raposa

Visita de uma raposa

José Maria Alkimin entra na Câmara com a mulher e encontra um correligionário do PSD, muito assustado: – O Lacerda vai fazer um discurso daqui a pouco e promete derrubar o Juscelino. Você, líder da maioria, precisa se preparar para responder! Alkimin não perde a calma, pensa um pouquinho e diz: – Tem razão. Continua andando e encontra um Lacerda pondo fogo pelas ventas: – É bom você se preparar: tenho tantas denúncias de corrupção contra o Juscelino que depois do meu discurso não ficará pedra sobre pedra! – Carlos, você não deixa de ter razão – responde Alkimin, sério. Vai em frente e a sra. Alkimin lhe dá um puxão no braço: – Zé Maria! Vem o deputado governista e você concorda com ele, vem o Lacerda, um incendiário, e você também concorda com ele, qual é a sua posição, afinal? E Alkimin, impávido: E não é que você tem toda razão?
10/01/2019

Jóquei valente

Jóquei valente

Gaúcho com a faca na bota, o general e ex-governador Flores da Cunha achou, certa vez, numa corrida de cavalos, que o jóquei fora desonesto. – Você roubou a corrida, seu safado! – Ladrão é sua mãe! – reagiu o jóquei, para a perplexidade geral. – Muito bem, você reagiu como homem – surpreendeu Flores da Cunha – Se outra tivesse sido sua resposta, confirmaria que era um canalha. Cumprimentou o jóquei e foi embora.
09/01/2019

Requerimento arriscado

Requerimento arriscado

O deputado João Pizzolatti (PP-SC) investigava maracutaia no Ministério da Saúde, em 1996, quando um suspeito foi assassinado em Brasília dias depois de encontrá-lo. Preocupado, ele consultou o presidente do partido, Esperidião Amin, sobre o risco de entrar com um pedido de informações sobre a compra de remédios no Ministério da Saúde. A resposta de Amin: – Acho que você deveria entrar com o requerimento assim mesmo. Se te matarem, pelo menos nós saberemos que estamos no caminho certo…
07/01/2019

Calaboca diplomático

Calaboca diplomático

O então secretário-geral de Cooperação e Comunidades Brasileiras no Exterior, embaixador Ruy Nogueira, foi direto ao assunto na sessão que discutiu, certa vez, na Câmara, o fim do visto para americanos que visitam o Brasil. A proposta era de americanófilos como o deputado Carlos Cadoca (PE), que acham irrelevante os EUA exigirem vistos de brasileiros: “Reciprocidade é igual a virgindade. Não há ‘meio-virgem’”, disparou o experiente diplomata à queima-roupa.

Mais Notícias

19/01/2019

Centro de Lançamento de Alcântara e o setor espacial são temas de estudo

BRASIL E FOGUETES

Centro de Lançamento de Alcântara e o setor espacial são temas de estudo

Texto traz discussões relevantes referentes à utilização do Centro de Lançamento de Alcântara

O Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA), entendendo a importância do setor espacial para o Brasil, publicou recentemente um Texto para Discussão. O texto é o “TD nº 2.423 – O Centro de Lançamento de Alcântara (MA): abertura para o mercado internacional de satélites e salvaguardas para a soberania nacional”. Os autores são Israel de Oliveira, coordenador de estudos do IPEA; Rogério Luiz Veríssimo Cruz, da Agência Espacial Brasileira; Giovanni Roriz Lyra Hilldebrand e Matheus Augusto Soares, pesquisadores do IPEA. O texto traz discussões relevantes referentes à utilização do Centro de Lançamento de Alcântara, atualmente tão presente na mídia, e que pode colocar o Brasil entre os poucos países que possuem centros de lançamento comerciais. Além de abordar os aspectos históricos do Programa Espacial Brasileiro (PEB), com suas principais conquistas nos segmentos de satélites e de veículos lançadores, o estudo também discute os condicionantes e as oportunidades que a utilização do Centro de Lançamento de Alcântara pode proporcionar. Como condicionante, o TD discute e explica o que são os acordos de salvaguardas tecnológicas (AST), que vêm sendo discutidos no Brasil desde 2003. O AST com os Estados Unidos é essencial para garantir a operação comercial do Centro, uma vez que esse acordo serve para garantir a proteção das tecnologias estrangeiras que venham a ser utilizadas por satélites ou veículos lançadores em Alcântara (MA). Também são apresentados, oportunamente, os modelos de negócio com relação a centros de lançamentos adotados por outros países, tais como Estados Unidos, Índia, Reino Unido, Rússia, França e China. Esses exemplos são fundamentais para se pensar na estratégia que o Brasil deverá adotar para explorar o seu centro de lançamento. Embora se tenha em mente que o Brasil deverá construir uma solução específica, respeitando seu regramento jurídico, a experiência de outros países pode ajudar na construção de uma solução mais eficaz. A pesquisa também aborda a questão fundiária, ainda a ser resolvida para a plena consolidação da área do Centro. Cabe destacar que já é possível que o Centro realize atividades comerciais de lançamento com a área hoje destinada a ele. A área adicional pleiteada serviria para a criação de novos sítios e para atrair empresas, que ali implantariam estruturas dedicadas a cada veículo lançador de seu interesse. Transversal O setor espacial é um segmento completamente transversal, que gera impactos e spinoffs em praticamente toda a cadeia de valor econômica. Transformar o Centro de Lançamento de Alcântara em um centro operacional comercial trará benefícios na forma de geração de renda, emprego e desenvolvimento regional, não somente para a cidade de Alcântara, mas também para o seu entorno e para o Brasil. Nesse sentido, cabe destacar a iniciativa da Agência Espacial Brasileira de negociar com a Secretaria de Aviação Civil, o zoneamento civil-militar do aeródromo localizado em Alcântara. O zoneamento, cujas obras se iniciam ainda em 2019, permitirá a modernização do aeroporto, item de infraestrutura essencial para garantir acesso eficiente e de baixo custo ao Centro de Lançamento de Alcântara. O Texto para Discussão pode ser acessado na integra pelo link: http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/TDs/td_2423.pdf Para saber mais sobre o Centro de Lançamento de Alcântara, o mercado de satélites e as perspectivas para o uso comercial do Centro, conheça aqui o Relatório Técnico divulgado pela Agência Espacial.   Leia mais sobre Ciência, Tecnologia e Inovação em BRASIL CTI.
19/01/2019

Governos do PT usaram o BNDES para criar o ‘crime perfeito’ de corrupção

Crime perfeito

Governos do PT usaram o BNDES para criar o ‘crime perfeito’ de corrupção

Financiamentos eram reservados a ditaduras sem órgãos de controle

A “exportação de serviços” custeada pelo Tesouro Nacional via BNDES foi criada pelo governo FHC, em 1998, para driblar a exigência constitucional de submeter ao Senado financiamentos no exterior com dinheiro público. Mas a invenção da tecnocracia tucana foi sofisticada nos governos do PT, com o “crime perfeito” de financiar ditaduras sem órgãos de controle, tipo TCU, que resultou na chocante ‘lista BNDES’, divulgada nesta sexta (18), de obras no exterior com dinheiro público. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder. O Tesouro Nacional passou a financiar obras bilionárias lá fora, a juros irrisórios e carência de mais de vinte anos, em contratos secretos. A única condição imposta às ditaduras financiadas era a obra ser feita por empreiteira brasileira, e sem licitação. Quase sempre, a Odebrecht. O valor saía do Tesouro, fazia “pit-stop” no BNDES e acabava na conta da empreiteira no Brasil, em reais. Sem passar pelo crivo do Senado. A lista do “crime perfeito”, com dinheiro do BNDES, saiu nesta sexta (18). Só a Odebrecht, empreiteira favorita de Lula, levou R$18 bilhões.
19/01/2019

Sindicatos tentam obter dinheiro com chantagem contra quem não lhes paga

Que tipo de gente...

Sindicatos tentam obter dinheiro com chantagem contra quem não lhes paga

Pelegada quer excluir dos acordos coletivos quem não paga 'contribuição'

É criminosa a manobra de sindicalistas para “compensar” a perda de receita após a reforma trabalhista. Ameaçam excluir dos benefícios obtidos em negociações, inclusive reajustes, os trabalhadores que não pagam imposto ou “contribuição” sindical. A medida imaginada pelos pelegos é inconstitucional e não resistiria à Justiça, mas a tentativa de extorsão revela o tipo de gente que controla o movimento sindical. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder. A lei que instituiu a reforma trabalhista determina que a cobrança só pode ser feita com a prévia autorização de cada trabalhador. Os pelegos, que construíram fortunas pessoais com os R$3,5 bilhões anuais do imposto obrigatório, alegam que perderam 90% da receita. Muitos sindicatos viraram forma de achacar incautos e tornar vigaristas milionários. O Brasil tem hoje 93% de todos os sindicatos do mundo.
18/01/2019

Francisco Maia eleito para exercer em definitivo a presidência da Fecomércio-DF

Sucessão na Fecomércio-DF

Francisco Maia eleito para exercer em definitivo a presidência da Fecomércio-DF

Decisão foi do conselho de representantes por 16 votos a 10

Em reunião extraordinária realizada nesta sexta-feira (18), às 18h30, o Conselho de Representantes da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal decidiu, por 16 votos a 10, manter o empresário Francisco Maia no cargo de presidente da Fecomércio-DF durante toda a gestão atual, que vai até julho de 2022. Com a renúncia de Adelmir Santana, foi necessário convocar os conselheiros para cumprir os procedimentos de substituição previstos pela entidade. Seguindo o que determina o Estatuto, a maioria do Conselho entendeu que a Diretoria em exercício já havia sido eleita, em maio do ano passado, para cumprir um mandato de quatro anos, não sendo necessária nova eleição. Dessa forma, os cargos vagos serão ocupados conforme a escala hierárquica de sucessão. “Darei aos conselheiros, diretores e colaboradores do Sistema Fecomércio-DF todo o meu empenho e dedicação. Todos terão espaço nesse mandato, prioritariamente os sindicatos”, afirmou o presidente Francisco Maia. “Trabalharei fortemente em defesa dos setores de comércio, serviços e turismo. Vamos renovar, equilibrar e fortalecer a Fecomércio-DF, sempre lutando por Brasília e pelo seu desenvolvimento”, completou. Como presidente do Sistema Fecomércio no Distrito Federal, automaticamente Francisco Maia também passa a ser presidente dos conselhos regionais do Sesc e do Senac, além de presidente do Instituto Fecomércio. Com a decisão do Conselho de Representantes, a primeira, segunda e terceira vice-presidências terão como titulares, respectivamente, os empresários Edson de Castro, Antônio Tadeu Peron e Alexandre Augusto Bitencourt. O empresário Álvaro Silveira Júnior passa a ocupar a lista dos dez vice-presidentes gerais e Cristiane Carvalho Mendes se torna uma das diretoras adjuntas. A Fecomércio-DF é considerada a principal entidade representativa dos setores de comércio, serviços e turismo em Brasília. Possui 26 sindicatos filiados e dois associados, que, juntos, representam mais de 90 mil empresas responsáveis por 93% do PIB privado do DF. Maranhense que optou por Brasília Nascido em Teresina (PI), Francisco Maia Farias foi criado em São Luís (MA) até os 13 anos, quando se mudou para Brasília em 1963 e adotou a cidade para viver. Formado em jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), trabalhou nos principais veículos de comunicação da cidade durante a década de 70, tendo passado por Correio Braziliense, Jornal de Brasília, Rádio Nacional e Diário de Brasília, até virar empresário e montar seu próprio negócio na área de comunicação social. Foi pioneiro no segmento de produtoras de vídeo e, posteriormente, virou empreendedor no setor de eventos e hotelaria. Casado há 44 anos com sua esposa Solange Pinheiro Farias, tem três filhos e seis netos. Há 21 anos, Francisco Maia também faz parte da Diretoria da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF), tendo se tornado o atual presidente da entidade, e há oitos anos é o presidente do Sindicato das Empresas de Promoção de Eventos do DF (Sindeventos), também foi vice-presidente no Sindicato das Empresas de Turismo do Distrito Federal (Sindetur-DF) por quatro anos e é o atual presidente da Câmara de Turismo e Hospitalidade da Federação. Seu mandato como presidente do Sistema Fecomércio-DF (Fecomércio, Sesc, Senac e Instituto Fecomércio) vai até julho de 2022.
18/01/2019

Dilma ‘deu corda’ para Lava Jato implicar Lula, diz Palocci em delação

Fura-olho

Dilma ‘deu corda’ para Lava Jato implicar Lula, diz Palocci em delação

Segundo Palocci, havia 'ruptura' e havia dois grupos distintos dentro do PT

O ex-ministro Antonio Palocci, delator da Operação Lava Jato, relatou que a ex-presidente Dilma Rousseff “deu corda para o aprofundamento das investigações” da operação Lava Jato para implicar o ex-presidente Lula. Segundo Palocci, havia uma “ruptura” entre Lula e Dilma e dois grupos distintos tinham sido formados dentro do PT. Ele diz que a “briga” entre os dois começou com a indicação de Graça Foster para a presidência da Petrobras. A nomeação de Graça, segue Palocci, representava “meios de Dilma inviabilizar o financiamento eleitoral dos projetos de Lula retornar à Presidência”. O ex-ministro relatou que, naquele momento, Dilma tentava se afastar do controle de Lula. ​”Deve ser relembrado que [o ex-presidente da estatal Sérgio] Gabrielli era íntimo de Lula, ao passo que Graça era íntima de Dilma. Não havia qualquer intimidade entre Lula a Graça e a relação entre Dilma e Gabrielli comportava permanentes atritos.” Palocci afirma que, com o avanço da Lava Jato, a única preocupação de Lula era preservar a própria imagem. Lula “relembrava que Dilma era a presidente do conselho de administração da estatal na época de grande parte dos fatos apurados”. O ex-ministro diz que chegou a perguntar ao ex-presidente: “Por que você não pega o dinheiro de uma palestra e paga o seu tríplex?”. E que Lula teria respondido que um apartamento na praia não caberia em sua biografia. As informações estão em um dos termos de colaboração da delação fechada por Palocci com a Polícia Federal de Curitiba. O depoimento foi anexado ao inquérito da PF sobre a Usina de Belo Monte.(Folhapress)
18/01/2019

Bolsa fecha semana em alta e índice de desempenho bate recorde

Cotações

Bolsa fecha semana em alta e índice de desempenho bate recorde

Dólar encerra período com valorização de 0,23%

O Ibovespa, principal indicador de desempenho das ações negociadas na B3 (Bolsa de Valores de São Paulo), encerrou a semana com novo recorde nominal, alcançando 96.096 pontos, o que representa alta de 0,78% em relação ao pregão anterior. Ontem (17), o índice chegou a 95.351 – maior pontuação registrada até então. O Ibovespa acumula alta de 5,58%, considerando o fechamento do índice entre 2 de janeiro, primeiro dia de funcionamento da B3 em 2019, e esta sexta-feira (18).(ABr)