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31/10/2018

Programa Bastidores do Poder 31/10/2018

Programa Bastidores do Poder 31/10/2018

30/10/2018

Programa Bastidores do Poder 30/10/2018

Programa Bastidores do Poder 30/10/2018

29/10/2018

Programa Bastidores do Poder 29/10/2018

Programa Bastidores do Poder 29/10/2018

26/10/2018

Programa Bastidores do Poder 26/10/2018

Programa Bastidores do Poder 26/10/2018

25/10/2018

Programa Bastidores do Poder 25/10/2018

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24/10/2018

Programa Bastidores do Poder 24/10/2018

Programa Bastidores do Poder 24/10/2018

23/10/2018

Programa Bastidores do Poder 23/10/2018

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22/10/2018

Programa Bastidores do Poder 22/10/2018

Programa Bastidores do Poder 22/10/2018

Mais Notícias

21/11/2018

Superministro de Infraestrutura pode ser general que fez programa de governo

Superministro de Infraestrutura pode ser general que fez programa de governo

Oswaldo chefiou o elogiado Departamento de Engenharia do Exército

O general da reserva Oswaldo Ferreira, líder da equipe que elaborou o programa de governo de Jair Bolsonaro, é hoje um dos mais cotados para um “superministério” englobando, além do setor elétrico, áreas como transportes, logística e telecomunicações. O general, que chefiou o elogiado Departamento de Engenharia do Exército, propõe a criação no Planalto de um órgão central de Infraestrutura, acima de ministérios, que permitisse ao presidente Jair Bolsonaro, sempre, a última palavra. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Esse órgão central permitiria a Bolsonaro arbitrar disputas entre obras de hidrelétricas, por exemplo, e a burocracia da Funai, Ibama, MPF etc.

Eletrocratas e o mercado apostam em três nomes para ministro como Paulo Pedrosa, ex-secretário-executivo de Minas e Energia.

Os outros cotados são Luciano de Castro, professor na Universidade de Iowa, Estados Unidos, e o “consultor” Adriano Pires.

O setor elétrico torce apenas contra o ex-deputado baiano José Carlos Aleluia (DEM), ex-Chesf. Consideram-no “corporativista e estatizante”.

21/11/2018

No apagar das luzes, Pimentel ameaça vender parte da Light controlada pela Cemig

Fim de mandato

No apagar das luzes, Pimentel ameaça vender parte da Light controlada pela Cemig

Negócio pode ser fechado antes do fim do mandato do petista

O governador de Minas, Fernando Pimentel (PT), acaba de sofrer derrota vexatória na tentativa de reeleição, e teve sua gestão marcada por escândalos de corrupção como a Operação Acrônimo, da Polícia Federal. Mas, desafiando a sorte, no apagar das luzes do seu governo ele se prepara para vender parte da Light, concessionária de energia do Rio de Janeiro controlada pela Cemig, a estatal mineira de energia. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

As negociações estariam avançadas com o GP Investimentos, podendo inclusive assumir o controle da Light em lugar da Cemig.

Fundado por Jorge Paulo Lemann, o GP é controlado pelos executivos Antonio Bonchristiano, Fersen Lamas Lambranho e Marcelo Peano.

A Cemig tem sofrido nas mãos do PT. Teve de abrigar mais de 500 petistas que perderam boquinhas no governo Dilma e vários estados.

20/11/2018

Senador sergipano eleito gastou apenas R$ 70 mil em sua campanha eleitoral

Nova safra

Senador sergipano eleito gastou apenas R$ 70 mil em sua campanha eleitoral

Alessandro Vieira quer priorizar o combate à corrupção, transparência, segurança pública e o combate às Fake News

A eleição de 2018 trouxe mais renovação do que previam os especialistas. Um dos nomes da nova safra de políticos que chega ao Congresso Nacional em fevereiro de 2019 é o delegado Alessandro Vieira, eleito o senador mais votado de Sergipe. Com forte adesão de voluntários à campanha, o novo parlamentar gastou apenas cerca de R$ 70 mil, incluindo valor estimado de carro de família usado na campanha e do trabalho voluntário. Cada voto custou aproximadamente de R$ 0,14 – um dos mais baratos do Brasil. O voto mais caro para o Senado ficou em R$ 26,21.
“Tenho 16 anos de atuação no combate à corrupção como delegado de polícia e é esse conhecimento que quero levar ao Senado. Minha proposta sempre foi muito clara ao ingressar na política: fazer diferente e mostrar que é possível. Gastamos apenas 3% do valor do terceiro colocado na disputa, o Deputado Federal André Moura, líder do governo federal no Congresso, que tinha máquina a seu favor”, disse Alessandro Vieira. “Sergipe sempre teve campanhas muito milionárias e o custo recaía sobre os cidadãos. Nossa campanha mostrou que dá para fazer campanha limpa, honesta, sem caixa dois, sem compra de votos e de apoio, com poucos recursos e alicerçada em ideias. É isso que vou levar ao Congresso com o respaldo dos sergipanos”, acrescentou.
Alessandro Vieira concorreu pela REDE Sustentabilidade através de uma candidatura cívica, e faz parte do Movimento Acredito e do RenovaBR. Entre as pautas que o delegado vai priorizar no Senado estão o combate à corrupção, transparência, segurança pública e o combate às Fake News.
Novos rumos – O senador eleito já tem mostrado que é muito bom de articulação política. Ao lado de lideranças políticas estaduais, de diversos vereadores, quatro deputados estaduais e grande militância, Alessandro Vieira anunciou a filiação ao PPS nesta terça-feira (20). “Avaliamos bastante o processo de fusão que pode vir a ocorrer da REDE e do PPS, mas entendemos que política precisa de soluções no tempo da sociedade. O PPS está disposto a ser totalmente reformulado para abrigar o desejo de renovação política. É disso que o país precisa, é disso que Sergipe precisa. Os partidos precisam ser redesenhar, se adaptar aos novos tempos. Com o PPS teremos o espaço de diálogo e construção para isso”, explicou Vieira. Ainda segundo o parlamentar, as formas de inovação se darão já na montagem da equipe do seu gabinete, que deve contar com um processo seletivo aberto à população em geral.
20/11/2018

Jair Bolsonaro diz que vai ‘seguir normas legais’ para sucessão na PGR

Lista tríplice 

Jair Bolsonaro diz que vai ‘seguir normas legais’ para sucessão na PGR

O mandato de Raquel Dodge termina em setembro de 2019

Pela segunda vez, o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), não garantiu que vai seguir a lista tríplice apresentada pela ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República) para a escolha do novo chefe do Ministério Público.

Nesta terça-feira (20), Bolsonaro disse que “vai seguir todas as normas legais existentes” para fazer a sucessão na PGR (Procuradoria-Geral da República). O mandato de Raquel Dodge termina em setembro de 2019 e ela pode ou não ser reconduzida a um segundo período.

“A gente conversa em setembro do ano que vem. Mas, a princípio, a gente vai seguir todas as normas legais existentes”, afirmou, depois de  se reunir com Dodge na sede da PGR (Procuradoria-Geral da República), em Brasília.

A lei determina que o procurador-geral deve ter mais de 35 anos de idade.

Hoje, o mais provável é que haja troca de nomes na chefia do Ministério Público.

“Estou em visita de cortesia pelo profundo respeito ao Ministério Público e à senhora Raquel Dodge. Uma conversa bastante profícua. Estamos prontos para colaborar para com o futuro do nosso Brasil”, acrescentou.

Dodge é a responsável por uma das duas denúncias contra Bolsonaro que chegaram ao Supremo Tribunal Federal, ele foi acusado de racismo, mas a primeira turma do STF rejeitou a denúncia. A outra acusação, por incitação ao estupro, foi apresentada durante a gestão de seu antecessor, Rodrigo Janot, e Bolsonaro virou réu.

O próprio Bolsonaro já indicou que estuda fazer mudanças. Durante a campanha ele disse que não necessariamente escolherá o novo procurador-geral com base na lista tríplice da ANPR.

Procuradores ouvidos pela Folha de S.Paulo no início de novembro disseram que próximo ministro da Justiça, Sergio Moro, terá papel decisivo na escolha do novo PGR.

Os investigadores sustentam que o juiz tem boa interlocução com a categoria e pode ajudar a fazer o Congresso Nacional aprovar medidas que facilitem o trabalho da categoria, ou evitar que os parlamentares proponham leis que atrapalhem as diligências.

Além disso, destacam que é enorme a chance de Bolsonaro substituir a atual procuradora por alguém alinhado às suas pautas e que tenha o combate à corrupção como principal bandeira.

O procurador-geral tem o poder de pedir ao STF a abertura de investigações e ações criminais contra o presidente da República e seus ministros. Também cabe a ele questionar a constitucionalidade de determinadas leis.

Procuradores ressaltam que tradicionalmente os presidentes ouvem os ministros da Justiça e da CGU (Controladoria-Geral da União) para escolher o chefe do Ministério Público. Mas apostam que Moro, como homem-forte do governo nas relações com os setores da investigação, será mais influente na decisão.

Moro respaldou a indicação do ministro Wagner Rosário à frente da CGU, anunciada na manhã desta terça.

Ao sair da reunião com Dodge, Bolsonaro também comentou a indicação de Rosário.

“Ele esta fazendo um trabalho exemplar. E a decisão foi de que quem esta está dando certo tem que continuar”, afirmou.

Bolsonaro foi aplaudido por funcionários da PGR enquanto concedia entrevista.(FolhaPress)

20/11/2018

Conselho de Ética da Câmara arquiva representação contra Laerte Bessa

Quebra de decoro

Conselho de Ética da Câmara arquiva representação contra Laerte Bessa

Laerte Bessa era acusado pelo PSB de quebra de decoro parlamentar

O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados arquivou hoje (20) a representação do PSB contra o deputado Laerte Bessa (PR-DF). O parlamentar foi acusado de agredir física e verbalmente o subsecretário de Articulação Federal da Casa Civil do Distrito Federal, Edvaldo Dias da Silva, em maio, durante reunião da comissão mista do Congresso Nacional que discutia a medida provisória que criou o Ministério da Segurança.

Na reunião, discutia-se também a divisão de verbas do Fundo Constitucional do Distrito Federal entre segurança, saúde e educação.

Para o relator do parecer preliminar, deputado Hildo Rocha (MDB-MA), os fatos apresentados pelo PSB devem ser analisados em esfera penal, e não pelo conselho.

Rocha ressaltou ainda que a representação ficou prejudicada, já que a agressão ocorreu nas dependências do Senado, fora, portanto, do alcance administrativo da Câmara dos Deputados.

Na representação, o PSB pedia a perda do mandato de Laerte Bessa por quebra de decoro parlamentar. O partido alegou que Bessa xingou e agrediu com um soco Edvaldo Dias da Silva. O subsecretário registrou a ocorrência na polícia do Senado.

Bessa disse que teve uma “discussão ríspida” com o subsecretário, mas negou que tenha havido agressão.(ABr)

20/11/2018

Governador eleito do DF anuncia mais três integrantes de seu primeiro escalão

Governo Ibaneis

Governador eleito do DF anuncia mais três integrantes de seu primeiro escalão

Relações Institucionais, Desenvolvimento Econômico e Cultura

O governador eleito Ibaneis Rocha (MDB) anunciou no começo da noite desta terça-feira (20), o nome de mais três integrantes de seu primeiro escalão no Governo do Distrito Federal, a partir de 2019.

São indicações para o comando das seguintes secretarias:  Secretaria de Cultura, Adão Cândido; Ruy Coutinho para a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Vitor Paulo para a Secretaria de Relações Institucionais.

 

Perfil dos futuros secretários

Adão Cândido

O futuro secretário de Cultura, Adão Cândido, é sociólogo e filiado ao PPS. Em sua trajetória, no ano de 2014 está a candidatura a vice-governador do DF, com Luiz Pitiman (PSDB). Dois anos depois, em 2016, Cândido foi indicado pelo partido a um cargo de confiança dentro do Ministério da Cultura, na época do ministro Roberto Freire.

Ruy Coutinho

Para a Secretaria de Desenvolvimento Econômico a indicação foi do advogado Ruy Coutinho, formado pela Universidade de Brasília (UnB), ele tem especializações pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pela Universidade de Tulane, em Nova Orleans, nos Estados Unidos.

Coutinho teve experiência em cargos no Ministério da Indústria e Comércio, além do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES).

Durante o período de 1992 e 1996, Ruy presidiu o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Vitor Paulo

Vitor Paulo vai estar à frente da Secretaria de Relações Institucionais. O jornalista e radialista ultimamente ocupa uma cadeira na Câmara dos Deputados, desde quando Ronaldo Nogueira (PROS) se licenciou para assumir a Secretaria-Geral da Presidência da República. Paulo é coordenador da bancada do Distrito Federal na Câmara.

Formado o time

Mais cedo, o governador eleito já havia anunciado a indicação do zootecnista Dilson Resende para o comando da Secretaria de Agricultura do Distrito Federal.