O nazismo está de volta

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Agora praticado pela Austrália, deportando o campeão do mundo de Tênis, NOVAK DJOKOVIC.

O jornal O ESTADO DE SÃO PAULO, do dia 16 do corrente mês de janeiro de 2022, publicou a seguinte matéria: “NOVAK DJOKVIC deixa a Austrália após Justiça determinar sua deportação”

Tribunal estabeleceu que sérvio, que não se vacinou, não retorne ao país por três anos.

O nazista mor, o Hitler, deve estar comemorando lá do seu inferno astral.

A politicagem em todo o mundo restringindo a liberdade das pessoas de poder optar por não se vacinar contra a COVID-19, é a “grande conquista do século”, digo eu.

Aqui, no nosso Brasil, já tem até nazista, advogado em São Paulo, Evandro Pelarin que divulgou o seguinte absurdo: “O pai que recusar a vacinar o filho pode perder a guarda”. Maluco beleza Igual ao Adelio Bispo, que esfaqueou o candidato à presidência, o atual Presidente Jair Messias Bolsonaro.

Está sendo divulgado um vídeo onde um rapaz judeu narra:

“É revoltante, caminhando pelas notícias de hoje me deparo com a seguinte manchete na coluna do Marco Antônio Villa: “Jair Bolsonaro é pior do que Adolfo Hitler”. Eu me revoltei com essa matéria, é um completo absurdo o nível que a mídia chegou no nosso país. O que estou divulgando hoje se trata muito mais que um desabafo, do que somente uma opinião. Além de ser conservador e apoiador do Presidente Bolsonaro, eu sou judeu, a minha família pertencendo a essa religião, meus pais são judeus e com muito orgulho eu fui criado nessa religião.

Infelizmente parentes meus morreram nas câmaras de gás, parentes meus foram vítimas do regime odioso e absurdo, arquitetado por Adolfo Hitler e seus capangas, além desse tipo de reportagem criar um sentimento de raiva dentro de mim.

A que nível chegou a imprensa no Brasil. É patética essa comparação, chega a banalizar o holocausto e compara os absurdos que aconteceram na Alemanha nazista, que matou mais de seis milhões de vítimas, com o Presidente honesto, que trabalha todos os dias, mesmo com todas as limitações dos outros poderes  para tentar ajudar o País, e detalhe, o primeiro presidente da história do Brasil que liga para a comunidade judaica, é amigo de Israel, que tem parceria com Israel e não dá dinheiro público para o RAMAS, que comparação ridícula banalizando a morte de mais de seis milhões de judeus e comparando isso com o presidente que é amigo da comunidade judaica  que tenta ajudar o Brasil. Todo cidadão comum, independente da religião, tem que se revoltar contra uma reportagem como essa. Foi-se o tempo que se respeitava as vítimas do holocausto, foi-se o tempo que se respeitava o presidente da república desse país, e o pior, os famosos e as famosas empresas que analisam os discursos de ódio, não estão se importando com essa reportagem, porque agrada a Latrolândia. Comparar um presidente honesto com um ditador que foi sim, genocida, aí para eles está tudo bem, que absurdo, é revoltante o que aconteceu e se você compartilha com o meu sentimento, independente da sua religião, se judeu, se é cristão, seja lá o que for, me ajuda a compartilhar esse vídeo, nós não podemos ficar calados com uma situação ridícula como essa”.

Entendo que ajudar a divulgar essa revolta, presto a minha homenagem a esse moço corajoso e autêntico.

Jorge Motta é jornalista.

E-mail: sjsmagro@yahoo.com.br

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