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Gulag

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Nestes tempos sombrios, nos quais a hedionda sanha vingadora dos “Contras” já deflagrou o terror em relação às liberdades do povo da Nação Verde e Amarela, quero falar de uma das suas muitas e inevitáveis consequências de ordem prática, naquela escalada de horrores.

A título de advertência cívica (ou vaticínio?) quero falar dos campos de extermínio para presos políticos, os Gulags, poças de sangue dos patriotas russos e, também, de outros povos que sucumbiram ao flagelo do social comunismo que tiveram outras denominações, mas igual propósito.

Gulag (ГУЛАГ) era a sigla que, em russo, significa “Diretoria Central dos Campos”, ou “Glavnoe Upravlenie Ispravitelno-trudovykh Lagerej”, que se espalhavam por todo o país. Eram campos de trabalho forçado da ex-União Soviética (URSS), criados após a Revolução Comunista de 1917 para reeducar criminosos e inimigos do Estado e cuja origem nesta Terra de Santa Cruz poderá apontar para as atuais prisões políticas instituídas pelos Mandarins do STF. 

Era um sem-número de campos de concentração onde os presos políticos sofriam violência, tortura e abusos de todos os tipos, além de serem obrigados a trabalhar em regime sub-humano. Esse sistema teve seu auge durante o governo ditador de Joseph Stalin e entrou para a história da humanidade por sua crueldade e quantidade assombrosa de mortes, na casa dos 30 milhões de indivíduos.

A desumana e hedionda ideia inspirou Heinrich Himmler, o diretor da polícia da cidade de Munique, durante o governo Nacional Socialista do psicopata Adolfo Hitler a criar Dachau em março de 1933, declarando oficialmente como “o primeiro campo para prisioneiros políticos” existente no mundo. Esta macabra instituição não pertence ao passado e não está em desuso como muitos vermelhos pretendem que o mundo acredite. 

Em verdade, o líder russo Vladimir Putin segue, nos tempos atuais, os passos de Joseph Stalin ao propor a volta dos trabalhos forçados nos Gulags e isto tem criado um alerta terrível na comunidade internacional, mormente porque não é de hoje que o país usa as regiões geladas do Ártico como áreas destinadas a trabalhos forçados.

A diferença reside apenas nas justificativas, mas a motivação é idêntica. Enquanto Stalin mandava milhões de inimigos para os campos de concentração, Putin alega que eles vão ajudar em “atividades ambientais”.

Avalie-se a desfaçatez. A Rússia de Putin vai enviar prisioneiros ao círculo polar ártico para limpar rejeitos da mineração local. Esta torpe versão contradiz a própria história daquele País, onde o envenenamento e os assassinatos de presos políticos não são fatos raros e que, de sua parte, sempre escondeu sérias agressões ao meio ambiente por centenas de vazamentos e testes nucleares.

Os presos políticos no Brasil são hoje uma realidade. Quem pode garantir que, na hipótese da volta dos vermelhos ao poder, os Gulags russos não serão implantados aqui quando, sob o governo do malfeitor-mor, estiverem mandando e desmandando a “Anta Guerrilheira”, também o bandidaço Zé Dirceu, o pústula Haddad, os Mandarins no STF de FHC, de Lula, de Dilma e de Temer; os governadores do mal, todos acolitados pela imprensa das mãos sujas e pelos poderosos amigos do regime?

Já estou antevendo a vermelhada, mormente a esquerda delinquente, me infamando ou acusando-me de alarmista ou de faccioso. Menos mal. Antes isso do que ser confundido com um “moleque criticante” qualquer, com os “isentões” da impostura, com os “5ª coluna” e quejandos. A dura realidade está aí gritando desesperadamente contra a corrente do mal que vem apertando o cerco.

Portanto vejamos. Durante uma dessas muitas entrevistas de rua, em que a imprensa podre e militante se aproveita para fustigar o Presidente eleito, se ouviu o Capitão explicar que não está autorizado, pelas leis do País, a criar despesas públicas sem que, em contrapartida, aponte a respectiva receita. Agindo de outra forma praticaria crime de responsabilidade e isto é tudo que a vermelhada espera para tentar seu milésimo impeachment. Simples assim.

Mesmo que o Congresso vote uma lei que contemple uma renúncia fiscal, é vedado ao Presidente sancioná-la porque o legislativo pode votar e aprovar o que bem entender já que, por enquanto, os parlamentares são invioláveis por seus votos e com eles nada pode acontecer.

Indo adiante na tal entrevista, disse o Presidente que isto, entretanto, já não ocorre mais em relação às opiniões e palavras dos representantes do povo. Tem toda razão o chefe da Nação e isto porque, digo eu, um figurão aliado do crime organizado, posto de tocaia na mais alta Corte do Brasil, cuspiu no artigo 53 da Constituição da República e atirou nas costas da população brasileira, ferindo de morte uma das mais nobres prerrogativas (liberdade de expressão) que o povão outorga à seus eleitos.

No momento em que aquela ignomínia foi perpetrada, o Brasil deixou de ser uma democracia e penetrou na escura estrada do arbítrio, da opressão e da tirania, que todos sabem onde termina.

Em razão da escalada de terror que vem ocorrendo na esteira daquelas violências contra as liberdades individuais – caracterizadas pelas prisões políticas, pelo cerceio ao direito de ir e vir, pelo impedimento do homem comum de prover o seu sustento ou o de sua família, para citar algumas das barbáries em que a população está submetida – há que ocorrer uma de duas: ou o povo rebelado põe fim a esta situação, afastando os criminosos responsáveis por aquelas inconstitucionalidades ou como, na Alemanha de Hitler, na Rússia de Stalin, na Cuba dos Castros, na Venezuela de Chaves e de Maduro ou na Argentina de Fernandes vai viver o pesadelo e a dor de um regime “comunista”.

As conhecidas opções que se apresentam para substituir o atual governo da União indicam, com rara clareza, que são inaceitáveis, que são intragáveis e, em verdade, que são ruinosas por quaisquer aspectos que venham a ser examinadas.

Se não forem parvos ou idiotas, então no duro que estão mal-intencionados aqueles que têm o descaramento de propor um ladrão de carreira e mil vezes confesso, como baluarte da honestidade e defensor da causa pública.

Alguém acha que se o “Ogro Descondenado” voltar ao poder não voltará a roubar ou pelo menos impedirá que os antigos comparsas da quadrilha vermelha deixem de meter a mão no erário a torto e a direito, como se não houvesse amanhã? É isso que esperam do crápula que se diz ser fã das ditaduras na “América Latrina” e que assegura que vai proibir a liberdade de expressão de nossa gente?

Alguém de sã consciência pode garantir que o engodo nacional e o traidor da esperança dos patriotas, Sérgio Moro – lambaio do comuna safado FHC e vassalo do maldito “globalista” George Soros – deixará de se unir aos vermelhos para “venezualizar” o Brasil? A meu juízo, tal como procedeu despudoradamente quando estava Ministro da Justiça ao apoiar as violações das liberdades individuais de nossa gente, também aplaudirá a instituição dos Gulags no Brasil, com a mesma cara cínica com que enganou a todos nós.

Estou convicto disto, como certo estou de que gente como eu e uma legião de verdadeiros patriotas acabarão seus dias como prisioneiros nos Gulags do PT, depois de condenados por um Tribunal de exceção, integrado por Mandarins do STF e togados indicados pelas patrulhas ideológicas dos comunosfacistas. Em sendo desta forma, alternativa não temos senão continuar combatendo.

Jose Mauricio de Barcellos ex-Consultor Jurídico da CPRM-MME é advogado. E-mail. bppconsultores@uol.com.br.

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