Está tudo dominado

Pesquisas de gênero consomem 70% das verbas para estudos em ciências sociais

'Pensamento único' limita pesquisa em outras áreas, nas universidades

Pesquisas de gênero consomem 70% das verbas para estudos em ciências sociais

Cerca de 70% dos recursos para pesquisas em universidades vão para estudos 'de gênero'

O novo ministro da Educação, Abraham Weintraub, é crítico do domínio ideológico nas universidades, e não sem razão. Estudo coordenado por Marcelo Hermes, cientista de renome internacional, indica que o “pensamento único” fez regredir a pesquisa no País. Cerca de 70% dos recursos bancam apenas pesquisas de gênero, em ciência sociais. “Nada contra, mas é um exagero”, diz o sociólogo e professor Antonio Flávio Testa, pregando no deserto por pesquisas sobre outros temas. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Teses são escolhidas se coincidem com as pesquisas do orientador, que é financiado pelo CNPq e engorda o salário com gratificações.

Tanto quanto Weintraub, que sofreu até ameaças de morte, Marcelo Hermes também foi perseguido pela chamada “esquerdalha” da UnB.

O debate entre contrários é cada vez mais raro nas universidades, onde a pluralidade de ideias é sufocada pelo pensamento único.

Redação
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