Mulheres no Poder


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18/05/2019

Cristina Kirchner anuncia candidatura à vice-presidência da Argentina

Novas eleições

Cristina Kirchner anuncia candidatura à vice-presidência da Argentina

Dirigente partidário Alberto Fernández será o candidato a presidente na chapa

As eleições presidenciais da Argentina sofreram uma reviravolta. A senadora e ex-presidente da Argentina Cristina Fernández de Kirchner anunciou que será candidata a vice-presidente numa chapa encabeçada pelo dirigente Alberto Fernández. “Pedi a Alberto Fernández que encabece a chapa que integraremos juntos. Ele, como candidato a presidente, e eu, como candidata a vice, para participar nas próximas eleições primárias abertas, simultâneas e obrigatórias”, anunciou a ex-mandatária em mensagem gravada divulgada nas redes sociais, com sua voz em off e imagens de distintos momentos de sua carreira política. A ex-presidente declarou que a chapa “é a que melhor exprime o que neste momento se necessita para convocar aos mais amplos setores sociais e políticos e econômicos também, não apenas para ganhar a eleição como para governar”. Na próxima terça-feira (21), Cristina deverá comparecer à primeira audiência no processo em que ela é acusada de integrar uma suposta associação ilícita que favoreceu o empresário Lázaro Báez na licitação de obras públicas. Na mensagem, de pouco mais de 12 minutos, Cristina Kirchner disse que conhece Fernández há mais de 20 anos e admitiu que teve diferenças com o dirigente partidário. “[Ele] foi chefe de Gabinete de Néstor [Kirchner] durante toda sua presidência. Eu o vi, junto dele, decidir, organizar, acordar e buscar sempre a maior amplitude possível do governo. Foram tempos muito difíceis, mas estes que estamos vivendo são realmente dramáticos. Nunca tantos e tantas dormindo na rua”, comentou a senadora.
08/05/2019

Comissão da Mulher avalia dados sobre candidatas eleitas em 2018

Mulheres na Política

Comissão da Mulher avalia dados sobre candidatas eleitas em 2018

Nesta legislatura houve aumento de 15% no número de deputadas federais

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados vai analisar, nesta quarta-feira (8), os dados sobre as candidatas que foram eleitas nas últimas eleições. Nesta legislatura (2019-2023), houve um aumento de 15% de deputadas federais, das 513 cadeiras 77 são ocupadas por mulheres, sendo que 43 ocupam um cargo de deputada federal pela primeira vez. Como é o caso da presidente do colegiado, a deputada Luísa Canziani (PTB-PR) , que é também a mais nova do Congresso Nacional, com 22 anos. Os estados do Amazonas, Maranhão e Sergipe não têm não elegeram nenhuma mulher. O Distrito Federal é a unidade da federação que mais elegeu deputadas, com a bancada composta por 8 vagas, 5 são ocupadas por mulheres. Em termos absolutos, o estado que mais elegeu deputadas  é São Paulo, tendo 11 mulheres na bancada de 70 deputados. Foram convidados para discutir o assunto o consultor legislativo da Área de Ciência Política e Sociologia Política, Luiz Henrique Vogel; e representantes da seção de Apoio à Pesquisa da Consultoria Legislativa, João Carlos Afonso Costa; e do serviço de Ciência de Dados da Diretoria de Inovação e Tecnologia da Informação, Marcus Vinicius Chevitarese Alves. Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher foi criada em 2016, e tem entre suas atribuições, o recebimento, avaliação e investigação de denúncias relativas à ameaça ou à violação dos direitos da mulher, em especial as vítimas de violência doméstica, física, psicológica e moral. A comissão também fiscaliza programas governamentais relativos à proteção dos direitos da mulher. Também está entre as atribuições do colegiado, além de outras, incentivar e fiscalizar programas de apoio às mulheres chefes de família; fazer o monitoramento da saúde materno-infantil e neonatal, dos programas de apoio a mulheres em estado puerperal, em especial nas regiões mais carentes do País; e incentivar e monitorar programas de prevenção e de enfrentamento das doenças que afetam as mulheres.(Com informações Agência Câmara)
07/05/2019

Em defesa da reforma, Tabata Amaral enfrenta seu partido e a velha esquerda

Previdência

Em defesa da reforma, Tabata Amaral enfrenta seu partido e a velha esquerda

Ele sente tristeza quando vê políticos em defesa das desigualdades

A jovem deputada federal Tabata Amaral (PDT-SP), 25, não consegue entender aqueles que se posicionam contra a reforma da previdência, inclusive no seu partido, que fechou questão contra o projeto do governo Jair Bolsonaro. Ele disse sentir “uma tristeza muito grande” ao ver deputados e partidos contra a reforma. A atitude corajosa da deputada por São Paulo contraria o presidente do PDT, Carlos Lupi, ex-ministro do governo Dilma Rousseff (PT). Frequentemente ele atua como dono do partido e costuma punir quem não segue suas ordens. O posicionamento de Tabata favorável à reforma, até como representante da renovação na Câmara, também tem provocado ataques de deputadas estridentes do PT e do PCdoB que representam o velho. Tabata explicou ao Estadão por que não consegue entender a atitude dos que se opõem ao projeto de reforma. “Quem é progressista, quem tem a luta social como algo do sangue mesmo, como que essas pessoas não se posicionam contra a desigualdade que é perpetuada pela Previdência?”. Ela apoia, mas faz reparos ao projeto, como mudanças no benefício assistencial para idosos de baixa renda, o BPC, na aposentadoria rural, na aposentadoria de professores (cuja maior crítica da parlamentar é a ausência de uma valorização da carreira, a exemplo da proposta dos militares) e o regime de capitalização que o governo quer criar para que os futuros trabalhadores tenham uma espécie de poupança individual para a aposentadoria.