Boquinha garantida

Mulher de Fernando Haddad recebe dinheiro de fundação do Maranhão

Entidade a 3.000km de SP pagou a Ana Estela Haddad R$32 mil em 2018

Mulher de Fernando Haddad recebe dinheiro de fundação do Maranhão

Mulher de Haddad já R$32 mil em 2018 e mais R$13 mil este ano com 'bolsa' em fundação no Maranhão

Mulher do ex-candidato do PT a presidente, Ana Estela Haddad desfruta de boquinha a quase 3 mil quilômetros de distância em uma fundação credenciada pelo Ministério da Educação no Maranhão, um dos estados mais pobres do País. Só em 2018, Ana Estela recebeu mais de R$32 mil da Fundação Josué Montello, parceira do governo Flávio Dino (PCdoB). Este ano, madame já levou R$ 13 mil. Planilha no blog do jornalista Filipe Mota atesta a remuneração do CPF *.257.668-.**. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A coluna tentou sem êxito saber da sra. Haddad a natureza do vínculo à Fundação. O PT desconversou, dizendo não tratar de “assuntos de natureza pessoal”.

Procurado, o governo do Maranhão, controlado pelo PCdoB, partido que é velho aliado do PT, não respondeu aos questionamentos.

A fundação Josué Montello também foi indagada sobre o assunto, mas se recusou a explicar o vínculo com Ana Estela Haddad.

A Josué Montello já se enrolou com o Ministério Público no passado. As contas de 2004 a 2008 foram rejeitadas pelo Tribunal de Contas.

‘Não é boquinha, é consultoria’
Nesta terça (9), por sua assessoria, Ana Estela Haddad confirmou que há um contrato de consultoria “com o objetivo de desenvolver projetos relacionados a educação à distância, na esfera do Unasus (Universidade Aberta do SUS), criado por ela na época em que trabalhou no Ministério da Saúde”.

A assessoria define a mulher do ex-candidato petista como “uma ativa intelectual, professora, doutora da Faculdade de Odontologia da USP” e “uma das criadoras do Prouni e do Unasus, a Universidade Aberta do SUS.”

A consultoria deAna Estela, segundo a assessoria, tem prazo e deve terminar em 2020. “Está tudo publicado no Diário Oficial”, negando tratar-se de uma “boquinha”, “mas de um trabalho efetivo que visa melhorar as condições de atendimento à saúde no Estado do Maranhão.”

Redação
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