Divisão na Câmara

Governo deve controlar CCJ, Direitos Humanos e Relações Exteriores na Câmara

Apesar de insistir que 'não vai interferir', governo sabe o que quer na Câmara

O governo sabe o que quer na Câmara. Foto: Walterson Rosa/Folhapress

A bancada governista na Câmara deve garantir o comando de comissões vitais para a agenda econômica, política e de segurança do governo Jair Bolsonaro, com a criação doe um bloco de PSL, MDB, PP e PRB, além do DEM e da adesão de outros deputados. A expectativa é superar 250 parlamentares e presidir a Constituição e Justiça; Diretos Humanos; e Finanças e Tributação, como fez o governo Michel Temer. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Em 2017, com “blocão” de cerca de 300 deputados, o governo Temer comandou 11 comissões e teve as quatro primeiras escolhas.

Um dos partidos que deve se juntar ao “blocão” do governo é o DEM de Rodrigo Maia, após o PSL apoiá-lo para a Presidência. São 29 a mais.

A comissão de Constituição e Justiça é estratégica para as pretensões do novo governo, pois é lá que todo projeto começa a sua tramitação.

Presidir a comissão de Relações Exteriores é desejo de Eduardo Bolsonaro (PSL), mas para o governo Direitos Humanos é estratégico.

Tiago Vasconcelos
Tiago Vasconcelos
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