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Vazamento na Tailândia ‘levanta preocupações’ sobre vacina Sinovac

A veracidade do comunicado interno foi confirmada à Reuters pelo ministro da Saúde tailandês e tem provocado discussões sobre a vacina chinesa

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Vacina Coronavac contra a covid-19, do Instituto Butantan e Sinovac. Foto: Prefeitura de Manaus

Um memorando interno vazado do Ministério da Saúde da Tailândia causou uma onda de pedidos para que profissionais de Saúde do país recebessem um reforço de uma vacina de mRNA, e “levanta preocupações” sobre a eficácia da vacina chinesa Sinovac.

O comunicado, diz a matéria publicada na edição internacional da CNN, contém diversas opiniões, incluindo a recomendação de uma autoridade cujo o nome não foi divulgado para que a vacina Pfizer/BionTech (com a tecnologia mRNA) não deveria ser aplicada na equipe de saúde pois isso poderia “prejudicar a confiança pública” na vacina chinesa Sinovac.

No Brasil o imunizante chinês foi batizado de Coronavac e é produzido pelo Instituto Butantan. É uma vacina com tecnologia de vírus inativado.

O memorando interno do Ministério fez com que especialistas e médicos tailandeses passassem a clamar pela vacina Pfizer e orientar a aplicação do imunizante nas equipes médicas e na linha de frente do combate à pandemia.

A autenticidade do documento foi confirmada pelo ministro da Saúde da Tailândia, Anutin Charnvirakul. Ele também garantiu que as decisões sobre as vacinas são tomadas por um comitê de especialistas, que também têm recomendado que as autoridades utilizem diversos tipos de vacinas no esforço pela imunização.

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