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Europa, Reino Unido, EUA e Japão preparam sanções contra Putin

Presidente russo mandou militares "para manter a paz" nas regiões separatistas

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Putin avalia que guerra tem ajudado areas separatistas da Ucrânia. Foto: Kremlin/Reprodução

Na noite desta segunda-feira (21), o presidente russo, Vladimir Putin, decretou o envio de tropas às regiões separatistas ao leste da Ucrânia e os líderes da União Europeia, Estados Unidos, Reino Unido e Japão já anunciaram que implementarão sanções econômicas contra a Rússia.

No Reino Unido, o premier, Boris Johnson, afirmou nesta terça-feira (22) que aplicará imediatamente duas medidas “destinadas não apenas a entidades em Donbass, Luhansk e Donetsk [regiões separatistas], mas na própria Rússia, visando os interesses econômicos russos o máximo que pudermos”.

O bloco europeu debaterá quais imposições serão apresentadas à Rússia nesta tarde, mas o alto representante da União Europeia, Joseph Borrell, já anunciou que “obviamente, essa resposta tomará a forma de sanções”.

A medida foi endossada pelo chanceler francês, Jean-Yves Le Drian, que afirmou que “é uma violação do direito internacional, é um ataque à soberania e integridade da Ucrânia, é a Rússia renunciando a seus compromissos internacionais e aos acordos de Minsk que assinou”.

Os Estados Unidos também anunciarão quais sanções serão aplicadas contra as ações de Putin. A embaixadora do país na ONU, Linda Thomas-Greenfield, disse que “os Estados Unidos vão impor sanções contra a Rússia por essa clara violação da lei internacional e da soberania e integridade dos territórios da Ucrânia”, após reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU.

O Japão também já alertou que se unirá aos EUA e aos demais países do G7 em contrapartida à Rússia. O primeiro-ministro Fumio Kishida afirmou que o envio de tropas é “inaceitável e uma violação da lei internacional”.

 

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