Quatro meses depois

Corpo da modelo alagoana morta pela polícia nos EUA aguarda liberação

Custos de transporte foram pagos. Caso mobiliza Itamaraty, governo de Alagoas e a comunidade brasileira nos EUA

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Gleise Graciela Firmiano. Fotos: Arquivo Pessoal
Gleise Graciela Firmiano. Fotos: Arquivo Pessoal

Familiares da alagoana Gleise Graciela Firmiano, morta a tiros por policiais em San Bernardino, na Califórnia, ainda aguardam a liberação por autoridades locais para reaver o corpo da modelo, que morava nos EUA.

Após articulações do Itamaraty e do governo de Alagoas, que já pagou os custos do transporte dos restos mortais para o Brasil, o impasse gira em torno das autoridades locais.

Policiais são acusados por ativistas de matar a brasileira sem justificativa, durante uma abordagem policial em janeiro deste ano. A polícia de San Bernardino pressionava o IML local (Deputy Coroner’s Office) a sepultar às pressas e como indigente a modelo brasileira, como revelou o Diário do Poder.

Diplomatas brasileiros no Consulado de Los Angeles e em Brasília tentam articular a liberação dos restos mortais junto às autoridades americanas mas, segundo fonte próxima da família, a polícia local cria dificuldades.

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