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19/11/2018

México credencia 26 novas empresas brasileiras para exportarem carne de frango

Portas abertas

México credencia 26 novas empresas brasileiras para exportarem carne de frango

Exportação de frango para o México somou mais de meio bilhão de reais entre janeiro e outubro

O Ministério da Agricultura informou hoje (19) que foram habilitados 26 novos estabelecimentos no país para exportar carne de frango para o México. Segundo o ministério, a habilitação ocorreu depois de auditoria realizada por autoridades mexicanas em agosto deste ano e representa aumento de 130% no número de plantas aptas para exportar carnes de aves para o México. Agora, são 46 estabelecimentos habilitados no país. De janeiro a outubro de 2018, o volume de exportações de carne de frango do Brasil para o México atingiu a soma de US$ 138 milhões. No ano passado, as vendas externas para o país da América do Norte somaram US$ 185 milhões. Ao lado dos Estados Unidos e do Chile, o Brasil está entre os principais fornecedores de carne de frango para o México. As importações representam mais 13% do consumo de carne de frango no México, que produz 3,9 milhões de toneladas por ano e importa mais 640 mil toneladas. O Ministério da Agricultura informou também que ainda este ano outra missão mexicana virá ao Brasil para avaliar a habilitação de novos estabelecimentos para exportar carne bovina termoprocessada.
19/11/2018

Estimativa do mercado para inflação cai pela quarta vez seguida

De 4,23% para 4,13%

Estimativa do mercado para inflação cai pela quarta vez seguida

A projeção do IPCA passou de 4,23% para 4,13%; Para 2019, estimativa da inflação foi ajustada de 4,21% para 4,20%

A estimativa de instituições financeiras para a inflação este ano caiu pela 4ª vez seguida. De acordo com pesquisa do Banco Central (BC), divulgada hoje (19), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve ficar em 4,13%. Na semana passada, a projeção estava em 4,23%. Para 2019, a projeção da inflação foi ajustada de 4,21% para 4,20%. Não houve alteração na estimativa para 2020: 4%. Para 2021, passou de 3,95% para 3,90%. A meta de inflação, que deve ser perseguida pelo BC, é 4,5% este ano. Essa meta tem limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. Já para 2020, a meta é 4% e 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente). Taxa básica de juros Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano. Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer em 6,5% ao ano até o fim de 2018. Em 2019, a expectativa é de aumento da taxa básica, terminando o período em 8% ao ano e permanecendo nesse patamar em 2020 e 2021. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação. A manutenção da taxa básica de juros, como prevê o mercado financeiro este ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação. Crescimento econômico As instituições financeiras mantiveram a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, em 1,36% em 2018, e em 2,50% nos próximos três anos. Câmbio A expectativa para a cotação do dólar segue em R$ 3,70 no fim deste ano, e em R$ 3,76, no término de 2019. (ABr)
19/11/2018

Futuro presidente da Petrobras já defendeu a privatização da estatal

Petrobras

Futuro presidente da Petrobras já defendeu a privatização da estatal

Castello Branco foi confirmado por Paulo Guedes

O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou na manhã de segunda (19) o nome de Roberto Castello Branco para a presidência da Petrobras. Ele substitui Ivan Monteiro, que deixa o cargo por motivos pessoais. Roberto da Cunha Castello Branco já trabalhou na Petrobras em 2015 e 2016, quando foi membro do conselho administrativo da estatal, quando Graça Foster presidia a Petrobras. Ele já defendeu emvárias oportunidades a privatização da empresa. Castello Branco também já dirigiu o Banco Central em 1985 e a mineradora Vale. Egresso da Universidade de Chicago, auxiliou Paulo Guedes na elaboração da estratégia econômica de Bolsonaro.
16/11/2018

Em reação à nova equipe econômica, dólar cai e Bovespa sobe

Bom humor

Em reação à nova equipe econômica, dólar cai e Bovespa sobe

Fólar comercial fechou a semana em baixa de 1,28%, cotado a R$ 3,7372 para venda

O mercado financeiro reagiu ao anúncio dos novos nomes da equipe econômica do presidente eleito Jair Bolsonaro, com a cotação da moeda norte-americana encerrando a semana em queda e o índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo, registrando alta no fechamento do pregão. O dólar comercial fechou a semana em baixa de 1,28%, cotado a R$ 3,7372 para venda, mantendo a tendência de queda nos últimos pregões da semana. A moeda norte-americana ainda acumula uma valorização de 14% no ano em relação ao real. O índice B3 terminou o pregão de hoje (16) em forte alta de 2,96%, com 88.515 pontos. As ações das grandes companhias, chamadas de blue chip, seguiram a tendência com Petrobras encerrando a semana em valorização de 2,91%, Vale com mais 1,70%, Itau subindo 3,05% e Bradesco em alta de 4,28%. Os papéis da Eletrobras também fecharam com destaque positivo, com alta de 8,60%. (ABr)
16/11/2018

Receita paga hoje restituições do sexto lote do Imposto de Renda

R$ 1,9 bilhão

Receita paga hoje restituições do sexto lote do Imposto de Renda

Serão depositados ao todo R$ 1,9 bilhão a 1.142.680 contribuintes

A Receita Federal paga nesta sexta-feira (16) o sexto lote da restituição do Imposto de Renda Pessoa Física da declaração de 2018. O pagamento também contempla lotes residuais das declarações de 2008 a 2017. Ao todo, a Receita restituirá R$ 1,9 bilhão a 1.142.680 contribuintes. Desse total, 991.153 declarações são do Imposto de Renda deste ano, cujo pagamento totalizará R$ 1,676 bilhão. A consulta ao sexto lote foi liberada na sexta-feira, dia 9. As restituições terão correção de 4,16%, relativa às declarações de 2018, a 106,28%, para as declarações de 2008. Os índices equivalem à taxa Selic – juros básicos da economia – acumulada entre a data de entrega da declaração até este mês. A relação dos contribuintes está disponível na página da Receita Federal na internet. A consulta também pode ser feita pelo telefone 146 ou nos aplicativos da Receita Federal para tablets e smartphones. Caso o valor não seja creditado nas contas informadas na declaração, o contribuinte deverá receber o dinheiro em qualquer agência do Banco do Brasil. Também é possível ligar para os telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, no nome do declarante, em qualquer banco. Malha fina No mês passado, a Receita Federal informou que foram notificados, por meio de cartas, cerca de 383 mil contribuintes que caíram na malha fina, para cobrar débitos no valor de R$ 300 milhões. Nos últimos anos, a omissão de rendimentos foi o principal motivo para cair na malha fina, seguido por inconsistências na declaração de despesas médicas. Para saber se está na malha fina, os contribuintes podem acessar o “extrato” do Imposto de Renda no site da Receita Federal no chamado e-CAC (Centro Virtual de Atendimento).
16/11/2018

Economia registra crescimento de 1,74% no terceiro trimestre neste ano

IBC-Br

Economia registra crescimento de 1,74% no terceiro trimestre neste ano

No ano, o IBC-Br registra expansão de 1,14% e, em 12 meses encerrados em setembro, o crescimento de 1,45%

A economia brasileira registrou crescimento no terceiro trimestre deste ano. A expansão, calculada pelo Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período), divulgado nesta sexta (16), chegou a 1,74% na comparação com o segundo trimestre. Em setembro, comparado a agosto, houve queda de 0,09%. Na comparação com o terceiro trimestre de 2017, o crescimento do IBC-Br chegou a 1,72%. No ano, o IBC-Br registra expansão de 1,14% e, em 12 meses encerrados em setembro, o crescimento de 1,45%. O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajudar o Banco Central a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos. Mas o indicador oficial sobre o desempenho da economia é o Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). (ABr)
14/11/2018

Mercado financeiro reduz previsão de déficit nas contas públicas

R$ 131 bilhões

Mercado financeiro reduz previsão de déficit nas contas públicas

Estimativa do déficit primário do Governo Central passou de R$ 137,259 bilhões para R$ 131 bilhões, neste ano

Instituições financeiras consultadas pelo Ministério da Fazenda reduziram a previsão para o resultado negativo das contas públicas, neste ano. A estimativa do déficit primário do Governo Central, formado por Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, passou de R$ 137,259 bilhões para R$ 131 bilhões, neste ano. A estimativa segue abaixo da meta de déficit perseguida pelo governo de R$ 159 bilhões. O resultado primário é formado por receitas menos despesas, sem considerar os gastos com juros. Os dados constam da pesquisa Prisma Fiscal, elaborada pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, com base em informações do mercado financeiro. Para 2019, a estimativa das instituições financeiras é déficit de R$ 115,503 bilhões, contra R$ 117,772 bilhões previstos em outubro. A mudança na projeção para as contas públicas ocorreu porque as instituições preveem menos despesas (de R$ 1,362 trilhão para R$ 1,360 trilhão) e mais receitas líquidas (de R$ 1,223 trilhão para R$ 1,226 trilhão), neste ano. Para 2019, a previsão de receita líquida do Governo Central é R$ 1, 312 trilhão, ante valor de R$ 1,311 trilhão estimado no mês passado. No caso da despesa total, a projeção ficou em R$ 1,426 trilhão, ante a previsão de R$ 1,427 trilhão de outubro. A pesquisa apresenta também a projeção para a dívida bruta do Governo Central, que, na avaliação das instituições financeiras, deve ficar em 76,80% do Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país), neste ano. A previsão anterior era 77% do PIB. Para 2019, a estimativa ficou em 78,50% do PIB, ante 78,65% previstos no mês passado. (ABr)
13/11/2018

Mercado se frustra com Previdência e dólar vai a R$ 3,83

Economia

Mercado se frustra com Previdência e dólar vai a R$ 3,83

Valor não era atingido desde o início de outubro

A cotação da moeda norte-americana encerrou o pregão de hoje (13) em alta de 1,98%, cotada a R$ 3,8313 para venda. O dólar mantém a tendência de alta com o fechamento de ontem também em valorização de 0,55%.  Desde o início de outubro a moeda norte-americana não fica no patamar de R$ 3,80. Na última sexta-feira (9), a moeda fechou com uma série acumulada em queda, cotada a R$ 3,7350. O Banco Central seguiu com as ofertas tradicionais de swaps cambiais, sem leilões extraordinários de venda futura do dólar. O  Ibovespa, índice da B3, bolsa de valores de São Paulo, fechou esta terça-feira em baixa de 0,71%, com 84.914 pontos. Os papéis das grandes empresas, chamadas de blue chip, acompanharam a tendência, com Petrobras encerrando com queda de 4,03%, Bradesco com menos 1,80% e Itaú com desvalorização de 0,37%. Reforma da Previdência Os investidores aguardam definições de nomes e políticas da equipe econômica ​do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), mas se frustram com perspectivas para a Previdência. Os nomes escolhidos pelo novo governo têm sido bem recebidos pelo mercado, no entanto, há também atenção especial atenção sobre o destino do comando do Banco Central. Há indicações de que a equipe de Bolsonaro tem interesse em manter Ilan Godfajn no cargo, que só não ficaria se não quisesse. Apesar de boa parte do mercado já ter precificado que uma reforma da Previdência não sairia neste ano, indicações de Bolsonaro e sua equipe na segunda confirmando a tendência também ajudaram a azedar o humor dos investidores neste pregão.
13/11/2018

Tesouro Nacional diz que 14 estados superam limite de gastos com pessoal

Lei de Responsabilidade Fiscal

Tesouro Nacional diz que 14 estados superam limite de gastos com pessoal

A lei determina que os estados não podem comprometer mais de 60% das receitas com essas despesas

A Secretaria do Tesouro Nacional informou hoje (13) que 14 estados superaram o limite de gastos com pessoal previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal. A lei determina que os estados não podem comprometer mais de 60% das receitas com essas despesas. De acordo com o Boletim de Finanças dos Entes Subnacionais de 2018, divulgado pelo Tesouro, os estados que descumpriram a regra foram Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Sergipe, Acre, Paraíba, Roraima, Paraná, Bahia, Santa Catarina e Alagoas. No documento, o Tesouro diz que os cálculos foram feitos de acordo com o Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal, com ajustes para seguir “da melhor forma possível, os conceitos e procedimentos do Manual de Demonstrativos Fiscais (MDF) e do Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (MCASP)” No entanto, a secretaria observa que há diferença nas metodologias de cálculo das despesas com pessoal, sancionadas pelos tribunais de contas estaduais. “Há diversos critérios de apuração da despesa com pessoal. Nesse sentido, alguns estados, por exemplo, não consideram em suas despesas com pessoal algumas rubricas importantes, como as despesas com pensionistas, imposto de renda retido na fonte e com obrigações patronais”. Para tentar padronizar as informações, em março deste ano a Secretaria do Tesouro Nacional firmou convênio com os tribunais de contas estaduais. O objetivo é que todos os estados da Federação passem a usar os mesmos parâmetros para atestar o cumprimento, por exemplo, de limites da Lei de Responsabilidade Fiscal, como os gastos com pessoal. Para a secretaria, a falta de uma padronização dificulta a comparação entre as situações fiscais dos estados. As restrições previstas na Lei de Responsabilidade Fiscal atingem estados que ultrapassam o limite prudencial (46,55% da receita corrente líquida de gastos com pessoal). As restrições são relacionadas à concessão de reajustes (apenas os aumentos determinados por contratos e pela Justiça são autorizados), à contratação de pessoal (exceto reposição de funcionários na saúde, na educação e na segurança), ao pagamento de horas-extras e à proibição de alterar estruturas de carreiras. Quem estoura o limite máximo também fica proibido de contrair financiamentos, de conseguir garantias de outras unidades da Federação para linhas de crédito e de obter transferências voluntária. (ABr)
13/11/2018

Eletrobras registra prejuízo de R$ 1,6 bilhão no terceiro trimestre deste ano

Economia

Eletrobras registra prejuízo de R$ 1,6 bilhão no terceiro trimestre deste ano

Resultado negativo é justificado pela estatal por aumento de provisões para contingências

A Eletrobras registrou no terceiro trimestre deste ano um prejuízo de R$ 1,6 bilhão, conforme dados divulgados nesta terça (13). A dívida líquida da Eletrobras encerrou o trimestre em R$ 19,9 bilhões, valor 1,6% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado. A companhia diz que o resultado do trimestre teve impacto negativo de R$ 2,2 bilhões com a provisão de R$ 1,5 bilhão devido à revisão de estimativas sobre o valor de processos judiciais contra taxa cobrada na conta de luz de grandes consumidores até a década de 1990. A empresa provisionou ainda R$ 418 milhões para perda de valor em ativos colocados à venda e R$ 241 milhões para perdas da usina de Sobradinho pela incapacidade de cumprir seus contratos de venda de energia diante da seca no rio São Francisco. No trimestre em questão, a Eletrobras registrou uma receita líquida de R$ 8,9 bilhões, apenas 0,5% acima do mesmo período do ano passado. O Ebitda — lucro antes de juros, impostos e amortizações — caiu 92% com o impacto das provisões. A estatal voltou a ter prejuízo com suas operações de distribuição de energia de R$ 998 milhões no último trimestre. As perdas acumuladas com este segmento no ano somam R$ 2 bilhões. Neste ano, a Eletrobras vendeu quatro das seis distribuidoras que herdeou do processo de privatização do setor nos anos 1990. No fim deste mês, a estatal tenta vender a mais deficitária delas, a Amazonas Energia. A última distribuidora, em Alagoas, é alvo de disputa judicial com o governo do estado, que suspendeu no Supremo a venda. No entanto, a atividade de geração de energia rendeu à estatal um lucro de R$ 2,5 bilhões nos nove primeiros meses deste ano — só no terceiro trimestre o lucro foi de R$ 832 milhões. No ano, a transmissão acumula resultado positivo de R$ 1,6 bilhão. (Com informações da FolhaPress)