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Em nova rodada de investimentos, GM fabricará picape inédita no Brasil

O modelo, ainda sem maiores informações, será feito na planta de São Caetano do Sul

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Em nova rodada de investimentos, GM fabricará picape inédita no Brasil. Foto: GM.

Após anunciar que fará uma nova rodada de investimentos no Brasil, a General Motors (GM) produzirá uma picape inédita no complexo industrial de São Caetano do Sul (SP). O produto é uma das novidades do atual ciclo de investimento a ser aplicado até meados da década. São R$ 10 bilhões para a renovação do portfólio e para o desenvolvimento de novas tecnologias.

“O modelo chegará para complementar a linha de picapes Chevrolet, além disso, vai estrear um conceito completamente inovador para a marca no segmento de veículos utilitários”, explica Carlos Zarlenga, presidente da GM América do Sul.

A marca afirma que a picape está, neste momento, em fase de desenvolvimento e será o próximo integrante da nova família de veículos globais da Chevrolet, já composta pelas atuais gerações do Onix, Onix Plus e Tracker, a especulação é que seja uma caminhonete de porte intermediário, focando, claramente, na Fiat Toro.

Ainda segundo a GM, um dos objetivos da Chevrolet com o futuro veículo é o de ampliar a presença da marca no próspero segmento de picapes, contribuindo ainda mais para o fortalecimento de outros produtos estratégicos para a empresa no mercado, como a S10. Além disso, a produção atenderá também outros países. 

Para receber o futuro modelo da Chevrolet, a linha de montagem da fábrica de São Caetano do Sul será preparada em várias etapas, no intuito de minimizar os impactos na produtividade do complexo. A primeira fase está prevista para iniciar logo nas próximas semanas.

Mesmo tendo alcançado elevado nível tecnológico dentro do conceito da indústria 4.0, a fábrica de São Caetano do Sul vai receber ferramentais específicos, que precisarão ser instalados e implantados para iniciar a montagem do veículo inédito. Está prevista ainda uma completa readequação no fluxo fabril do complexo, além da capacitação dos empregados.

“Adicionar um produto totalmente novo numa linha de montagem ativa é sempre uma jornada complexa, principalmente diante dos desafios tecnológicos que o projeto impõe. Até por isso a preparação da fábrica será executada em diversos estágios, que levarão meses cada um deles”, calcula Luiz Carlos Peres, vice-presidente de manufatura da GM América do Sul.