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Mulher no comando

Bolsonaro pode nomear primeira mulher ministra das Relações Exteriores

Ana Amélia é cotada, mas o Itamaraty tem grandes embaixadoras

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Senadora Ana Amélia e três admiradas embaixadoras: Maria Nazareth Farani de Azevedo, Maria Luiza Viotti e Maria Dulce Silva Barros.

Cresceu no Itamaraty a expectativa da escolha de uma mulher para chefiar a diplomacia. Desde o Barão de Rio Branco, no início dos anos 1900, jamais houve ministra das Relações Exteriores. Uma das mais cotadas é a senadora Ana Amélia (PP-RS), que, vice de Alckmin, se recusou a gravar vídeo contra Bolsonaro. Mas na carreira diplomática há grandes embaixadoras aptas a fazer História no cargo de chanceler. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A embaixadora Maria Luiza Viotti, hoje cedida à equipe do secretário-geral da ONU Antonio Gutérres, é uma das diplomatas mais admiradas.

Maria Nazareth Farani de Azevêdo, chefe da missão do Brasil na ONU, na Suíça, é considerada uma das melhores diplomatas da sua geração.

Subsecretária Geral de Comunidades Brasileiras, a embaixadora Maria Dulce Silva Barros é um dos quadros mais qualificados do Itamaraty.

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