Vicente Limongi Netto

Cravei Maia em outubro

Cravei Maia em outubro

Rodrigo Maia já  vinha sendo  pule de 10, na disputa para a presidência da Câmara dos Deputados. Agora ficou mais forte, passou a nadar de braçadas,  com o apoio declarado do PSL, partido de Bolsonaro, além do PSD e do PRB. Nesse sentido, ponderei   nas  redes sociais e no portal Diário do Poder, dia 24 de outubro, portanto antes das eleições do segundo turno, que Bolsonaro não pode nem deve esquecer da importância política dos parlamentares experientes, visando a aprovação de projetos de interesse do governo e da população.  Por fim, salientei: É fundamental que Bolsonaro conte com aliado firme, leal e respeitado na presidência da Câmara dos deputados. Que transforme dificuldades em soluções. O atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia, tem essas características. Não faz marola, não costuma ser dissimulado e tem cintura para enfrentar dificuldades. Apenas analiso. Não torço nem distorço.

Indecoroso Kfouri
O grotesco  Juca Kfouri é um pitibull desdentado, raivoso, pulguento, decadente e com mau hálito.  Encerra 2018 com mais um artiguete torpe e ordinário que enlameia a Folha de São Paulo (Esporte – “Farol alto, Petraglia!” – 31/12), e constrange os legítimos cronistas esportivos.  Faz  justiça ao livreco que  o sacripanta lançou e encalhou: “Confesso que não presto”. Como pivete esfomeado, o infeliz e indecoroso  patrulheiro dos rebotalhos se fantasia de isento tentando intrigar Bolsonaro e Mário Petraglia contra dirigentes da CBF. Papel de canalha. Que não suporta o sucesso alheio.

Vários assuntos
Magnífico artigo de Silvestre Gorgulho (Correio Braziliense – 2/01) relatando  com competência jornalística, detalhes expressivos da posse de Bolsonaro; longos, cansativos e piegas alguns discursos de ex-ministros  e novos ministros; Bolsonaro promete consertar o Brasil. Desafio para quem não teme assombração, olho grande nem mau olhado; o que não mudou nem mudará tão cedo: políticos derrotados nas urnas premiados com cargos. Em todas as esferas e em todos os novos governos; ao contrário de Sarney e Collor, o travoso FHC  não teve a grandeza de ir na posse de Bolsonaro. Cada um dá  o que tem.

Ingrato e desprezível Celulari
Cara Mônica Bergamo, a propósito da tua página inteira, na Folha de São Paulo, contando a trajetória profissional de Edson Celulari,  saliento, observo e lamento com pesar, que o ingrato, desprezível  e dissimulado entrevistado não fez a menor referência ao meu primo, Djalma Limongi Batista, cineasta, professor universitário,  diretor e autor. Foi Djalma que lançou o então desconhecido Celulari no longa”Asa Branca”. A seguir, em outro longa metragem,  “Brasa Adormecida”.  Mais tarde, no teatro, com a peça “Calígula”. Ou seja, Edson Celulari não era ninguém, até aparecer Djalma Limongi Batista na vida dele.
Djalma foi premiado como melhor diretor, no Festival de Gramado, de 1982.  Assim caminha a humanidade. Tipos com Celulari me dão ânsia de vômito. Não prestam. 2019 iluminado para você e família.

O Brasil almejado
O Brasil precisa deixar de ser dominado pela hipocrisia, pelo ódio, pelo medo e pelo rancor. Se todos cuidassem de suas próprias vidas, seríamos um país mais unido e feliz.

Antony com a palavra
“Concordo com você, Limongi. Rafael já demonstra não ter compostura para o cargo que foi indicado. No lugar de apresentar suas propostas para a combalida educação do DF, escolheu insultar o novo Presidente de quem ele muito precisará para implementar seus projetos, programas e planos.
Não poderia deixar de aproveitar a oportunidade para parabenizar o amigo e sua coluna, por nunca se omitir nos momentos mais importantes e cruciais do país.
Que ao longo de 2018, prestou relevantes serviços aos amigos e ao povo brasileiro, por sempre se manifestar de forma isenta e independente não se vinculando a nenhum viés ideológico ou econômico, sempre comprometido com a verdade dos fatos e o dever de bem informar.
Pelo amor aos valores de família e às amizades, que defende ferozmente, fica aqui o meu reconhecimento e agradecimento pelas informações e comentários diários, os bons exemplos passados, e o prazer de bem informar, doa a quem doer.
Que possamos nos renovar nesse Novo Ano, porque só nos transformando em pessoas e cidadãos melhores, será possível, transformarmos o Brasil e o mundo num lugar melhor para todos viverem.
Um Feliz 2019 para você, sua amada família, seus amigos e todos os leitores com quem tenho o prazer de compartilhar as notícias todas as manhãs. Um fraternal abraço, Luiz Antony”

Verme, covarde e pulha
A ratazana de esgoto Caio Justus é tão ordinário e frouxo, que se identifica com uma foto de Winston Churchill.  É assim que agem os  desprezíveis canalhas das redes sociais.

Aposta
Mais fácil uma nave espacial brasileira chegar a Marte, do que um major presidir o senado.

Macaco em casa de louça
Todos falam e ninguém diz nada que se aproveite. Bolsonaro precisa urgente ter um habilidoso e competente porta-voz.  Informações do governo precisam ser uniformizadas e filtradas. Presidente da República não tem que descer do carro, parar na esquina ou na saída do prédio, com o sol a pino,  falar com repórteres em tumultuadas entrevistas. Ninguém se entende. A informação sai apressada e insegura. Bolsonaro pode e deve se manifestar nas redes sociais, mas o cotidiano da notícia é tarefa do porta-voz da presidência. Os repórteres credenciados no Planalto têm melhores condições de receber, trabalhar e valorizar a informação.  Todos os orgãos e entidades, civis, militares, incluindo judiciário e esporte, tem porta-voz. Conhecido como assessor de imprensa. A tarefa da boa informação é árdua. Amadorismo em arte é um perigo. Tudo se destrambelha. Opositores do governo são os que mais gostam das trombadas e trapalhadas. Onde já se viu uma ministra criticar, publicamente, ações de outro ministério, no caso o da Educação? O profissionalismo precisa entrar em campo. Logo, urgente e permanente. Mas porta-voz palaciano que seja respeitado, tenha trânsito e seja ouvido pelo próprio Presidente. Não fica bem para o porta-voz acordar e, escovando os dentes, saber que Bolsonaro anunciou, pelo twitter, ou pela rádio A B ou C, decisão que teria que ser feita ao público, aos brasileiros, em coletiva no Planalto ou através de informações do porta-voz oficial. Bolsonaro também não pode escolher apenas um veículo de imprensa para se comunicar com a população. Não é decisão inteligente. Estará criando arestas e descontentamento a toa. Porta-voz palaciano e assessores de imprensa de ministérios, autarquias e estatais, precisam manter razoável sintonia. Desmentidos são desgastantes. Entre membros do governo e começa a soar mal entre a população. Sobretudo entre os eleitores de Bolsonaro.  Tido por eles como  presidente na terra e Deus no céu.

Limongi  é jornalista. Trabalhou no O Globo, TV-Brasília, Última Hora de Brasília, Ministério da Justiça, Universidade de Brasília, Senado Federal, Confederação Nacional da Agricultura e Suframa. Tem face e blog. É sócio da ABI há 50 anos. É servidor aposentado do Senado.