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Sem chance de sucesso

TSE ataca de legislador e quer fixar cota e verba do fundo eleitoral para negros

Invenção estimula fraudes e obrigará partidos a "caçar" candidatos para cumprir requisitos

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Em março, o Telegram também aderiu ao Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação da Justiça Eleitoral. Foto: Roberto Jayme/Ascom/TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retomará nesta terça (25) a “análise de consulta” em que seus ministros assumirão o papel de “legisladores”. O TSE discutirá sua nova “lei”, destinando a candidatos negros “reserva de vagas e cotas” do Fundo Especial de Financiamento de Campanhas, o Fundão Eleitoral. O autor, ministro Luís Roberto Barroso, que nunca foi filiado, desconhece que é a participação no partido que gera candidatura, não a cota. E é o Congresso que deve deliberar sobre isso, não o TSE. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

No caso das mulheres, a reserva não estimulou maior participação feminina. Estimulou apenas muitas fraudes, como na eleição de 2018.

A “lei” demagógica obriga o partido a “caçar” candidatos que ocupem cotas e vagas para participar da eleição. Aí nascem os “laranjas”.

Com sua “lei”, o TSE vai criar um problemão para partidos de municípios do Sul, por exemplo, de população inteiramente branca. Serão extintos?

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