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Morto e enterrado

Fim definitivo do imposto sindical obrigatório é a derrota do atraso

Fim definitivo do imposto sindical sela derrota de oportunistas de olho no dinheiro

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Manifestação de sindicatos e centrais sindicais. (Foto: Rovênia Rosa/ABr)

O sepultamento do imposto obrigatório no Supremo Tribunal Federal é vitória do trabalhador contra oportunistas que fizeram da sindicalização um lucrativo negócio, que fez surgir no País as atuais 17.289 entidades criadas para se habilitar ao “bolo” anual de R$3,5 bilhões. Dinheiro mais fácil não há, e sem qualquer obrigação de prestar contas. Com isso, o Brasil concentra hoje 91% dos sindicatos existentes no planeta. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

As entidades alegaram que o fim do imposto compromete a negociação dos acordos coletivos. Como se precisassem de algo além de diálogo.

Investigadores descobriram as negociatas envolvendo cartas sindicais. Cada uma era negociada no “mercado” entre R$200 mil e R$4 milhões.

Foi Lula, preso por corrupção e lavagem de dinheiro, quem vetou a lei estabelecendo a obrigação de os sindicatos prestarem contas ao TCU.

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