Educação na UTI

Destaques Política

Erro no tempo do verbo prova que é preciso priorizar o ensino
16/05/2019

Cartaz com erro grosseiro mostra que no debate sobre educação os dois lados têm razão

Educação na UTI

Cartaz com erro grosseiro mostra que no debate sobre educação os dois lados têm razão

Erro no tempo do verbo prova que é preciso priorizar o ensino

Em diversas cidades brasileiras, milhares de pessoas saíram às ruas para protestar contra o bloqueio de verbas das universidades públicas e de institutos federais. Em Brasília, os manifestantes se concentraram em frente ao Museu da República, na Esplanada dos Ministérios. Dali, seguiram em direção ao Congresso Nacional, portando faixas e cartazes contra o governo. Um dos cartazes parecia simbolizar os eventos desta quarta-feira (15), dando razão tanto aos que pedem mais investimentos com a educação quanto aos que, no atual governo, criticam a precarização da educação no País. Nele, uma mulher, não se sabe se estudante ou professora, exibiu o cartaz “O governo não quer dá educação porque educação derruba o governo”. Em vez de escrever corretamente “dar”, forma do verbo no infinitivo, a manifestante usou “dá”, forma conjugada do verbo dar na terceira pessoa do singular do presente do indicativo.
15/05/2019

Ministro da Educação começa a explicar contingenciamento na Câmara

Esclarecimentos

Ministro da Educação começa a explicar contingenciamento na Câmara

Abraham Weintraub iniciou há pouco sua fala, após ser convocado pelos deputados

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, iniciou pouco depois das 15h sua fala no plenário da Câmara dos Deputados, após ser convocado pelos parlamentares para explicar as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). Com a convocação desta quarta, a audiência anterior, na Comissão de Educação, teve que ser remarcada para quarta-feira (22). A convocação se deu após veículos de imprensa noticiarem que o “corte” nas verbas de educação seria de 35%. O MEC já anunciou que são 3,4%. Weintraub explica agora o desentendimento.
14/05/2019

Maioria dos gaúchos aprova governos de Bolsonaro e Eduardo Leite no Estado

Paraná Pesquisa

Maioria dos gaúchos aprova governos de Bolsonaro e Eduardo Leite no Estado

Paraná Pesquisa: governo federal é aprovado por 55,4% e o estadual por 60%

Levantamento do instituto Paraná Pesquisa mostra que a maioria dos gaúchos aprova os governos de Jair Bolsonaro e de Eduardo Leite (PSDB) no estado. O presidente é aprovado por 55,4% e desaprovado por 38,5%, enquanto 6,1% não sabem. Já o governador é aprovado por 60%, contra 33,3%. A pesquisa mostra que 6,7% não sabem ou não quiseram opinar. A avaliação positiva de Bolsonaro entre os gaúchos soma 39%, sendo que, 11,6% consideram o seu governo ótimo e 27,4% bom. Além disso, 31,7% acham a gestão presidencial regular. A avaliação negativa de Bolsonaro totaliza 27,5%, divididos entre os 9,7% que acham que o governo é ruim e 17,8% péssimo, enquanto 1,9% não sabem ou não opinaram. No caso do governo de Eduardo Leite, a avaliação positiva totaliza 37%, sendo que 4,5% o avaliam como ótimo e 32,5% como bom. Para 37,4% dos entrevistados, o governo do tucano é regular. Sua avaliação negativa totaliza 23%: são 12,8% que o avaliam como ruim e 10,2% como péssimo. Não sabem ou não opinaram 2,7%. O levantamento foi realizado pelo Paraná Pesquisa em 62 municípios do Rio Grande do Sul, entre os dias 7 e 12 deste mês, quando foram entrevistados 1.545 eleitores.
14/05/2019

STJ julga pedido de habeas corpus para o ex-presidente Michel Temer

Nesta terça

STJ julga pedido de habeas corpus para o ex-presidente Michel Temer

Temer voltou a ser preso na última semana no âmbito da Operação Descontaminação

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) julga nesta terça (14) pedido de habeas corpus feito pela defesa do ex-presidente Michel Temer. O caso será analisado, a partir das 14h, pela Sexta Turma do tribunal, responsável pelo julgamento de questões criminais. Na semana passada, Temer foi preso, pela segunda vez, por determinação da Primeira Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, sediado no Rio de Janeiro. O colegiado derrubou decisão individual do desembargador Ivan Athié, que havia concedido liberdade a Temer. No dia 21 de março, o juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, acatou pedido do Ministério Público Federal (MPF) e decretou a prisão preventiva de Temer pela primeira vez. Na ocasião, o ex-presidente foi levado ao Rio de Janeiro, onde ficou preso por quatro dias na Superintendência da Policial Federal (PF) na capital fluminense, sendo liberado em 25 de março, conforme liminar concedida pelo desembargador. O ex-presidente é investigado na Operação Descontaminação, da PF, um dos desdobramentos da Lava Jato no Rio de Janeiro, que investiga desvios da ordem de R$ 1,8 bilhão nas obras da Usina Nuclear Angra 3. A defesa de Michel Temer afirma no pedido de habeas corpus que o ex-presidente não praticou nenhum crime e não há fundamentos para justificar a prisão. “O paciente [Temer] nunca integrou organização criminosa nem praticou outras modalidades de crime, muito menos constitui ameaça à ordem pública. Sua liberdade não coloca em risco a instrução criminal, nem a aplicação da lei penal. Teve sua prisão preventiva decretada, sem que se indicasse nenhum elemento concreto a justificá-la”, diz a defesa. A Sexta Turma é composta pelos ministros Nefi Cordeiro, Laurita Vaz, Rogerio Schietti e Antonio Saldanha Palheiro, relator do caso. Sebastião Reis Júnior se declarou impedido e não vai participar do julgamento, que contará apenas como quatro votos. Caso haja empate na votação, Temer poderá ser beneficiado com resultado positivo para ganhar liberdade. Outro acusado, João Baptista Lima Filho, conhecido como coronel Lima, amigo de Temer, também está preso e recorreu ao STJ. Até o momento, não foi confirmado se o caso também será julgado. (ABr)