Política

Relatório do TCU condena contrato com empresa controlada pela ditadura
17/12/2018

Desde o governo Lula, o Brasil mandou R$2,1 bilhões para Cuba irregularmente

Desde o governo Lula, o Brasil mandou R$2,1 bilhões para Cuba irregularmente

Relatório do TCU condena contrato com empresa controlada pela ditadura

O Tribunal de Contas da União (TCU) investiga a transferência irregular de mais de R$2,1 bilhões dos cofres públicos do Brasil para a empresa cubana Cimab S/A, controlada pela ditadura, desde o ano de 2004, no governo Lula, até 2017. Do total, R$1,35 bilhão se referem a suposta compra do medicamento alfaepoetina humana recombinante. O acordo, com a Bio-Manguinhos, da Fiocruz Vacinas, previa a transferência da tecnologia, mas isso nunca foi feito. Sem contar outras irregularidades. A informação da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder. O relator no TCU, ministro Augusto Nardes, recomenda rescindir o contrato e mudar de fornecedor. Ele aponta nove irregularidades. O montante investigado inclui verba da construção de um centro de produção de medicamentos no Brasil, que jamais saiu do papel. O TCU diz que nem sequer há termos aditivos no contrato do Ministério da Saúde com a cubana Cimab S.A. E está sendo pago até hoje. Não há prestação de contas da Bio/Manguinhos de verba do Ministério da Saúde repassada a Cuba mesmo sem a transferência de tecnologia.
17/12/2018

PT criou até ‘comitê’ para defender terrorista homicida Cesare Battisti

Criminoso protegido

PT criou até ‘comitê’ para defender terrorista homicida Cesare Battisti

Há oito anos, esquerda criou um 'Comitê de Solidariedade' ao criminoso

O PT e seus “puxadinhos” criaram um “Comitê de Solidariedade” há oito anos, em defesa do bandidão italiano Cesare Battisti. A iniciativa ocorreu após o ex-presidente Lula conceder “asilo político” ao terrorista, condenado duas vezes na Itália à prisão perpétua por quatro assassinatos. Chico Alencar e Ivan Valente, do Psol, Eduardo Suplicy, José Mentor, Luiz Couto, Devanir Ribeiro e Vicentinho, todos do PT, constituíam a “bancada” de Battisti no Congresso, no governo do PT. A informação da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder. Ex-deputados e deputados petistas até hoje gravam vídeos em apoio a Battisti. Há até página no Facebook. Mas só tem 1.564 curtidas. Com Eduardo Suplicy, grupo de 26 gatos pingados fez “protesto” por Battisti ano passado, na Faculdade de Direito/USP. Ninguém notou. Além de matador, Battisti foi preso em flagrante por evasão de divisas e lavagem de dinheiro em outubro de 2017, tentando entrar na Bolívia.
16/12/2018

Brasil não discutirá pena de morte durante seu governo, diz Bolsonaro

Brasil não discutirá pena de morte durante seu governo, diz Bolsonaro

Presidente lembra que não se altera cláusula pétrea da Constituição

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) disse na manhã deste domingo (16) que a adoção da pena de morte no Brasil não será motivo de debate no seu governo. “Além de tratar-se de cláusula pétrea da Constituição, não fez parte da minha campanha”, afirmou em sua conta do Twitter. A declaração veio após a publicação de entrevista que seu filho, o deputado federal reeleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Nela, o deputado defende a realização de um plebiscito ou referendo para implantar pena de morte em casos de crimes hediondos e tráfico de drogas. “Se o povo aprovar, já vira lei”, disse. Ele usa como exemplo o sistema penal da Indonésia, que inclui pena de morte para traficantes e, em 2015, executou dois brasileiros: Marco Archer e Rodrigo Gularte. “É uma política que dá certo por lá [na Indonésia]. Você anda por lá e não vê a pessoa nem fumando maconha, que é tida como uma droga mais leve”, afirmou Eduardo Bolsonaro ao jornal O Globo. A pena poderia se estender a políticos que desviam dinheiro da saúde, segundo ele. “Sei que é uma cláusula pétrea da Constituição, artigo 5º etc. Porém, existem exceções. Uma das exceções é para o desertor em caso de guerra. Por que não colocar outra exceção para crimes hediondos?”, continuou. Em janeiro deste ano, pesquisa Datafolha mostrou que o apoio à aplicação da pena de morte no Brasil cresceu em nove anos. 57% dos entrevistados no levantamento se disseram favoráveis à adoção da penalidade na capital paulista -em 2008, quando foi feita a última pesquisa sobre o tema, esse índice era de 47%. Segundo o instituto, esse é o recorde numérico desde que a questão passou a ser aplicada, em 1991. A última execução sob condenação à morte pela Justiça Civil foi em 1861.
16/12/2018

Pena de morte ‘não será motivo de debate’ em meu governo, diz Jair Bolsonaro

Ao contrário de Eduardo

Pena de morte ‘não será motivo de debate’ em meu governo, diz Jair Bolsonaro

O presidente eleito ainda ressaltou que se trata de uma cláusula pétrea da Constituição

Logo cedo, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) já se pronunciou em suas redes sociais, sobre o polêmico tema da pena de morte no Brasil, algo que garantiu não ter sido tema de sua campanha, e tão pouco será pauta de debate em seu governo.”Assunto encerrado antes que tornem isso um dos escarcéus propositais diários”. Na manhã deste domingo (16), a edição do  jornal O Globo traz a entrevista com o filho de Bolsonaro, “Eduardo Bolsonaro quer exceção para implantar pena de morte no país”, onde o deputado federal defende a possibilidade do debate sobre a pena de morte para tráfico de drogas e crimes hediondos. Ainda de acordo com a reportagem, Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ) falou sobre a possibilidade de um plebiscito ser realizado para consultar os brasileiros sobre o assunto. “Eu sei que é uma cláusula pétrea da Constituição, artigo 5º etc. Porém, existem exceções. Uma é para o desertor em caso de guerra. Por que não colocar outra exceção para crimes hediondos?”. Em 2017, Eduardo esteve na Indonésia, quando conheceu o presídio de Tangerang, na região metropolitana de Jacarta. O parlamentar desejava conhecer também o complexo prisional de Nusakanbangan, onde dois brasileiros condenados por tráfico foram fuzilados em 2015. No decorrer da matéria, o repórter faz alusões a antigos discursos, tanto de Jair como de Eduardo,  sobre o tema e afirma. “A posição assumida por Eduardo marca um retorno dos Bolsonaro a um assunto que eles haviam deixado para trás para tornar a candidatura do pai menos radicalizada. A pena de morte era presença constante nos discursos mais inflamados da família. As falas foram moduladas e os Bolsonaro passaram a evitar o tema”.