Rumo à Casa Branca

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Imprensa americana diz que decisão de ex-vice-presidente já foi tomada
19/04/2019

Joe Biden anuncia pré-candidatura às eleições presidenciais nos EUA, na quarta

Rumo à Casa Branca

Joe Biden anuncia pré-candidatura às eleições presidenciais nos EUA, na quarta

Imprensa americana diz que decisão de ex-vice-presidente já foi tomada

De acordo com a imprensa dos EUA, o ex-vice presidente Joe Biden, 76, vai anunciar a sua candidatura para as primárias do Partido Democrata na próxima quarta-feira (24) para concorrer a Presidência. A NBC News e outros veículos da imprensa indicaram que a decisão de Biden já estava tomada, já que em 2016, desistiu de concorrer devido a morte de seu filho Beau, por câncer. Biden vai concorrer com vários membros da ala mais à esquerda para tentar ser escolhido pelo partido para concorrer a Casa Branca contra Donald Trump. Joe Biden foi vice no governo de Barack Obama e é considerado um político veterano e experiente. (Folhapress)
19/04/2019

Povo francês se une para reconstrução da Catedral de Notre-Dame

Tesouro Nacional

Povo francês se une para reconstrução da Catedral de Notre-Dame

Cerca de mil pessoas se reuniram em uma praça em frente à prefeitura de Paris

Em Paris, franceses se reuniram nessa quinta-feira (18) para manifestar solidariedade à reconstrução da Catedral de Notre-Dame, atingida por um incêndio nesta semana. Cerca de mil pessoas participaram do encontro, em uma praça em frente à prefeitura, a algumas centenas de metros da catedral. A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, disse que o horrível acontecimento fez as pessoas se lembrarem da catedral como um tesouro nacional. Acrescentou que está atenta quanto à intenção do povo, que está se unindo para a reconstrução da catedral. Pessoal e equipamentos do Corpo de Bombeiros permanecem de prontidão nas proximidades da catedral, mesmo depois de três dias do incêndio, que começou na segunda-feira (15) e destruiu o pináculo e a maior parte do teto da catedral. Trabalhos de reparos estão em andamento nas paredes frágeis, próximas do teto rompido da estrutura. Na terça-feira (9), o presidente francês, Emmanuel Macron, prometeu reconstruir a catedral dentro de cinco anos. O processo vai incluir a realização de uma concorrência internacional para a apresentação de ideias sobre a construção de um novo pináculo. Uma participante da cerimônia disse que concorda com o plano de cinco anos para a reconstrução e que deseja que a catedral seja restaurada no seu desenho original, se possível. Outro participante afirmou que não acredita na reconstrução em cinco anos por causa da gravidade dos danos. (Agência Brasil com informações da NHK, emissora pública de televisão do Japão)
11/04/2019

Assange, do WikiLeaks, é preso na embaixada do Equador em Londres

Fim do asilo equatoriano

Assange, do WikiLeaks, é preso na embaixada do Equador em Londres

"Chegou ao limite a paciência do Equador", diz o presidente Lenín Moreno

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, foi preso em Londres nesta quinta (11). Desde 2012, Assange estava refugiado na embaixada do Equador. O fundador do site foi levado para uma delegacia e espera por uma audiência com um juiz. A prisão ocorreu após o presidente do Equador, Lenín Moreno, suspender o asilo concedido a Assange. A justificativa é de que ele teria violado diversas vezes os termos acordados para que permanecesse na embaixada equatoriana. A decisão foi anunciada por Moreno em uma rede social. O presidente equatoriano afirma que o Equador é um país generoso, mas que o comportamento de Assange tornou “insustentável e inviável” a sua permanência na embaixada do país em Londres. Moreno caracteriza a conduta do fundador do WikiLeaks como desrespeitosa e agressiva e afirmou que suas declarações são “descorteses e ameaçantes”. “Adotamos um protocolo de convivência, que é o mínimo que alguém exige de um hóspede em sua casa. O Equador cumpriu com suas obrigações no âmbito do direito internacional. Por outro lado, o senhor Assange violou, repetidas vezes, disposições expressas de convenções sobre asilo diplomático de Havana e Caracas”, afirmou Moreno. O presidente disse ainda que foi pedido a Assange diversas vezes que as normas fossem respeitadas. Moreno cita ainda os vazamentos de documentos do Vaticano em 2019. Para o presidente equatoriano, tais ações provam que Assange ainda está ligado as atuações do WikiLeaks. “Chegou ao limite a paciência do Equador em relação ao comportamento do senhor Assange”, declarou Moreno. Ainda de acordo com o presidente equatoriano, o WikiLeaks ameaçou o governo do país há dois dias. “Meu governo não tem nada a temer e não age sob ameaças”, afirmou. Nesta quarta (10), em sua conta no Twitter, o WikiLeaks afirmou que Assange estaria sendo espionado na embaixada do Equador. Segundo o grupo, o Equador estaria cooperando secretamente com os Estados Unidos e teria tentado extorquir Assange. O Equador pediu garantia das autoridades britâncias de que Assange não será extraditado para um país onde possa enfrentar torturas ou pena de morte, pedido que foi concedido. A polícia britânica afirmou que a prisão de Assange está relacionada ao pedido de extradição feita pelos Estados Unidos, onde é investigado pelo vazamento de documentos sigilosos. A prisão tem relação ainda com um processo do governo britânico por não ter se apresentado à Justiça do país. Documentos vazados Entre os vazamentos realizados pelo grupo estão o de telegramas diplomáticos secretos norte-americanos datados desde 1973, que por vezes revelaram críticas a presidente de outros países, como Vladimir Putin. Também foram divulgados mais de 90 mil documentos secretos com detalhes sobre a campanha militar norte-americana no Afeganistão. Outros quase 400 relatórios militares detalhavam as operações dos Estados Unidos no Iraque. Confira o pronunciamento do presidente do Equador, Lenín Moreno: Ecuador decidió soberanamente retirar el asilo diplomático a Julian Assange por violar reiteradamente convenciones internacionales y protocolo de convivencia. #EcuadorSoberano pic.twitter.com/V02pvvtPY0 — Lenín Moreno (@Lenin) 11 de abril de 2019
09/04/2019

Ministro das Relações Exteriores demite o presidente da Apex

Demissões

Ministro das Relações Exteriores demite o presidente da Apex

Protagonista de desentendimentos recentes, presidente da Apex será substituído

O governo decidiu demitir o presidente da Apex, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, embaixador Mário Vilalva, que desde o início do governo trava uma briga pelo poder interno da agência. O diplomata será substituído no cargo após se dedicar nos últimos dias a atacar o ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores), que o convidou para o cargo. O primeiro presidente da Apex, Alex Carreiro, durou apenas seis dias, após trombar com a diretora Letícia Catelani, que pretendia ser a presidente. Emparedado por dois diretores, Catelani e Márcio Coimbra, Vilalva pediu a interferência do Planalto, que indicou um general para pôr ordem na casa. Foi inútil. Mário Vilalva mandou às favas a diplomacia e chamar o chanceler de “desleal” e “ardiloso”. Ficou parecendo que é candidato ao cargo do próprio ministro.