Cláudio Humberto (HOME)

Oswaldo chefiou o elogiado Departamento de Engenharia do Exército
21/11/2018

Superministro de Infraestrutura pode ser general que fez programa de governo

Superministro de Infraestrutura pode ser general que fez programa de governo

Oswaldo chefiou o elogiado Departamento de Engenharia do Exército

O general da reserva Oswaldo Ferreira, líder da equipe que elaborou o programa de governo de Jair Bolsonaro, é hoje um dos mais cotados para um “superministério” englobando, além do setor elétrico, áreas como transportes, logística e telecomunicações. O general, que chefiou o elogiado Departamento de Engenharia do Exército, propõe a criação no Planalto de um órgão central de Infraestrutura, acima de ministérios, que permitisse ao presidente Jair Bolsonaro, sempre, a última palavra. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder. Esse órgão central permitiria a Bolsonaro arbitrar disputas entre obras de hidrelétricas, por exemplo, e a burocracia da Funai, Ibama, MPF etc. Eletrocratas e o mercado apostam em três nomes para ministro como Paulo Pedrosa, ex-secretário-executivo de Minas e Energia. Os outros cotados são Luciano de Castro, professor na Universidade de Iowa, Estados Unidos, e o “consultor” Adriano Pires. O setor elétrico torce apenas contra o ex-deputado baiano José Carlos Aleluia (DEM), ex-Chesf. Consideram-no “corporativista e estatizante”.
21/11/2018

No apagar das luzes, Pimentel ameaça vender parte da Light controlada pela Cemig

Fim de mandato

No apagar das luzes, Pimentel ameaça vender parte da Light controlada pela Cemig

Negócio pode ser fechado antes do fim do mandato do petista

O governador de Minas, Fernando Pimentel (PT), acaba de sofrer derrota vexatória na tentativa de reeleição, e teve sua gestão marcada por escândalos de corrupção como a Operação Acrônimo, da Polícia Federal. Mas, desafiando a sorte, no apagar das luzes do seu governo ele se prepara para vender parte da Light, concessionária de energia do Rio de Janeiro controlada pela Cemig, a estatal mineira de energia. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder. As negociações estariam avançadas com o GP Investimentos, podendo inclusive assumir o controle da Light em lugar da Cemig. Fundado por Jorge Paulo Lemann, o GP é controlado pelos executivos Antonio Bonchristiano, Fersen Lamas Lambranho e Marcelo Peano. A Cemig tem sofrido nas mãos do PT. Teve de abrigar mais de 500 petistas que perderam boquinhas no governo Dilma e vários estados.
20/11/2018

Presidente da Caixa defende consulta a Bolsonaro sobre mudança no estatuto

Prerrogativa ameaçada

Presidente da Caixa defende consulta a Bolsonaro sobre mudança no estatuto

Alteração retira do Planalto prerrogativa de nomear o presidente da Caixa

O presidente da Caixa, Nelson de Souza, acha correto blindar o banco de indicações políticas, como pretende seu conselho de administração. Mas é contra alterar o estatuto ainda este ano para retirar do presidente da República o poder de indicar o presidente da Caixa. O plano secreto foi revelado nesta coluna. Para Souza, isso só deveria ser feito com o aval do presidente Jair Bolsonaro. A decisão é do conselho presidido por Ana Paula Vescovi, secretária-executiva do Ministério da Fazenda. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder. O conselho tem 8 membros, 5 deles indicados pelo ministro da Fazenda, Eduardo Guardia. Que sabe de tudo, tanto quanto Temer. Em janeiro, com Michel Temer fragilizado, os estatutos foram alterados para retirar do Planalto o poder de indicar vice-presidentes da Caixa. Nelson de Souza se sente à vontade para defender o futuro da Caixa livre de indicações políticas: é um técnico com 40 anos no mercado. Souza assumiu a presidência da Caixa com a missão de garantir um lucro de R$7,2 bilhões. Em setembro, 6 meses depois da sua posse, anunciou um lucro de R$11,5 bilhões.
20/11/2018

‘Mais Médicos’ nasceu de uma mentira para render R$7,1 bilhões a Cuba

Tudo na mesma

‘Mais Médicos’ nasceu de uma mentira para render R$7,1 bilhões a Cuba

Ditadura cubana faturou muito tratando seus médicos como escravos

O “Mais Médicos” foi baseado na mentira de que não haveria médicos para atender todo o País. O Brasil dispõe de 450 mil médicos, portanto, a saída dos 8,3 mil cubanos não vai alterar a qualidade do atendimento. A mentira do governo Dilma seria desmascarada em vídeo de palestra interna, no Ministério da Saúde, deixando claro que o real objetivo do programa era apenas financiar o governo de Cuba. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder. O programa “Mais Médicos” rendeu à ditadura cubana R$7,1 bilhões até agora, mas a saúde pública brasileira continua a mesma. Para vir ao Brasil submetendo-se a exploração análoga à escravidão, cubamos foram obrigados a deixar familiares como reféns, em Cuba. Resta aos cubanos a atitude digna de denunciar as atrocidades contra suas próprias famílias, feitas reféns, pedindo asilo ao Brasil em massa.