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Atendimentos prejudicados

Vigilantes em greve e bancos fechados

A paralisação afeta o atendimento em estabelecimentos que dependem de segurança privada

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Os vigilantes do Distrito Federal entraram em greve na manhã desta quinta-feira (22) prejudicando assim, o atendimento em estabelecimentos que dependem de segurança privada, como por exemplo, hospitais, Unidades de Pronto Atendimentos (UPAs) e agências bancárias.

Devida a paralisação, nesta manhã 90% dos bancos não abriram as portas, a lei federal nº 7.102/83, determina a presença de vigilantes para que as agências bancárias possam abrir as portas.

O Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Sistema de Segurança Eletrônica, Cursos de Formação e Transporte de Valores no Distrito Federal (Sindesp) está entrando na Justiça com pedido de ilegalidade da greve dos vigilantes. De acordo com o presidente da entidade, Irenaldo Pereira Lima, ?a greve dos vigilantes tem cunho político e não se justifica?.

Lima disse que na tarde desta quarta-feira (21), durante a reunião do GDF com os patrões e empregados do setor, ficou acertada uma negociação com o governo, mas que à noite os vigilantes decretaram a greve com alegação que não aceitaram dois itens que haviam sido aprovados anteriormente.

Os vigilantes pedem o aumento salarial de 15%, tíquete-alimentação diário de R$ 30 e plano de saúde de R$ 150.