Caixa de Pandora

TJDFT nega pedido de habeas corpus de Arruda

Defesa diz que houve quebra de imparcialidade do magistrado

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O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) negou o pedido de Habeas Corpus feito pela defesa do ex-governador José Roberto Arruda, para que fossem anuladas as ações penais do esquema de corrupção do Mensalão do DEM.

Alegação da defesa é que houve quebra de imparcialidade do magistrado, afirmando que o Ministério Público e o juiz responsável pelo caso, tinham intenção de prejudicar a defesa de Arruda.

O pedido teve como base uma gravação, capturada na 7ª Vara Criminal com diálogos entre magistrados e promotores. Os advogados alegam que a conversa mostra que era discutida uma maneira de impedir e prejudicar a produção de provas favoráveis aos réus.

Entretanto o promotor Clayton Germano do Ministério Publico do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), não aceitou argumentação e negou que houvesse o intuito de dificultar a defesa, “fica claro que a estratégia da defesa é só tentar protelar o julgamento. A defesa não consegue enfrentar o julgamento do mérito”.

Assim, a expectativa o processo volte a ser julgando após o Carnaval e que as 17 ações da Caixa de Pandora possam ser julgada em primeira instância até o fim de 2016.

A Policia Federal deflagrou a Operação Caixa de Pandora em novembro de 2009.

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