Pelegada celebra

Novo: volta do imposto sindical é ‘grande retrocesso’

Eduardo Ribeiro ressaltou que os parlamentares já decidiram sobre o assunto

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Ribeiro ressaltou que os parlamentares já decidiram sobre o assunto, há 6 anos

Após o Supremo Tribunal Federal (STF) formar maioria para validar a possível cobrança do imposto sindical nesta sexta-feira (01), o partido Novo se posicionou contrariamente.

O presidente da sigla, Eduardo Ribeiro classificou a decisão como ” um grande retrocesso”.

Ribeiro ressaltou que os parlamentares já decidiram sobre o assunto, há 6 anos.

“O Congresso Nacional já havia decidido sobre a de forma clara e transparente pelo fim do imposto sindical em 2017, na Reforma Trabalhista. Esta decisão do STF, além de obrigar o trabalhar a contribuir por algo que ele claramente não vê valor, piora ainda mais o equilíbrio institucional entre os poderes, diminuindo a legitimidade dos deputados e senadores”.

Conforme a decisão dos ministros do STF, a cobrança do imposto precisa ser aprovada em acordo ou convenção coletiva e será válida até mesmo para trabalhadores não sindicalizados. Entretanto,  os trabalhadores ainda podem exercer o direito de se opor ao pagamento da contribuição, desde que formalizem essa oposição junto ao sindicato.

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