Calamidade

Senadores chamam ação petista no RS de ‘tragédia’ e ‘baixa’

Eduardo Girão (Novo-CE) e Ciro Nogueira (PP-PI) fizeram críticas ao atual governo.

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Senador Eduardo Girão (Novo-CE) (Foto: Agência Senado)

A coluna do jornalista Cláudio Humberto repercute, neste domingo (3), as impressões de senadores sobre a Medida Provisória que cria uma pasta a ser gerida pelo ministro-chefe da Secretaria de Comunicação, Paulo Pimenta, para gerenciar assuntos ligados ao Rio Grande do Sul após as enchentes que assolam o estado. Parlamentares ouvidos pela coluna chegaram a classificar a proposta como ‘gesto baixo’, já que configuraria intenção eleitoreira, e até a apontar que a gestão petista sobre a crise no Rio Grande do Sul é a ‘segunda tragédia’ que ocorre sobre o Brasil.

Eduardo Girão (Novo-CE) e Ciro Nogueira (PP-PI) deram declarações enfáticas, prevendo rejeição sobre a matéria no Senado. “Eu vi por parte de colegas uma resistência muito grande com essa MP. Foi um gesto político baixo, politiqueiro. Eu senti os colegas chateados com isso. O governo está enfraquecido. Isso é inquestionável. Já querem retornar com a discussão do impeachment. Será muito difícil avançar com essa proposta”, avaliou Eduardo Girão (Novo-CE)

Já o presidente nacional do Progressistas classificou a ação do governo Lula sobre a situação de calamidade do estado como ‘tragédia’.  “O Rio Grande do Sul convive hoje com duas tragédias. A tragédia das enchentes e, como se não fosse trágico, a tragédia do PT em lidar com a tragédia. O PT quer fazer tudo: culpar, lacrar, lançar candidato, menos salvas os gaúchos. A maior tragédia do Rio Grande do Sul é o abandono do PT em meio à maior tragédia do estado. Os gaúchos estão vendo e o Brasil também”. 

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