'SP na Direção Certa'

Tarcísio corta gastos para aumentar investimentos em SP

Proposta será implementada em todos os órgãos ligados ao governo

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A medida foi publicada na edição do Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (23). (Foto: Tânia Rego/Agência Brasil).

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Rep), anunciou um plano que propõe cortar gastos e aumentar investimentos no estado.

A medida foi publicada na edição do Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (23).

De acordo com o documento, a medida “dispõe sobre diretrizes e ações a serem implementadas para modernização da administração pública estadual, expansão do investimento, eficiência do gasto público e redução de despesas correntes”.

Já a expansão de investimentos será realizada “por iniciativas de qualificação da infraestrutura, ampliação e contínua melhoria do ambiente de negócios no Estado de São Paulo, garantidas a ampla competitividade, a estabilidade regulatória, a previsibilidade institucional e a segurança jurídica”.

Entre elas incluem:

  • Reestruturação das agências reguladoras, estabelecendo disciplina normativa de autonomia e independência de gestão e de seus respectivos gestores;
  • Efetividade do Plano de Parcerias de Investimentos do Estado de São Paulo – PPI-SP de que trata o Decreto nº 67.443, de 11 de janeiro de 2023.
  • Apresentação de plano de securitização de recebíveis;
  • Elaboração de estudo de impacto e de viabilidade para ampliação e aprimoramento de programas de conformidade e de transação tributária.

Ainda segundo a portaria, a redução das despesas e a melhoria e efetividade do gasto vai abranger, ao menos:

  • A redução das despesas de custeio e de pessoal;
  • A Avaliação e reformulação de programas;
  • A modernização da relação entre Fisco e contribuintes;
  • A renegociação da Dívida do Estado com a União;
  • A avaliação de benefícios fiscais.

O plano apresentado pelo governador recebeu o nome de “São Paulo na Direção Certa”. A proposta será implementado em todos os órgãos e entidades do governo, incluindo autarquias, fundações e empresas estatais. Universidades públicas ficaram de fora do texto.

Estão previstas ainda auditoria e a modernização da folha de pagamento de servidores.

Algumas das medidas poderão ser implementada apenas com decisões do Palácio dos Bandeirantes, e outras precisarão do aval da  Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).

Cabe à Secretaria da Fazenda e Planejamento a apresentação, ao governador, no prazo de 90 dias contados a partir da publicação do decreto, dos estudos técnicos e respectivas propostas.

 

 

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