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Fase amarela

Covid19: São Paulo antecipa retorno de academias, teatros e cinemas

Flexibilização acontecerá em cidades na fase amarela

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O comércio varejista, especialmente os supermercados, foi um dos setores que mais foi alvo de denúncias. Foto: Rovena Rosa/ABr

O governo de São Paulo anunciou nesta sexta-feira, 3, a antecipação da autorização de reabertura de teatros, cinemas, salas de espetáculo, academias e a realização de eventos culturais para regiões que estejam na fase amarela do plano da gestão estadual de flexibilização gradual da quarentena no estado. Serão permitidos apenas eventos com público sentado e a previsão é a de que a reabertura ocorra na capital paulista no dia 27 de julho, quando o município apresentará estabilidade de 4 semanas na fase amarela.

“Lembrando que pra essa fase, esse setor, o funcionamento está previsto depois que a região tiver uma estabilidade de 4 semanas nessa fase amarela. Então não é funcionamento imediato a partir de segunda-feira, tem essa previsibilidade de 4 semanas”, disse a secretária de desenvolvimento econômico Patrícia Ellen em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (3).

Para as academias, na capital, a reabertura já poderá acontecer na próxima semana, desde que haja aprovação de protocolos pela prefeitura. Mas em relação aos eventos a previsão é que possa acontecer apenas no fim do mês, dependendo de como estiverem os índices.

As regras para a liberação de eventos e estabelecimentos incluem necessidade de compra de ingresso antecipada e online, capacidade limitada a 40% da ocupação, funcionamento de até seis horas diárias, assentos marcados e com distanciamento de 1,5 metro, uso obrigatório de máscara, horários pré-agendados, suspensão do consumo de alimentos e bebidas e controle de entrada.

Além disso, os responsáveis pelos espaços e eventos devem adotar outros protocolos gerais e específicos para o setor.

O setor cultural tem sido um dos mais afetados pela atual pandemia de Covid-19. Salas de cinema paulistanas, por exemplo, já estão fechadas há mais de três meses.

O governador reforçou, apesar das mudanças anunciadas, que a recomendação ainda é que as pessoas sigam em suas casas, especialmente aquelas que compõem o grupo de risco da Covid-19.

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