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Crise continua

Rombo nas contas chega a R$ 1,2 bilhão, diz governo

GDF diz controlar os gastos para reequilibrar as contas

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Após quase quatro meses do início da nova gestão no Governo do Distrito Federal, o cenário econômico ainda é de preocupação. O rombo no caixa do GDF, inicialmente avaliado em mais de R$ 4 bilhões, está em cerca de R$ 1,2 bilhão, segundo cálculo do governo. “Sem contar a diferença orçamentária e os reajustes concedidos a várias categorias no governo passado, que têm que ser pagos”, afirmou a assessoria de imprensa da Secretaria de Fazenda.

Para reequilibrar as contas, o governo afirma estar controlando os gastos com cortes de despesas, além de economia em outras, reaproveitando espaços e melhorando a “eficiência das ações de fiscalização por parte da Receita do DF”.

Refis

O Programa de Incentivo à Regularização Fiscal (Refis) rendeu ao GDF na primeira fase mais de R$ 179 milhões. Do total, R$ 34,6 mi foram pagos à vista e o restante parcelado. Na semana do mutirão, de 18 a 27 de março, 35 mil pessoas foram atendidas. O valor superou a expectativa do governo, que esperava cerca de R$ 80 milhões em 30 mil atendimentos. A segunda fase do mutirão, que começou nesta segunda-feira (13), terá atendimento também pela internet e segue até o fim de junho. A expectativa é arrecadar mais R$ 100 milhões à vista e outros R$ 500 milhões parcelados.

Segundo a Fazenda, o dinheiro arrecadado com o Refis não tem vinculação específica, ou seja, “pode ser usado para tudo quando cai na conta do Tesouro”. A prioridade de pagamento, no entanto, é para os salários dos servidores e despesas com manutenção e custeio, em especial da Saúde e Educação.

O dinheiro de impostos não tem vinculação específica, ou seja, pode ser usado para tudo quando cai na conta do Tesouro. A prioridade de pagamento é sempre para os salários dos servidores, as despesas com manutenção e custeio, em especial da Saúde e Educação.