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R$ 39 milhões em propina

Presidente da Alerj, ex-vice e secretários depõem como testemunhas de Pezão no Rio

Depoimentos ocorrem no processo da Lava Jato que prendeu Pezão por propina, há um ano

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O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), André Ceciliano (PT), o ex-vice-governador Francisco Dornelles (PP) e ex-secretários do estado serão ouvidos como testemunhas de defesa do ex-governador Luiz Fernando Pezão (MDB), nesta quarta-feira (13), no processo que julga denúncia de recebimento de R$ 39 milhões em propina.

Pezão indicou 13 testemunhas para a oitiva sobre o processo da Operação Boca de Lobo, que integra a Operação Lava Jato no Rio. Na relação de convocados também constam os ex-secretários Christino Áureo e Wagner Victer, atual diretor da Alerj.

Pezão está preso pela Polícia Federal há um ano, como primeiro governador da história do Rio a ir para a prisão durante o mandato. E com base na delação de Carlos Miranda, operador financeiro de Cabral, foi acusado de se beneficiar com uma mesada de R$ 150 mil, quando era vice de seu antecessor, Sérgio Cabral (MDB), também preso e réu confesso em crimes que cita Pezão como cúmplice.

As investigações apontam que Pezão recebia da organização criminosa até 13º salário em propina e bônus de R$ 1 milhão. E também registra que o ex-governador ampliou a cobrança de propina de 5% (cobrados na gestão Cabral), para 8%, de empresas que firmavam contratos com o governo do estado, por meio de fraude a licitações e vantagens indevidas. (Com informações do G1)

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