Maceió

Por 14% de reajuste, servidores deixam maceioense sem serviço de saúde

Grevistas culpam prefeito pela greve, por oferecer apenas 2,2%

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Os servidores municipais da saúde de Maceió decidiram decretar greve por tempo indeterminado. A decisão foi tomada em assembleia realizada na manhã desta terça-feira, 16. A paralisação terá início na próxima segunda-feira, 22, e deve atingir diversas áreas do setor, como enfermagem, nutrição, farmácia e agentes comunitários de saúde.

Os principais prejudicados pela paralisação, como sempre, serão os moradores pobres que não têm planos de saúde e não têm condições de recorrer à rede privada. Ainda não ficou claro se serão descontados os dias parados nos vencimentos dos servidores que aderirem à greve.

O presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Saúde (SindSaúde), Alessando Fernandes culpa o prefeito de Maceió, Rui Palmeira, que oferecer 2,21% de reajuste, enquanto o servidores pediam 14%. A municipalidade enfrenta a mais profunda crise financeira da História recente da cidade, a exemplo do que ocorre em todo o País.

Além do SindSaúde, participam da assembleia desta terça os Sindicatos dos Agentes Comunitários (Sindacs), de Enfermagem (Sineal), dos Nutricionistas (Sindnut), dos Farmacêuticos (Sindfal) e dos Assistentes Sociais.

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