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In corruptionem

Operação mira servidora do HRT acusada de vender cirurgias no hospital público

Ruby Lopes teria cobrado também pela transferência do pronto-socorro para o quarto

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Servidora do HRT é acusada de vender cirurgias no hospital público. Foto: Facebook e Tony Winston/Agência Brasília

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagraram na manhã desta sexta (5) a Operação In Corruptionem para desmantelar esquema criminoso de cobrança de vantagem indevida por uma servidora da Secretaria de Saúde do DF.

De acordo com denúncias anônimas recebidas pelo Ministério Público, Ruby Lopes teria cobrado valores indevidos de pacientes para agilizar cirurgias no Hospital Regional de Taguatinga (HRT). Outra denúncia aponta que Ruby cobrou também pela transferência de paciente do pronto-socorro para um quarto no hospital.

A 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde (Prosus) e a Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Draco/Cecor) cumprem mandados de busca e apreensão na casa e no trabalho da servidora investigada por corrupção passiva. Na casa da servidora foram encontrados atestados médicos e carimbos.

O juiz da 2ª Vara Criminal de Taguatinga, Wagno Antônio de Souza, também determinou medidas cautelares diversas da prisão. Ruby não pode manter contato com as vítimas e testemunhas; não pode frequentar as unidades de saúde da capital e deve pagar fiança de R$ 9,9 mil.

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