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OMS diz que vacinas são eficazes contra a nova variante ômicron

Apesar de mais transmissível, variante não está relacionada a mortes pela Covid

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Seringa de injeção
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

Soumya Swaminathan, cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), afirmou que as vacinas desenvolvidas desde o princípio da pandemia são capazes de proteger contra a variante ômicron.

De acordo com a cientista, a nova variante se mostrou “muito transmissível”, entretanto não é necessário “entrar em pânico, porque estamos em uma situação diferente de um ano atrás”, disse Soumya em conferência com jornalistas.

A variante delta é predominante em todo o mundo, ela é responsável por 99% das transmissões registradas. A pesquisadora alerta que ômicron pode ser uma forte concorrente, mas ainda não se pode afirmar. “Ela teria que ser mais transmissível para competir e se tornar dominante em todo o mundo. É possível, mas difícil de prever”.

O porta-voz da OMS Christian Lindmeier também abrandou a gravidade da ômicron e disse, em entrevista coletiva em Genebra, que a organização desconhece casos fatais ligados à nova variante. “Não vi nenhuma informação sobre mortes vinculadas com ômicron”, afirmou.

Todos os continentes já registraram a ocorrência da ômicron. No Brasil, o Ministério da Saúde já confirmou que cinco pessoas foram contaminadas pela variante, sendo três no estado de São Paulo e duas no Distrito Federal. Todos seguem em isolamento social até o final do tratamento contra a doença.

Os cinco contaminados brasileiros estiveram em voos vindos do continente Africano, quatro estiveram na África do Sul e um veio da Etiópia.