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Sem obrigatoriedade

Ministério nega ter voltado a exigir prescrição para vacinação de criança

Em nota, pasta da Saúde ressalta que consulta médica recomendada não é pré-requisito para imunização pediátrica

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Criança recebe dose contra a Covid-19, em abrigo no Rio de Janeiro. Foto: Edu Kapps/Prefeitura do Rio

Por meio de nota publicada nesta quinta-feira (27) pela sua assessoria de imprensa, o Ministério da Saúde desmentiu a interpretação de que a pasta teria voltado a exigir prescrição médica para vacinação de crianças contra a covid-19.

O Ministério da Saúde afirma que apenas repetiu uma recomendação aos pais ou responsáveis consultem um médico antes vacinar as crianças de 5 a 11 anos. Ressaltando que tal consulta médica não é obrigatória ou pré-requisito para a imunização pediátrica.

Veja a nota do Ministério da Saúde:

O Ministério da Saúde esclarece que, ao contrário do que alguns veículos de imprensa estão noticiando erroneamente, a pasta não voltou a exigir prescrição médica para vacinação de crianças, mas sim recomenda que pais ou responsáveis consultem um médico antes da vacinação deste grupo, como já anunciado em coletiva de imprensa no dia 5 de janeiro.

Tal consulta não é obrigatória ou pré-requisito para a aplicação da vacina contra a Covid-19 entre a faixa etária de 5 a 11 anos. A medida apenas visa a verificação de eventuais contra indicações e em caso de comorbidades.

A única exigência para a aplicação do imunizante é que pais ou responsáveis estejam presentes no ato da vacinação e expressem a concordância na admissão da dose. Em caso de ausência dos pais ou responsáveis, a vacinação deverá ser autorizada por um termo de assentimento por escrito.

Assessoria da Comunicação Social

Ministério da Saúde

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