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Oposição reage ao judiciário e mantém Jordy como líder

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Encontro de parlamentares em apoio ao deputado Carlos Jordy.(PL - RJ) (Foto: Câmara dos Deputados/Arquivo)

Após reunião que se estendeu durante a manhã desta quarta-feira (24), a oposição se reuniu no salão verde da Câmara dos Deputados e anunciou que o deputado Carlos Jordy (PL-RJ) seguirá sendo o líder do colegiado em 2024. Filipe Barros (PL-PR), que segundo acordo assumiria o posto ao início desse ano legislativo, recuou diante dos últimos acontecimentos envolvendo um mandado de busca e apreensão na casa e no gabinete de Jordy, por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

Deputados e Senadores anunciaram também que os próximos dias serão marcados pelo anúncio de ‘estratégias’ e ações para resgatar o respeito às prerrogativas do legislativo e dos parlamentares.

Durante a coletiva no salão verde, Jordy disse que teme por todos os parlamentares, ‘violados e desrespeitados pelo judiciário’. Ele afirmou  também que o homem que aparece conversado com ele em mensagens vazadas à imprensa não esteve no 8 de janeiro. E que antes que as manifestações agendadas tivessem ‘dado errado’, Carlos Victor de Carvalho, o CVC, teria adulterado imagens para alegar que esteve em Brasília na data. “A burrice e a ingenuidade não são punidas em nosso ordenamento jurídico”, acrescentou o parlamentar.

Entre os mandatários presentes no encontro da oposição, é unanime o ‘sentimento’ de que há uma conspiração para intimidá-los. “A quem interessa manter esse 8 de janeiro vivo? O nosso dever como oposição é lutar contra esse governo eleito, mas perseguição do judiciário não podemos mais aguentar. Nossas prerrogativas estão sendo violadas, querem desumanizar a oposição. Eu não sou bandido. Não tem nenhuma prova contra mim. Minha família foi atacada e minha privacidade foi violada”, declarou o líder da oposição.

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