Queima de arquivo

Chefe da CGU não descarta ‘apagão’ de imagens da ABIN no governo Lula

Segundo Carvalho, relatórios também foram impressos e descartados em seguida

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O ministro-chefe da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinicius Marques de Carvalho,(Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)

O ministro-chefe da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinicius Marques de Carvalho, deu declaração cogitando o ‘apagão’ de imagens de monitoramentos feitos pela Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) durante o governo Lula.

Em entrevista à uma emissora de TV, Carvalho disse que não pode precisar a data em que os materiais teriam sido descartados, mas afirmou que identificar o momento que a ‘queima de arquivo’ aconteceu é um dos alvo das investigações da CGU.

“É possível que isso tenha acontecido no governo Bolsonaro, mas não tenho como descartar que algo tenha acontecido no governo Lula”, afirmou.

Carvalho acrescentou que documentos de inteligência sigilosos foram impressos antes de serem apagados. “Todo o material foi identificado porque nós fizemos uma investigação no servidor das impressoras”.

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