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Mercado imobiliário

Locação residencial cresce 23% em janeiro na capital

Universitários e executivos que chegam de fora aquecem mercado

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Segundo balanço da Lello Imóveis, administradora e imobiliária paulistana, divulgado nesta quinta-feira, 23, o número de novos contratos de locação de imóveis residenciais na cidade de São Paulo cresceu 23% em janeiro na comparação com o mesmo período de 2016.

A administradora diz que os universitários que vieram do interior para estudar na cidade, além dos executivos que chegaram de fora para trabalhar em São Paulo, ajudaram a aquecer o setor. O período de férias também ajudou as pessoas a terem mais tempo para fechar negócio, na avaliação da empresa.

Em relação à média dos três últimos meses do ano passado, janeiro registrou alta de 40% na procura de pessoas querendo alugar um imóvel. O valor médio dos alugueis se manteve em R$ 2,1 mil mensais.

Dos contratos de locação firmados no mês passado, 86% foram de apartamentos e 14%, de casas. Os imóveis mais procurados são apartamentos de dois dormitórios em prédios com uma vaga de garagem, situados próximos a estações de metrô.

“Apesar do aquecimento do mercado, ainda há muitos imóveis vagos, disponíveis para locação. A procura está grande, mas o poder aquisitivo dos candidatos a inquilinos está limitado. Os proprietários sabem disso e estão bem flexíveis nas negociações de valores e condições. É o que está ajudando a manter o mercado aquecido”, explica a diretora de Locação da Lello Imóveis, Roseli Hernandes.