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Em 2020

Alunos da rede pública do DF terão tablet com aplicativos e conteúdo didático

Serão beneficiados, em 2020, 56 mil estudantes do 1° ano do ensino médio

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Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. Foto: Renato Alves
Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha - Foto: Renato Alves

A partir de março do próximo ano, o governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha pretende proporcionar a cada um dos 56 mil alunos, do 1º ano do ensino médio, o acesso a um conteúdo digital, por meio de um tablet que será distribuído nas escolas da rede pública. “A ideia é fazer o contraturno digital, com as principais matérias, matemática, português, ciências. E mais um conteúdo extra, no caso um curso de línguas e de empreendedorismo”.

Objetivo do Governo do Distrito Federal (GDF) é melhorar a qualidade do ensino ofertado na rede pública, assim como, incentivar o interesse dos alunos aos estudos.

Os tablets serão voltados exclusivamente para facilitar a aprendizagem. Para isso, todos os equipamentos serão entregues aos alunos com com aplicativos instalados voltados para o ensino, com áreas para tarefas, consultas, pesquisas e comunicação com professores e a escola.

Assim sendo, outra medidas também serão adotada mo próximo ano letivo, como a criação de um cartão que proporcionará aos estudantes da rede publica o acesso a atividades físicas. “Aliado a isso, nós estamos pretendendo também, fornecer um cartão aos estudantes, aonde eles possam buscar uma atividade física, dentro das academias, escolas de natação que existam na sua região”.

Por meio desse cartão, os alunos também terão acesso a cursos de línguas, ou a cursos de artes plásticas, visuais,  conforme o seu interesse. “De modo que a gente tenha, fora da escola um contraturno completo para que os estudantes possam se qualificar”.

Ibaneis encarregou o secretário de Educação, João Pedro Ferraz Passos, de adotar as providências adequadas para realizar a licitação pública que permitirá a aquisição dos equipamentos.

A elaboração do projeto ocorre através da parceria entre a Fundação de Apoio a Pesquisa do Distrito Federal (FAP), da Secretaria de Educação do DF e do Parque Tecnológico de Brasília (BioTIC). Além da parceria com o com o Ministério de Ciências e Tecnológia, e a FNDE.

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