Fumacê

GDF utiliza inseticida que não mata Aedes aegypti

Em 2016 já foram registrados 2.161 casos de dengue

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O inseticida utilizado no fumacê, Lambda-Cialotrina, para combater o Aedes aegypti não é eficaz, pois o mosquito já criou resistência ao produto. Vale ressaltar que o mosquito é o transmissos da dengue, zika e chikungunya. O GDF alega que segue as recomendações do Ministério da Saúde, este já justifica que o governo é independente para fazer os estudos.

Recentemente foram adquiridos 27 carros, 30 bombas costais para a dispersão de inseticidas, 12 mil armadilhas, inseticidas e larvicidas. Um investimento de R$ 9 milhões. O DF já possuía 11 carros de fumacê. 

Enquanto isso, os casos de dengue aumentam do Distrito Federal, como mostra o Boletim Epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (18). Até sábado (13) foram 1.912 casos confirmados de dengue, aumento de 216,03% de casos em comparação ao mesmo período de 2015.

Foram registrados seis casos mais graves da dengue, três pacientes do DF e três do Goiás, nesses casos cinco pacientes vieram a óbito.

Os seis casos de Chikungunya registrados, foram de moradores do DF que contraíram a doença durante viagens a outras regiões.

No caso do zika vírus, foram confirmados seis casos, quatro moradores do DF e dois do Goiás. Duas gestantes foram infectadas com o vírus.

Em 2016 já foram registrados 2.161 casos, a maioria deles ocorreu nas cidades de Brazlândia, São Sebastião, Planaltina e Ceilândia, cerca de 1.049 casos, correspondendo a 55% dos registros.

De acordo com a Anvisa, somente o inseticida Malathgion é eficaz no combate ao mosquito.

 

 

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